Em destaque

JORNADA NACIONAL DE LUTA | 7/OUTUBRO A 9/NOVEMBRO

SNTCT - Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações

terça-feira, 5 de janeiro de 2021


Tudo passa e tudo fica
porém o nosso é passar,
passar fazendo caminhos
caminhos sobre o mar


Nunca persegui a glória
nem deixar na memória
dos homens minha canção
eu amo os mundos sutis
leves e gentis,
como bolhas de sabão

Gosto de ver-los pintar-se
de sol e graná voar
abaixo o céu azul, tremer
subitamente e quebrar-se...

Nunca persegui a glória



Caminhante, são tuas pegadas
o caminho e nada mais;
caminhante, não há caminho,
se faz caminho ao andar

Ao andar se faz caminho
e ao voltar a vista atrás
se vê a senda que nunca
se há de voltar a pisar

Caminhante não há caminho
senão há marcas no mar...

Faz algum tempo neste lugar
onde hoje os bosques se vestem de espinhos
se ouviu a voz de um poeta gritar
"Caminhante não há caminho,
se faz caminho ao andar"...

CANTARES Antonio Machado



CESP - Sindicato do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal

"Vida de escritório das 9 às 5
Horas extraordinárias
De borla até às 20 e tal
Fora o fisco
Fora o risco
De ficar fora disto!
Cinto aperta é perto a jugular
Carta aberta é conta pra pagar
A fome aperta é perto o limiar
Ferida aberta o abutre a voar!

Eureka deu merda moderna
A moeda em queda e a meta
Medem a média e dá nada
Euro e europa e euribor
E ouro e outro que é diesel
Cobre e coroa de níquel
Cobras cobram sacrifícios!

Cortam no que comes
E mantêm o vício
O ministro fez a conta
És desperdício
E agora tens a escolha
Ntre o precipício
E a espada!

Eu insistia que queria esta vida
Para mim um dia
E se eu sabia que ia dar
Em via sem saída
Será que ainda resistiria
Ficava ou fugia
Gritava com valentia
Ou soria para a fotografia?
A cidade é ácida
A vida é ávida e rápida
A idade é ápice
E há de passar
De dádiva a dívida!


Fera mecânica
Nesta era do pânico
Nesta mira automática
A nossa ira é vulcânica
Selva sintética
Nesta meca satânica
Nesta merda higiénica
A matemática é sádica!

Cinto aperta é perto a jugular
Carta aberta é conta pra pagar
A fome aperta é perto o limiar
Ferida aberta o abutre a voar!
Espeta roda a faca e corta o pulso
Ou cerra o punho, faz discurso!
Espeta roda a faca e corta o pulso
Ou cerra o punho, faz discurso!

Como é que eu saio daqui?
Como é que eu saio daqui?
Como é que eu saio daqui?
Todos temos revolta
Nós andamos à solta
Todos vemos a porta!
O que é que falta?

O que é que falta?
O que é que falta?
Todos temos revolta
Nós andamos à solta
Todos vemos a porta!
O que é que falta?
O que é que falta?"

JUGULAR Capicua



SITE-Norte

segunda-feira, 4 de janeiro de 2021

"Era ele que erguia casas

Onde antes só havia chão.

Como um pássaro sem asas

Ele subia com as asas

Que lhe brotavam da mão.

Mas tudo desconhecia

De sua grande missão:

Não sabia por exemplo

Que a casa de um homem é um templo

Um templo sem religião

Como tampouco sabia

Que a casa que ele fazia

Sendo a sua liberdade

Era a sua escravidão.

De fato como podia

Um operário em construção

Compreender porque um tijolo

Valia mais do que um pão?

Tijolos ele empilhava

Com pá, cimento e esquadria

Quanto ao pão, ele o comia

Mas fosse comer tijolo!

E assim o operário ia

Com suor e com cimento

Erguendo uma casa aqui

Adiante um apartamento

Além uma igreja, à frente

Um quartel e uma prisão:

Prisão de que sofreria

Não fosse eventualmente

Um operário em construção.

Mas ele desconhecia

Esse fato extraordinário:

Que o operário faz a coisa

E a coisa faz o operário.

De forma que, certo dia

À mesa, ao cortar o pão

O operário foi tomado

De uma súbita emoção

Ao constatar assombrado

Que tudo naquela mesa

- Garrafa, prato, facão

Era ele quem fazia

Ele, um humilde operário

Um operário em construção.

Olhou em torno: a gamela

Banco, enxerga, caldeirão

Vidro, parede, janela

Casa, cidade, nação!

Tudo, tudo o que existia

Era ele quem os fazia

Ele, um humilde operário

Um operário que sabia

Exercer a profissão.

Ah, homens de pensamento

Não sabereis nunca o quanto

Aquele humilde operário

Soube naquele momento

Naquela casa vazia

Que ele mesmo levantara

Um mundo novo nascia

De que sequer suspeitava.

O operário emocionado

Olhou sua própria mão

Sua rude mão de operário

De operário em construção

E olhando bem para ela

Teve um segundo a impressão

De que não havia no mundo

Coisa que fosse mais bela.

Foi dentro dessa compreensão

Desse instante solitário

Que, tal sua construção

Cresceu também o operário

Cresceu em alto e profundo

Em largo e no coração

E como tudo que cresce

Ele não cresceu em vão

Pois além do que sabia

- Exercer a profissão -

O operário adquiriu

Uma nova dimensão:

A dimensão da poesia.

E um fato novo se viu

Que a todos admirava:

O que o operário dizia

Outro operário escutava.

E foi assim que o operário

Do edifício em construção

Que sempre dizia "sim"

Começou a dizer "não"

E aprendeu a notar coisas

A que não dava atenção:

Notou que sua marmita

Era o prato do patrão

Que sua cerveja preta

Era o uísque do patrão

Que seu macacão de zuarte

Era o terno do patrão

Que o casebre onde morava

Era a mansão do patrão

Que seus dois pés andarilhos

Eram as rodas do patrão

Que a dureza do seu dia

Era a noite do patrão

Que sua imensa fadiga

Era amiga do patrão.

E o operário disse: Não!

E o operário fez-se forte

Na sua resolução


Como era de se esperar

As bocas da delação

Começaram a dizer coisas

Aos ouvidos do patrão

Mas o patrão não queria

Nenhuma preocupação.

- "Convençam-no" do contrário

Disse ele sobre o operário

E ao dizer isto sorria.

Dia seguinte o operário

Ao sair da construção

Viu-se súbito cercado

Dos homens da delação

E sofreu por destinado

Sua primeira agressão

Teve seu rosto cuspido

Teve seu braço quebrado

Mas quando foi perguntado

O operário disse: Não!


Em vão sofrera o operário

Sua primeira agressão

Muitas outras seguiram

Muitas outras seguirão

Porém, por imprescindível

Ao edifício em construção

Seu trabalho prosseguia

E todo o seu sofrimento

Misturava-se ao cimento

Da construção que crescia.


Sentindo que a violência

Não dobraria o operário

Um dia tentou o patrão

Dobrá-lo de modo contrário

De sorte que o foi levando

Ao alto da construção

E num momento de tempo

Mostrou-lhe toda a região

E apontando-a ao operário

Fez-lhe esta declaração:

- Dar-te-ei todo esse poder

E a sua satisfação

Porque a mim me foi entregue

E dou-o a quem quiser.

Dou-te tempo de lazer

Dou-te tempo de mulher

Portanto, tudo o que ver

Será teu se me adorares

E, ainda mais, se abandonares

O que te faz dizer não.


Disse e fitou o operário

Que olhava e reflectia

Mas o que via o operário

O patrão nunca veria

O operário via casas

E dentro das estruturas

Via coisas, objectos

Produtos, manufacturas.

Via tudo o que fazia

O lucro do seu patrão

E em cada coisa que via

Misteriosamente havia

A marca de sua mão.

E o operário disse: Não!


- Loucura! - gritou o patrão

Não vês o que te dou eu?

- Mentira! - disse o operário

Não podes dar-me o que é meu.

E um grande silêncio fez-se

Dentro do seu coração

Um silêncio de martírios

Um silêncio de prisão.

Um silêncio povoado

De pedidos de perdão

Um silêncio apavorado

Com o medo em solidão

Um silêncio de torturas

E gritos de maldição

Um silêncio de fracturas

A se arrastarem no chão

E o operário ouviu a voz

De todos os seus irmãos

Os seus irmãos que morreram

Por outros que viverão

Uma esperança sincera

Cresceu no seu coração

E dentro da tarde mansa

Agigantou-se a razão

De um homem pobre e esquecido

Razão porém que fizera

Em operário construído

O operário em construção"


OPERÁRIO EM CONSTRUÇÃO Vinícius de Morais

Sindicato TÊXTIL do MINHO E TRÁS-OS-MONTES

quinta-feira, 31 de dezembro de 2020

"A gente podia poder costurar o tempo, bordando em cima dos erros para que eles sumissem. Costurar as pessoas que gostamos pertinho. Costurar os domingos, um mais perto do outro. Costurar o amor verdadeiro no peito de quem a gente ama. Costurar a verdade na boca dos seres. Costurar a saudade no fundo de um baú para que ela de lá não fuja. Costurar a auto- estima bem alto, pra que nunca ela caia. Costurar o perdão na alma e a bondade na mão. Costurar o bem no bem e o bem sobre o mal. Costurar a saúde na enfermidade e a felicidade em todo lugar e ir costurando a vida, um pouquinho de esperança em cada dia e muita coragem em cada ser humano."

Janaína Cavallin






Morada:
R. de Camões, 70
4810-442 GUIMARÃES
Correio electrónico:
geral@texteisminho-cgtp.com
Telefone:
253412987

Sindicato dos Trabalhadores da CONSTRUÇÃO, Madeiras, Mármores, Pedreiras, Cerâmica e Afins, da REGIÃO a NORTE do RIO DOURO

quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

Amou daquela vez como se fosse a última

Beijou sua mulher como se fosse a última

E cada filho seu como se fosse o único

E atravessou a rua com seu passo tímido

Subiu a construção como se fosse máquina

Ergueu no patamar quatro paredes sólidas

Tijolo com tijolo num desenho mágico

Seus olhos embotados de cimento e lágrima

Sentou pra descansar como se fosse sábado

Comeu feijão com arroz como se fosse um príncipe

Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago

Dançou e gargalhou como se ouvisse música

E tropeçou no céu como se fosse um bêbado

E flutuou no ar como se fosse um pássaro

E se acabou no chão feito um pacote flácido

Agonizou no meio do passeio público

Morreu na contramão atrapalhando o tráfego

Amou daquela vez como se fosse o último

Beijou sua mulher como se fosse a única

E cada filho seu como se fosse o pródigo

E atravessou a rua com seu passo bêbado

Subiu a construção como se fosse sólido

Ergueu no patamar quatro paredes mágicas

Tijolo com tijolo num desenho lógico

Seus olhos embotados de cimento e tráfego

Sentou pra descansar como se fosse um príncipe

Comeu feijão com arroz como se fosse o máximo

Bebeu e soluçou como se fosse máquina

Dançou e gargalhou como se fosse o próximo

E tropeçou no céu como se ouvisse música

E flutuou no ar como se fosse sábado

E se acabou no chão feito um pacote tímido

Agonizou no meio do passeio náufrago

Morreu na contramão atrapalhando o público

Amou daquela vez como se fosse máquina

Beijou sua mulher como se fosse lógico

Ergueu no patamar quatro paredes flácidas

Sentou pra descansar como se fosse um pássaro

E flutuou no ar como se fosse um príncipe

E se acabou no chão feito um pacote bêbado

Morreu na contramão atrapalhando o sábado

Por esse pão pra comer, por esse chão pra dormir

A certidão pra nascer e a concessão pra sorrir

Por me deixar respirar, por me deixar existir

Deus lhe pague

Pela cachaça de graça que a gente tem que engolir

Pela fumaça e desgraça que a gente tem que tossir

Pelos andaimes pingentes que a gente tem que cair

Deus lhe pague

Pela mulher carpideira pra nos louvar e cuspir

E pelas moscas bicheiras a nos beijar e cobrir

E pela paz derradeira que enfim vai nos redimir

Deus lhe pague


CONSTRUÇÃO, Chico Buarque






STRUP - Sindicato dos Trabalhadores de Transportes Rodoviários e Urbanos de Portugal

 Quando um Homem Quiser

Tu que dormes à noite na calçada do relento
numa cama de chuva com lençóis feitos de vento
tu que tens o Natal da solidão, do sofrimento
és meu irmão, amigo, és meu irmão

E tu que dormes só o pesadelo do ciúme
numa cama de raiva com lençóis feitos de lume
e sofres o Natal da solidão sem um queixume
és meu irmão, amigo, és meu irmão

Natal é em Dezembro
mas em Maio pode ser
Natal é em Setembro
é quando um homem quiser
Natal é quando nasce
uma vida a amanhecer
Natal é sempre o fruto
que há no ventre da mulher

Tu que inventas ternura e brinquedos para dar
tu que inventas bonecas e comboios de luar
e mentes ao teu filho por não os poderes comprar
és meu irmão, amigo, és meu irmão

E tu que vês na montra a tua fome que eu não sei
fatias de tristeza em cada alegre bolo-rei
pões um sabor amargo em cada doce que eu comprei
és meu irmão, amigo, és meu irmão

Ary dos Santos, in 'As Palavras das Cantigas'

Mensagem de Novo Ano 2021 da Inter-Reformados - Solidariedade e confiança num futuro melhor

terça-feira, 29 de dezembro de 2020

Mensagem de Novo Ano 2021

Solidariedade e confiança num futuro melhor

A Direção Distrital da INTER-REFORMADOS deseja a todos os Reformados, Pensionistas e Idosos, bem como as suas famílias e amigos, um próspero e Feliz Ano Novo 2021 com saúde, bem-estar e conforto.

Não são esquecidas as dificuldades e apreensões vividas por todos nós, face aos trágicos efeitos provocados pelo COVID-19, mas também as limitações e privações a que estamos sujeitos e a amargura de muitas famílias pelas perdas sofridas.

Destaque para os profissionais de saúde e outros trabalhadores, que continuam a dar o seu melhor para assegurar a defesa das vidas em perigo e demonstram a importância da defesa de um Serviço Nacional de Saúde, universal, geral e gratuito. Nesse sentido, devemos estar todos unidos na defesa do SNS e dos seus profissionais, exigindo do Governo um maior investimento humano e financeiro.

A Direção Distrital da INTER-REFORMADOS acentua ainda a necessidade de encarar o presente e o futuro com confiança e esperança, lutando pela defesa dos direitos dos Reformados a uma vida digna e justa. Para isso, é preciso defender os nossos rendimentos, melhorar as nossas pensões e tudo quanto conquistamos ao longo destes últimos anos, desde que derrotamos o governo da Troika.

A Direção Distrital da INTER-REFORMADOS assume o compromisso de tudo continuar a fazer para lutar pela defesa intransigente dos direitos dos Reformados, Pensionistas e Idosos, e faz votos que 2021 corresponda aos vossos melhores e necessários anseios pelo direito a envelhecer com dignidade.

 

Braga, 29 de Dezembro de 2020

Reunião do Conselho Distrital da INTER-REFORMADOS






Sindicato dos Enfermeiros Portugueses






Horário da Casa Sindical de Braga nos dias 24 e 31 de Dezembro de 2020

quarta-feira, 23 de dezembro de 2020

 Camaradas,

Nos dias 24 e 31 de Dezembro de 2020, o horário da Casa Sindical de Braga será o seguinte:

9h - 13h


Saudações Sindicais, e votos de Boas Festas!


Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Norte

segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

 



Braga, 16 de Dezembro de 2020

Camaradas, os trabalhadores dos hotéis, restaurantes, cafés, pastelarias e similares têm sido os mais afectados péla pandemia, e tudo indica que continuarão a sê-lo ainda por um largo período.

Desde o início da pandemia que milhares de trabalhadores deixaram de receber o seu salário, viram os seus direitos serem postos em causa e os rendimentos mensais reduzidos drasticamente, incluindo o direito a tomas as suas refeições em espécie.

É tempo de o Governo apoiar os trabalhadores directamente, porque as vítimas são os trabalhadores, e não aqueles que tiveram elevados proveitos durante muitos anos à custa do aumento exponencial do turismo, de dormidas, receitas e da exploração de quem trabalha.

O nosso sindicato não acompanha os protestos dos patrões da restauração, bebidas e alojamento que reclamam apoios do Governo quando sabemos que estes apoios não revertem para manter o emprego, os direitos e os salários dos trabalhadores.

O nosso sindicato entende que as restrições dos horários de funcionamento dos estabelecimentos não são compreensíveis, e pões em causa os direitos dos trabalhadores, O que é exigível é manter os estabelecimentos abertos com regras de segurança, saúde e bem-estar.

A FESAHT realizou no passado dia 10 do corrente uma concentração nacional de protesto dos trabalhadores dos hotéis, restaurantes, cafés, pastelarias e similares, frente ao Ministério do Trabalho em Lisboa para exigir:

  • Apoio directo do Estado aos trabalhadores que foram ou são penalizados nos seus rendimentos mensais;
  • Reabertura imediata de todas as empresas, estabelecimentos e serviços de alojamento, restauração, bebidas e similares;
  • Retoma da actividade de todos os comboios, barcos e de todos os serviços de restauração e alojamento;
  • Anulação de todos os despedimentos colectivos e individuais;
  • Reintegração de todos os trabalhadores despedidos;
  • Reposição de todos os direitos dos trabalhadores, designadamente férias, horários, prémios, subsídios e outras prestações retributivas;
  • Pagamento dos salários em atraso;
  • Ocupação efectiva dos postos de trabalho sem redução do horário, e com pagamento dos salários a 100%;
  • Condições mínimas de segurança e protecção da saúde dos trabalhadores;
  • Apoio especial aos trabalhadores das cantinas, refeitórios, bares, lavandarias, resíduos e manutenção de hospitais igual ao que o Governo decidiu dar aos trabalhadores da saúde;
  • Respeito pelos direitos dos trabalhadores;
  • Retoma da negociação da contratação colectiva;
  • Aumentos salariais dignos e justos para todos os trabalhadores;
  • Actuação exemplar da ACT, coerciva e penalizadora, e anulação de todos os despedimentos e outros actos ilegais praticados pelas empresas desde Março.

Os Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares decidiram intensificar a luta nas empresas e locais de trabalho, na defesa dos seus direitos e interesses legítimos.

VIVA A LUTA DOS TRABALHADORES!

VIVA A CGTP-IN!


 

Semear Abril

Semear Abril
Concurso de Desenho

Sindicaliza-te

Pesquisar Assunto

SEGURANÇA SAÚDE TRABALHO

IGUALDADE


4ª edição Guia

XV Congresso CGTP-IN

PLENÁRIO DISTRITAL

8ªCONFERÊNCIA INTER-REFORMADOS

CGTP-IN

Acção e Luta

STOP TTIP

Manifesto Defesa Cultura

Eugénio Rosa

Visitantes (desde Julho 2013)