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Atendimento nas lojas do cidadão avaliado por “smiles”

terça-feira, 24 de maio de 2016

A pretexto de querer "avaliar automaticamente a qualidade dos serviços prestados, pelas entidades públicas", a direcção da Agência para a Modernização Administrativa, I.P. (AMA), mandou instalar aparelhos que avaliam o atendimento através de "smiles". Do sorriso simpático ao antipático, os utentes podem descarregar as fúrias ou simpatias, premindo um botão de forma automática.

Indo para além dos mecanismos de avaliação dos serviços até aqui utilizados, o novo expediente tem um grau de subjectividade muito elevado e um leque de escolhas que poderá enviezar por completo o sentido da avaliação. Por outro lado, desconhece-se em absoluto a incidência dos resultados desta avaliação na avaliação a fazer aos trabalhadores dos balcões onde o mecanismo está instalado, pelos dirigentes respectivos.

A Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais, irá defender junto da Agência Para a Modernização Administrativa, IP que, até ao esclarecimento destas questões, a utilização deste "método" de avaliação seja suspenso.


Fonte: STFPSN

600 funcionários públicos podem ser despedidos no próximo ano

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

600 funcionários públicos que correm o risco de ser despedidos no próximo ano, se o Governo não definir com urgência o futuro do regime de requalificação. O alerta é do dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Norte, que espera que o PS cumpra o que estava no programa de Governo.
Declarações ao Porto Canal de Orlando Gonçalves, Coordenador do Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Norte - STFPSN.

Fonte: Porto Canal

13 de Março - Trabalhadores da administração pública em luta

quinta-feira, 12 de março de 2015

Trabalhadores da administração pública em luta

Os trabalhadores da Administração Local e de toda a Administração Pública paralisam no próximo dia 13 de Março, em luta pelos salários, 35 horas de trabalho e direitos, exigindo o fim das políticas de destruição dos serviços públicos, do empobrecimento geral da população e do assalto à Administração Local:
  • Condenamos a manutenção, pelo quarto ano consecutivo, dos cortes nos subsídios e nos salários, do congelamento das carreiras e das escandalosas reduções do pagamento do trabalho extraordinário, dos dias de férias e o roubo dos feriados.
  • Exigimos a reposição do poder de compra perdido. Os trabalhadores da Administração Pública sofreram neste período um corte no seu poder de compra superior a 20 por cento.
  • Denunciamos o aumento dos impostos, nomeadamente através da chamada «fiscalidade verde» que agrava os preços dos combustíveis rodoviários, gás e outros produtos essenciais, reflectindo-se nas nossas condições de vida.
  • Repudiamos a retórica eleitoralista do Governo que falseia a realidade, pretendendo criar a ilusão de alívio na situação das famílias e de recuperação da economia, falseando a própria informação.

Vigília pela defesa dos postos de trabalho na Segurança Social em Braga | 26-01-2015

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

O Governo quer atirar para a “requalificação”, ante-câmara do despedimento colectivo, quase 700 trabalhadores do Instituto da Segurança Social, IP, somente com o intuito de diminuir o número de trabalhadores naquele organismo e globalmente, na Administração Pública, ignorando quaisquer medidas gestionárias de mobilidade dos trabalhadores afectados, entre carreiras e entre serviços. 

O Instituto da Segurança Social, suportado na vontade do Governo em reduzir a valores residuais o número de trabalhadores na Administração Pública, não olhou a meios para concretizar aquele objectivo, subvertendo completamente a real situação dos trabalhadores que procura atirar para a “requalificação”alegando que os mesmos são um “peso morto”no ISS, IP, o que não é verdade. 

De facto e contrariamente ao que afirmou na Assembleia da República, o Ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social, uma parte dos assistentes operacionais que o ISS, IP quer dispensar, já há largo tempo desempenham funções administrativas e mesmo técnicas, possuindo habilitações para serem alvo de um processo de mobilidade entre carreiras, coisa que este Instituto nunca promoveu. 

Efectivamente, o que o Governo quer é despedir os trabalhadores efectivos, colocando-os em processo de requalificação, para os substituir, como já faz, por desempregados ao abrigo de contratos de emprego/inserção(CEI e CEI+), ou seja, quer trocar a estabilidade de emprego pela precariedade e pelos baixos salários e por trabalho sem direitos.

Em Braga, estão em causa os postos de trabalho de 51 de trabalhadores vítimas deste modelo de privatização da solidariedade e da protecção social.
 

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