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JORNADA NACIONAL DE LUTA | 7/OUTUBRO A 9/NOVEMBRO

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CESP - Sindicato do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal

terça-feira, 5 de janeiro de 2021

"Vida de escritório das 9 às 5
Horas extraordinárias
De borla até às 20 e tal
Fora o fisco
Fora o risco
De ficar fora disto!
Cinto aperta é perto a jugular
Carta aberta é conta pra pagar
A fome aperta é perto o limiar
Ferida aberta o abutre a voar!

Eureka deu merda moderna
A moeda em queda e a meta
Medem a média e dá nada
Euro e europa e euribor
E ouro e outro que é diesel
Cobre e coroa de níquel
Cobras cobram sacrifícios!

Cortam no que comes
E mantêm o vício
O ministro fez a conta
És desperdício
E agora tens a escolha
Ntre o precipício
E a espada!

Eu insistia que queria esta vida
Para mim um dia
E se eu sabia que ia dar
Em via sem saída
Será que ainda resistiria
Ficava ou fugia
Gritava com valentia
Ou soria para a fotografia?
A cidade é ácida
A vida é ávida e rápida
A idade é ápice
E há de passar
De dádiva a dívida!


Fera mecânica
Nesta era do pânico
Nesta mira automática
A nossa ira é vulcânica
Selva sintética
Nesta meca satânica
Nesta merda higiénica
A matemática é sádica!

Cinto aperta é perto a jugular
Carta aberta é conta pra pagar
A fome aperta é perto o limiar
Ferida aberta o abutre a voar!
Espeta roda a faca e corta o pulso
Ou cerra o punho, faz discurso!
Espeta roda a faca e corta o pulso
Ou cerra o punho, faz discurso!

Como é que eu saio daqui?
Como é que eu saio daqui?
Como é que eu saio daqui?
Todos temos revolta
Nós andamos à solta
Todos vemos a porta!
O que é que falta?

O que é que falta?
O que é que falta?
Todos temos revolta
Nós andamos à solta
Todos vemos a porta!
O que é que falta?
O que é que falta?"

JUGULAR Capicua



SITE-Norte

segunda-feira, 4 de janeiro de 2021

"Era ele que erguia casas

Onde antes só havia chão.

Como um pássaro sem asas

Ele subia com as asas

Que lhe brotavam da mão.

Mas tudo desconhecia

De sua grande missão:

Não sabia por exemplo

Que a casa de um homem é um templo

Um templo sem religião

Como tampouco sabia

Que a casa que ele fazia

Sendo a sua liberdade

Era a sua escravidão.

De fato como podia

Um operário em construção

Compreender porque um tijolo

Valia mais do que um pão?

Tijolos ele empilhava

Com pá, cimento e esquadria

Quanto ao pão, ele o comia

Mas fosse comer tijolo!

E assim o operário ia

Com suor e com cimento

Erguendo uma casa aqui

Adiante um apartamento

Além uma igreja, à frente

Um quartel e uma prisão:

Prisão de que sofreria

Não fosse eventualmente

Um operário em construção.

Mas ele desconhecia

Esse fato extraordinário:

Que o operário faz a coisa

E a coisa faz o operário.

De forma que, certo dia

À mesa, ao cortar o pão

O operário foi tomado

De uma súbita emoção

Ao constatar assombrado

Que tudo naquela mesa

- Garrafa, prato, facão

Era ele quem fazia

Ele, um humilde operário

Um operário em construção.

Olhou em torno: a gamela

Banco, enxerga, caldeirão

Vidro, parede, janela

Casa, cidade, nação!

Tudo, tudo o que existia

Era ele quem os fazia

Ele, um humilde operário

Um operário que sabia

Exercer a profissão.

Ah, homens de pensamento

Não sabereis nunca o quanto

Aquele humilde operário

Soube naquele momento

Naquela casa vazia

Que ele mesmo levantara

Um mundo novo nascia

De que sequer suspeitava.

O operário emocionado

Olhou sua própria mão

Sua rude mão de operário

De operário em construção

E olhando bem para ela

Teve um segundo a impressão

De que não havia no mundo

Coisa que fosse mais bela.

Foi dentro dessa compreensão

Desse instante solitário

Que, tal sua construção

Cresceu também o operário

Cresceu em alto e profundo

Em largo e no coração

E como tudo que cresce

Ele não cresceu em vão

Pois além do que sabia

- Exercer a profissão -

O operário adquiriu

Uma nova dimensão:

A dimensão da poesia.

E um fato novo se viu

Que a todos admirava:

O que o operário dizia

Outro operário escutava.

E foi assim que o operário

Do edifício em construção

Que sempre dizia "sim"

Começou a dizer "não"

E aprendeu a notar coisas

A que não dava atenção:

Notou que sua marmita

Era o prato do patrão

Que sua cerveja preta

Era o uísque do patrão

Que seu macacão de zuarte

Era o terno do patrão

Que o casebre onde morava

Era a mansão do patrão

Que seus dois pés andarilhos

Eram as rodas do patrão

Que a dureza do seu dia

Era a noite do patrão

Que sua imensa fadiga

Era amiga do patrão.

E o operário disse: Não!

E o operário fez-se forte

Na sua resolução


Como era de se esperar

As bocas da delação

Começaram a dizer coisas

Aos ouvidos do patrão

Mas o patrão não queria

Nenhuma preocupação.

- "Convençam-no" do contrário

Disse ele sobre o operário

E ao dizer isto sorria.

Dia seguinte o operário

Ao sair da construção

Viu-se súbito cercado

Dos homens da delação

E sofreu por destinado

Sua primeira agressão

Teve seu rosto cuspido

Teve seu braço quebrado

Mas quando foi perguntado

O operário disse: Não!


Em vão sofrera o operário

Sua primeira agressão

Muitas outras seguiram

Muitas outras seguirão

Porém, por imprescindível

Ao edifício em construção

Seu trabalho prosseguia

E todo o seu sofrimento

Misturava-se ao cimento

Da construção que crescia.


Sentindo que a violência

Não dobraria o operário

Um dia tentou o patrão

Dobrá-lo de modo contrário

De sorte que o foi levando

Ao alto da construção

E num momento de tempo

Mostrou-lhe toda a região

E apontando-a ao operário

Fez-lhe esta declaração:

- Dar-te-ei todo esse poder

E a sua satisfação

Porque a mim me foi entregue

E dou-o a quem quiser.

Dou-te tempo de lazer

Dou-te tempo de mulher

Portanto, tudo o que ver

Será teu se me adorares

E, ainda mais, se abandonares

O que te faz dizer não.


Disse e fitou o operário

Que olhava e reflectia

Mas o que via o operário

O patrão nunca veria

O operário via casas

E dentro das estruturas

Via coisas, objectos

Produtos, manufacturas.

Via tudo o que fazia

O lucro do seu patrão

E em cada coisa que via

Misteriosamente havia

A marca de sua mão.

E o operário disse: Não!


- Loucura! - gritou o patrão

Não vês o que te dou eu?

- Mentira! - disse o operário

Não podes dar-me o que é meu.

E um grande silêncio fez-se

Dentro do seu coração

Um silêncio de martírios

Um silêncio de prisão.

Um silêncio povoado

De pedidos de perdão

Um silêncio apavorado

Com o medo em solidão

Um silêncio de torturas

E gritos de maldição

Um silêncio de fracturas

A se arrastarem no chão

E o operário ouviu a voz

De todos os seus irmãos

Os seus irmãos que morreram

Por outros que viverão

Uma esperança sincera

Cresceu no seu coração

E dentro da tarde mansa

Agigantou-se a razão

De um homem pobre e esquecido

Razão porém que fizera

Em operário construído

O operário em construção"


OPERÁRIO EM CONSTRUÇÃO Vinícius de Morais

Sindicato TÊXTIL do MINHO E TRÁS-OS-MONTES

quinta-feira, 31 de dezembro de 2020

"A gente podia poder costurar o tempo, bordando em cima dos erros para que eles sumissem. Costurar as pessoas que gostamos pertinho. Costurar os domingos, um mais perto do outro. Costurar o amor verdadeiro no peito de quem a gente ama. Costurar a verdade na boca dos seres. Costurar a saudade no fundo de um baú para que ela de lá não fuja. Costurar a auto- estima bem alto, pra que nunca ela caia. Costurar o perdão na alma e a bondade na mão. Costurar o bem no bem e o bem sobre o mal. Costurar a saúde na enfermidade e a felicidade em todo lugar e ir costurando a vida, um pouquinho de esperança em cada dia e muita coragem em cada ser humano."

Janaína Cavallin






Morada:
R. de Camões, 70
4810-442 GUIMARÃES
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253412987

Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Norte

segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

 



Braga, 16 de Dezembro de 2020

Camaradas, os trabalhadores dos hotéis, restaurantes, cafés, pastelarias e similares têm sido os mais afectados péla pandemia, e tudo indica que continuarão a sê-lo ainda por um largo período.

Desde o início da pandemia que milhares de trabalhadores deixaram de receber o seu salário, viram os seus direitos serem postos em causa e os rendimentos mensais reduzidos drasticamente, incluindo o direito a tomas as suas refeições em espécie.

É tempo de o Governo apoiar os trabalhadores directamente, porque as vítimas são os trabalhadores, e não aqueles que tiveram elevados proveitos durante muitos anos à custa do aumento exponencial do turismo, de dormidas, receitas e da exploração de quem trabalha.

O nosso sindicato não acompanha os protestos dos patrões da restauração, bebidas e alojamento que reclamam apoios do Governo quando sabemos que estes apoios não revertem para manter o emprego, os direitos e os salários dos trabalhadores.

O nosso sindicato entende que as restrições dos horários de funcionamento dos estabelecimentos não são compreensíveis, e pões em causa os direitos dos trabalhadores, O que é exigível é manter os estabelecimentos abertos com regras de segurança, saúde e bem-estar.

A FESAHT realizou no passado dia 10 do corrente uma concentração nacional de protesto dos trabalhadores dos hotéis, restaurantes, cafés, pastelarias e similares, frente ao Ministério do Trabalho em Lisboa para exigir:

  • Apoio directo do Estado aos trabalhadores que foram ou são penalizados nos seus rendimentos mensais;
  • Reabertura imediata de todas as empresas, estabelecimentos e serviços de alojamento, restauração, bebidas e similares;
  • Retoma da actividade de todos os comboios, barcos e de todos os serviços de restauração e alojamento;
  • Anulação de todos os despedimentos colectivos e individuais;
  • Reintegração de todos os trabalhadores despedidos;
  • Reposição de todos os direitos dos trabalhadores, designadamente férias, horários, prémios, subsídios e outras prestações retributivas;
  • Pagamento dos salários em atraso;
  • Ocupação efectiva dos postos de trabalho sem redução do horário, e com pagamento dos salários a 100%;
  • Condições mínimas de segurança e protecção da saúde dos trabalhadores;
  • Apoio especial aos trabalhadores das cantinas, refeitórios, bares, lavandarias, resíduos e manutenção de hospitais igual ao que o Governo decidiu dar aos trabalhadores da saúde;
  • Respeito pelos direitos dos trabalhadores;
  • Retoma da negociação da contratação colectiva;
  • Aumentos salariais dignos e justos para todos os trabalhadores;
  • Actuação exemplar da ACT, coerciva e penalizadora, e anulação de todos os despedimentos e outros actos ilegais praticados pelas empresas desde Março.

Os Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares decidiram intensificar a luta nas empresas e locais de trabalho, na defesa dos seus direitos e interesses legítimos.

VIVA A LUTA DOS TRABALHADORES!

VIVA A CGTP-IN!


Sindicato dos Trabalhadores em Funções Pública e Sociais do Norte

sábado, 19 de dezembro de 2020

Braga, 16 de Dezembro de 2020

A actual crise pandémica por Covid-19 veio confirmar aquilo que se previa há muito, e que sempre denunciámos. A crescente falta de investimento, observada ao longo dos últimos anos nos Serviços Públicos, tem resultado na deterioração das funções sociais do Estado, numa política indiscriminada de transferência de competências para o Sector Social, numa precariedade sistemática empregue às relações laborais subsistentes e, na generalidade, numa política desmotivante de baixos salários. É inequívoco que as políticas seguidas não têm sido as melhores, fragilizando sobremodo os serviços prestados aos cidadãos.

Afirmamos, sem medo de errar, que o colapso dos serviços públicos e sociais só não ocorreram pela inegável abnegação demonstrada pelos trabalhadores. Ainda assim, não se vislumbra por parte do Governo medidas que, efectivamente, permitam corrigir e acrescentar mais-valias às condições de trabalho e a uma valorização efectiva dos trabalhadores.

 Da proposta de Orçamento de Estado para 2021 prevê 0% de aumentos salariais para os trabalhadores da Administração Pública, espelhando bem a posição assumida pelo Governo. As últimas tomadas de posição do Governo não deixam de ser reveladoras duma intenção de manter as políticas de desinvestimento, continuando a teimar em não assegurar no futuro melhores condições para os seus trabalhadores e, por inerência, uma melhoria nas condições sociais para os seus cidadãos.

Vejamos, a decisão de recorrer aos sistemas privados de saúde, negociando os cuidados de saúde a prestar aos cidadãos, é mais um ataque ao Serviço Nacional de Saúde mascarado com a “excepcionalidade do momento”.   

Todos sabemos, e a história o foi demonstrando, que as situações de excepcão ocorrem sem condição de regularidade, intensidade e conhecimento; e, por isso mesmo, dotar o Serviço Nacional de Saúde de condições que permitam fazer face à excepção, sejam de que ordem for, é o mínimo que se poderia exigir.

A criação de carreiras específicas e salários dignos, que sejam atractivas e possibilitem uma merecida estabilidade aos trabalhadores, colmataria grandemente a desmotivação que acaba, não raras vezes, com a evasão dos trabalhadores para outras áreas de actividade ou, como temos assistido, na mesma área, mas num país diferente.

As funções públicas e sociais, porém, não se esgotam no âmbito dos serviços de saúde.

A assunção da importância do Sector Social, designado substituto das funções sociais do Estado, no suporte às famílias e com relevante papel nos cuidados prestados aos mais idosos (numa perspectiva sanitária, dos mais afectados com esta pandemia) não se traduziu em medidas valorizadoras dos seus trabalhadores. Pese embora todos os apoios extraordinários concedidos, seja através de subsídios a fundo perdido para aquisição de materiais de protecção e prevenção, seja pelo pagamento integral dos valores dos acordos de cooperação mesmo em situações em que os equipamentos encerraram e os trabalhadores ficaram em Lay-Off, afirmam as Instituições que não podem aumentar condignamente os seus trabalhadores.

Ficamo-nos então pelos aplausos… Sabemos bem que o reconhecimento agrada, mas não enche barriga. Vamos também assistindo a uma, cada vez maior, dificuldade de contratação de quadros para as Instituições do Sector Social pois as condições apresentadas, sejam de trabalho ou de salários, ficam muito aquém do expectável para quem representa um enorme papel de responsabilidade e penosidade, física e psicológica. As centenas de milhões de euros que o Estado atribui ao Sector Social não se traduzem numa melhor prestação de serviços, pelo contrário, não fosse uma vez mais o espírito de missão dos trabalhadores e muito pior seriam; por isso continuaremos a defender e a lutar pelo retorno das funções sociais do Sector Social à esfera do Estado, donde nunca deveriam ter saído.

Também nas escolas se agudiza aquilo que deveria ser o funcionamento ideal, tendo em conta as exigências que a pandemia de Covid-19 nos impôs. 

A recente publicação de nova Portaria de Rácios para as escolas volta a não satisfazer as necessidades da comunidade escolar, os números de trabalhadores previstos e já considerados insuficientes num cenário pré-pandemia são apresentados como bastantes quando sabemos diariamente de casos positivos à infecção por Sars-Cov-2 nas escolas, levando trabalhadores ao isolamento profiláctico sem serem substituídos, diminuindo assim a vigilância e o cumprimento de regras no ambiente escolar.

Nota também aqui para os trabalhadores dos serviços da Segurança Social que, por força das alterações legislativas decorrentes do estado pandémico, se depararam com um aumento exponencial de processamentos de apoios e subsídios, com novas formulações e tipificações, sem a correspondente contratação de trabalhadores, sobrecarregando os serviços e provocando um défice na resposta aos cidadãos.

A singular capacidade de adaptação, e superação dos trabalhadores em funções públicas e sociais aos desafios que lhes têm sido impostos, impressiona.

Após a recente publicação da regulamentação do teletrabalho, através do Decreto-Lei nº 94-A/2020, de 3 de Novembro, promove-se a imposição, para muitos, duma nova forma de prestação de trabalho, deixando omisso no entanto algo muito importante e para o qual já havíamos alertado: as despesas decorrentes da prestação do trabalho e que ficam a cargo do trabalhador, nomeadamente, gastos com electricidade e serviços de telecomunicações. 

Uma vez mais, o ónus da pandemia e suas implicações recai sobre os trabalhadores. Mais do que nunca, é evidenciada a necessidade de valorização dos trabalhadores e a garantia dos seus direitos, desde logo, através do:

 •CUMPRIMENTO DOS DIREITOS, LIBERDADES E GARANTIAS DOS TRABALHADORES;

•O AUMENTO GERAL DE TODOS OS SALÁRIOS COM UM SALÁRIO MÍNIMO DE €850 A CURTO PRAZO;

•A VALORIZAÇÃO DAS PROFISSÕES E DAS CARREIRAS;

•O FIM DA PRECARIEDADE, ASSENTE NUMA LEGISLAÇÃO LABORAL QUE GARANTA A JUSTIÇA SOCIAL;

•A REGULAMENTAÇÃO DOS HORÁRIOS DE TRABALHO;

•AS 35 HORAS SEMANAIS PARA TODOS;

•EXERCÍCIO DA LIBERDADE SINDICAL;

•MELHORAR OS SERVIÇOS PÚBLICOS E AS FUNÇÕES SOCIAIS DO ESTADO, COMO GARANTE DO BEM-ESTAR DA POPULAÇÃO;

•JUSTIÇA FISCAL PARA DESENVOLVER PORTUGAL.

A história do Movimento Sindical Unitário, os trabalhadores que o congregam e a união que tem presidido às suas grandes conquistas não são, por muito que alguns o possam desejar, possíveis de apagar; sabemos bem que só a união dos trabalhadores permitiu, e permitirá, alcançar mais direitos e melhores condições de trabalho.

Seguiremos, trilhando juntos, o caminho que sempre nos propusemos percorrer: A defesa dos trabalhadores!

 

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