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Acampamento pela Paz 2016
sexta-feira, 29 de julho de 2016
Evento no Facebook da Vigília "Sim à Paz! Não aos Exercícios Militares da NATO!
sexta-feira, 23 de outubro de 2015
Abaixo-assinado "Paz sim! NATO não! - Não à realização dos exercícios militares da NATO - 2015"
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
No quadro do reforço do seu carácter agressivo e expansionista, a NATO realiza entre 4 de Outubro e 6 de Novembro, em Portugal, Espanha e Itália, os maiores exercícios militares das últimas décadas. Estes exercícios ocorrem num momento em que se multiplicam situações de tensão, de conflito e de guerra, inclusive na Europa, e aumentam a insegurança e a instabilidade internacionais.
Comprometidas com a causa da Paz, da cooperação, do progresso e da justiça social e repudiando a realização destas manobras, que envolvem território nacional e forças militares portuguesas, dezenas de organizações das mais variadas áreas de intervenção, entre as quais a CGTP-IN e a União dos Sindicatos do Distrito de Braga, uniram-se para dar expressão pública à rejeição da participação das forças portuguesas em agressões militares da NATO a outros povos; à urgência da dissolução da NATO, do fim das armas nucleares e de extermínio em massa, do fim das bases militares estrangeiras e do desarmamento geral e controlado; e à reclamação perante as autoridades portuguesas do cumprimento das determinações da Constituição da República Portuguesa e da Carta das Nações Unidas, em respeito pelo direito internacional, pela soberania dos Estados e pela igualdade de direitos dos povos.
A subscrição individual da petição "Paz sim! NATO não! - Não à realização dos exercícios militares da NATO - 2015" pode ser efectuada AQUI.
Publicação da CGTP-IN
Jornal
70 anos do uso da bomba atómica em Hiroxima e Nagasáqui
quinta-feira, 6 de agosto de 2015
Pouco depois das 08h15 do dia 06 de Agosto de 1945 já era visível a fumaça sobre a cidade de Hiroshima em consequência da explosão de bombas atómicas lançadas de um dos dois bombardeiros da Força Aérea dos Estados Unidos. No momento em que esta foto foi tirada o flash de luz e de calor intenso emanado de uma bola de fogo de 370 metros de diâmetro já tinha tido lugar, provocando uma onda de choque intensa, irradiando mais rápido do que a velocidade do som, provocando danos a estruturas em terra e a pessoas num círculo de 3,2 km de diâmetro.
POSIÇÃO DA CGTP-IN SOBRE OS 70 ANOS DO USO
DA BOMBA ATÓMICA EM HIROXIMA E NAGASÁQUI
Nos dias 6 e 9 de Agosto passam 70 anos desde o bombardeamento nuclear pelos Estados Unidos da América contra as populações das cidades japonesas de Hiroxima e Nagasaki.
Ao recordar a data deste brutal massacre, a CGTP-IN não pode deixar de referir que o bombardeamento constituiu um dos maiores genocídios contra a humanidade, com mais de 250 mil mortos no imediato e muitos outros milhares de pessoas vitimadas pelo cancro e que vieram a morrer nas décadas seguintes.
No momento em que se registam os 70 anos deste cruel bombardeamento, a CGTP-IN associa-se a todos os que lutam para que calamidades desta natureza não voltem a ocorrer.
O arsenal de armas nucleares hoje existente é bem maior e mais destrutivo. A utilização deste tipo de armas significaria seguramente a destruição da própria espécie humana e da civilização no nosso planeta.
Entretanto, à ameaça nuclear somam-se outras ameaças político – militares, com um número crescente de guerras, invasões, ocupações, ingerências e bloqueios, de índole imperialista, que visam subjugar países e povos a uma ordem internacional em que pontifica o poderio militar da NATO e dos EUA e a tentativa do domínio geoestratégico de várias regiões, acompanhada do ataque à soberania dos países e do saque dos recursos naturais dos povos.
Esta é uma época em que os trabalhadores e os povos se confrontam com a regressão das suas condições de vida, com o desemprego, a precariedade, a pobreza, a exclusão social, a doença e a fome. Entretanto, as despesas militares mundiais atingiram cerca de 1, 5 mil milhões de Euros em2014.
Na União Europeia, aprofundam-se as políticas neoliberais, com especial expressão nos países sujeitos à intervenção externa, que têm conduzido à regressão económica e social, a uma maior concentração da riqueza nos grupos económicos e financeiros e à agudização das desigualdades sociais. A orientação federalista, neoliberal e militarista da UE e a submissão do governo português constituem um violento ataque a direitos, liberdades e garantias democráticas consagradas constitucionalmente.
Na verdade, o Tratado Europeu prevê mais avanços na política comum de segurança e defesa, confirmando a dimensão militarista do actual “projecto europeu”. Entre as medidas mais graves, contam-se a disponibilização, pelos Estados-membros, de capacidades civis e militares para o reforço constante da capacidade militar, com a Agência Europeia de Defesa a identificar, definir e programar as medidas necessárias ao reforço da indústria militar, num quadro de subordinação aos compromissos assumidos no âmbito da NATO.
A existência da NATO não tem justificação. A participação de Portugal neste bloco militar é contrária aos interesses do povo português e viola os princípios expressos na Constituição da República Portuguesa, designadamente, o preceituado no seu Artigo 7, nº 2, pelo que a CGTP-IN defende a dissolução daquele bloco político-militar.
A defesa da paz exige o combate ao militarismo e à corrida armamentista, por um mundo livre de armas nucleares e contra a instalação e permanência de bases militares estrangeiras, designadamente, na Península Ibérica.
No momento em que passam 70 anos do terrível holocausto no Japão, a CGTP-IN exige:
- A abolição das armas nucleares e de extermínio em massa e o desarmamento geral e controlado;
- O cumprimento das disposições da Constituição da República Portuguesa e da Carta das Nações Unidas, em respeito pelo direito internacional e pela soberania dos povos;
- Que o holocausto nuclear jamais se repita.
E exorta:
- Os trabalhadores e o povo portugueses a lutar pela paz, pelo desarmamento, pela solidariedade, pela construção de um mundo de progresso e justiça social.
Lisboa, 5 de Agosto de 2015
Interjovem no acampamento pela Paz
terça-feira, 4 de agosto de 2015
A Interjovem/CGTP-IN marcou presença no Acampamento Pela Paz 2015, em Évora.
Uma iniciativa levada a cabo pela Plataforma 40x25, que congrega um grande número de associações, sendo uma delas, a Interjovem/CGTP-IN.
Foi no quente ambiente alentejano que ao cair de tarde de sexta-feira (24), jovens de todo o país, dos mais variados sectores, chegavam de mochila às costas às Piscinas Municipais de Évora, município que solidariamente acolheu o evento.
Durante cerca de dois dias e duas noites, várias foram as actividades realizadas. Do desporto como o pólo aquático e o vólei, passando pelos concertos de Projecto Bug, Mind is Dead e NTS e um debate em torno dos 70 anos da vitória sobre o Nazi-Fascismo. Momentos intercalados por saltos e banhos nas piscinas, escaldões e passeios pela bela cidade de Évora.
Envolto de grande camaradagem, foi um palco onde descontraidamente se trocaram experiências e realidades, se discutiu e debateu as diferenças e similaridades da luta de todos os dias, pelos sonhos, pelo futuro, pela paz.
Fonte: Interjovem/Braga
Acampamento pela Paz 2015 (programa provisório)
segunda-feira, 6 de julho de 2015
Acampamento pela Paz 2015
segunda-feira, 18 de maio de 2015
A Plataforma 40x25 congrega as mais variadas associações (uma das quais a Interjovem) que reconhecem a importância de assinalar as conquistas de Abril, que se prolongaram desde 1974 à assinatura da Constituição da República Portuguesa em 1976. Desde a constituição desta plataforma realizaram-se iniciativas várias um pouco por todo o país em escolas e em associações culturais e desportivas.
À semelhança do ano passado vai realizar-se o Acampamento pela Paz, na cidade de Évora. Entre as diversas actividades da plataforma que marcaram 2014, o Acampamento pela Paz foi uma iniciativa que juntou mais de 200 jovens de todo o país num ambiente fraterno e de valorização da Revolução dos Cravos e das importantes transformações que protagonizou na sociedade portuguesa, nomeadamente os valores da paz e da amizade entre os povos.
Este ano o Acampamento pela Paz volta a ser na cidade de Évora, no fim-de-semana de 24 a 26 de Julho, no parque das piscinas municipais. É um evento em que estarão presentes centenas de jovens de todo o país, juntos em defesa dos valores da Paz e da solidariedade entre os povos, do 25 de Abril, sempre com muita alegria, música, cultura e desporto à mistura.
A Plataforma 40x25 vai realizar iniciativas/debates com jovens trabalhadores sobre o tema dos 70 anos da derrota do nazifascismo, entre outros.
Fotos da Vigília de Solidariedade com a Palestina
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
Vigília de Solidariedade com a Palestina | 13 Agosto | Braga
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
Etiquetas:
Paz
Momentos do Acampamento Pela Paz 2014 - Évora
quinta-feira, 31 de julho de 2014
Realizou-se no passado fim de semana, dias 25, 26 e 27 de Julho mais um Acampamento Pela Paz.
A Interjovem/CGTP-IN, umas das várias organizações juvenis que integra a Plataforma 40x25, promotora este ano pelo evento, participou, levando jovens trabalhadores. Trabalhadores que têm sido ferozmente atacados pela política de direita, que agride direitos e salários, tenta condenar as novas gerações de trabalhadores à precariedade, aos baixos salários, ao desemprego e à instabilidade. Política desta feita pelas mãos do PSD-CDS, guerreando quem trabalha e produz, enquanto beneficia quem vive da exploração e da especulação financeira.
Os jovens trabalhadores portugueses querem paz e lutam por ela, tenha ela os contornos que tiver.
O Conselho Distrital de Braga da Interjovem/CGTP-IN
Ficam as imagens de alguns dos momentos vividos:
O ESPAÇO
O DEBATE
O DESFILE PELAS RUAS DE ÉVORA
O CONCERTO DE DIABO NA CRUZ
O CONVÍVIO E AMIZADE ENTRE ORGANIZAÇÕES
É preciso parar com o genocídio do povo Palestiniano!
quarta-feira, 23 de julho de 2014
Pela Paz! Não à NATO! Actos Públicos de 4 Abril '14
sexta-feira, 4 de abril de 2014
Hoje assinalam-se 65 anos da criação da NATO (Organização do Tratado do Atlântico Norte), instrumento de domínio global, pelo qual foram protagonizadas várias agressões a povos e a Estados soberanos, que deixaram duradouros rastos de morte e destruição, de que são exemplo a Jugoslávia, o Afeganistão, o Iraque e a Líbia, e bloco também responsável pela chocante corrida aos armamentos que prossegue na actualidade.
A CGTP-IN associa-se a esta iniciativa com um vasto conjunto de outra organizações.
Participe hoje nas iniciativas de Lisboa ou do Porto - “Pela Paz! Não à NATO!”:
Apelo à participação nas iniciativas públicas
Pela Paz! Não à Nato!
Em 2014 assinalam-se 65 anos da criação da NATO, o maior bloco político-militar do Mundo e meio belicista fundamental através do qual os Estados Unidos da América e seus aliados procuram assegurar o domínio global.
A NATO, instrumento pelo qual foram protagonizadas várias agressões a povos e a Estados soberanos, que deixaram duradouros rastos de morte e destruição, de que são exemplo a Jugoslávia, o Afeganistão o Iraque e a Líbia, é também responsável pela chocante corrida aos armamentos que prossegue na actualidade. Os países membro deste bloco são responsáveis por cerca de 75% das despesas militares mundiais. No conceito estratégico desta aliança agressiva, permanece a possibilidade da utilização de armas nucleares num primeiro ataque e esta arroga-se o direito de actuar em qualquer parte do globo, sob qualquer pretexto.
As organizações portuguesas, abaixo assinadas, recordam que, aquando da realização da cimeira da NATO em Portugal, em 2010, um grande movimento pela paz, demonstrou a sua firme oposição à realização da Cimeira e aos seus objectivos, organizando, ao longo do ano, dezenas de iniciativas por todo o país, culminando com a grande manifestação convocada pela «Campanha em Defesa da Paz e contra a cimeira da NATO em Portugal - Campanha “Paz Sim! NATO Não!”», onde participaram mais de cem organizações e dezenas de milhares de pessoas que encheram a Avenida da Liberdade, em Lisboa, denunciando os objectivos militaristas da NATO e afirmando a necessidade da construção de um Mundo de paz, solidariedade e cooperação.
Em 2014, ano em que também se comemoram os 40 anos da Revolução de Abril, que pôs fim à guerra colonial e reconheceu a independência dos povos irmãos africanos, as organizações subscritoras apelam à participação nas iniciativas públicas que se realizarão em Lisboa e no Porto, no dia 4 de Abril, para reafirmar as justas e legítimas reivindicações e aspirações em prol da paz, designadamente:
- Oposição à NATO e a todos os blocos militaristas e seus objectivos belicistas;
- Retirada das forças portuguesas envolvidas em missões militares da NATO;
- Encerramento das bases militares estrangeiras, nomeadamente em território nacional;
- Dissolução da NATO;
- Desarmamento e fim das armas nucleares e de destruição massiva;
- Exigência do respeito e cumprimento da Constituição da República Portuguesa e das determinações da Carta das Nações Unidas, em defesa do direito internacional e pela soberania e igualdade dos povos.
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