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JORNADA NACIONAL DE LUTA | 7/OUTUBRO A 9/NOVEMBRO

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Pinheiro de Natal dos Trabalhadores na Arcada de Braga

quarta-feira, 14 de dezembro de 2022

 


Mais de uma centena de trabalhadores, dirigentes, delegados e activistas sindicais juntaram-se esta tarde à iniciativa promovida pela União dos Sindicatos do Distrito de Braga/CGTP-IN. Inserida na semana de Luta de 10 e 17 de Dezembro promovida pela CGTP-IN - Aumentar os salários e as pensões | Garantir os direitos - Não ao aumento do custo de vida! Por alterações à Legislação Laboral que garantam os direitos!, iniciou com uma concentração junto ao Arco da Porta Nova e deslocação, enchendo as ruas até à Arcada, onde decorreu uma Tribuna Pública.

As intervenções dos representantes sindicais dos vários sectores expuseram que o contexto que vivemos é marcado por uma brutal transferência da riqueza criada pelos trabalhadores para o capital. Depois dos anos de instrumentalização da pandemia, o capital usa a guerra e as sanções, a inflação e a especulação, para aumentar a exploração, acumular mais lucros, concentrar mais poder e riqueza. Enquanto os trabalhadores e os reformados perdem poder de compra e veem as suas condições de vida ainda mais degradadas, situação agravada para muitos pelo brutal impacto dos aumentos das taxas de juro nos pagamentos dos empréstimos à habitação, o grande capital não para de arrecadar colossais lucros e dividendos. O dinheiro que falta à maioria, sobra para a pequena minoria que controla empresas e sectores estratégicos.

Faltam medidas concretas de resposta aos problemas dos trabalhadores, reformados e suas famílias, faltam medidas de controle dos preços dos bens e serviços essenciais e o combate à especulação, falta taxar os escandalosos lucros das grandes empresas conseguidos à custa das dificuldades de tantos outros.

Os trabalhadores sabem que é possível viver melhor no nosso país e não aceitam o discurso das inevitabilidades. Sabem, também, que precisam de respostas imediatas ao agravamento da situação por via do brutal aumento do custo vida e, por isso, exigem o aumento geral dos salários e pensões como medida fundamental para garantir uma melhor distribuição da riqueza produzida e uma vida digna para quem a produz.

Por outro lado, precisamos de dar expressão pública à luta por melhores salários e pensões, contra o aumento do custo de vida, denunciando o empobrecimento generalizado da maioria da população e o aumento dos lucros das grandes empresas e grupos económicos.

As reivindicações dos trabalhadores ficarão expostas na Arcada, a modo de decoração do tradicional Pinheiro de Natal dos Trabalhadores, até o dia 6 de Janeiro de 2023.












Greve dos trabalhadores do Comércio e Retalho

sexta-feira, 30 de julho de 2021


Os trabalhadores do Comércio e Retalho do Distrito de Braga estiveram hoje em Greve pela negociação do Contrato Colectivo de Trabalho com a Associação Comercial de Braga (ACB). Depois de uma arruada de contacto com os trabalhadores do centro da cidade, concentraram-se à porta da ACB junto do CESP. 


Foi aprovada  e entregue uma moção que reclama a Negociação de um Contrato Colectivo de Trabalho com o CESP, o  Aumento geral dos salários, 35 horas semanais para todos os trabalhadores, Direito ao subsídio de turno, Compensação pelo trabalho aos domingos e sábados à tarde, Aumento do subsídio de alimentação e Regulamento dos horários de trabalho.


Após terem sido recebidos pelo Presidente da ACB para entrega da moção, o CESP informou que, caso não aceitem negociar, os trabalhadores irão manter a luta pela melhoria das condições de trabalho.


Trabalhadores da Santa Casa da Misericórdia de Guimarães em luta

segunda-feira, 31 de maio de 2021

 


Os Trabalhadores da Santa Casa da Misericórdia de Guimarães assinalaram 3 dias de luta e greve na passada semana, com iniciativas de rua todos diárias como forma de protesto contra as condições de trabalho, que se têm vindo a agravar desde o início da pandemia. Em causa estão: o acordo empresa, cuja tentativa de negociação se arrasta há mais de 2 anos por falta de resposta da Santa Casa; o aumento dos salários e diuturnidades; a regulação dos horários de trabalho, que permitam a organização da vida pessoal e familiar dos trabalhadores; o fim dos vínculos precários, com a efectivação dos trabalhadores que exercem funções permanentes; a liberdade sindical dentro da instituição, que tem sido objeto de bloqueio por parte da administração; e o fim do assédio laboral que tem fustigado os trabalhadores, assumindo formas como repressão, opressão, censura e perseguição.

Perante a marcação de greve, a administração da Santa Casa respondeu aumentando a perseguição aos trabalhadores, movendo dezenas de processos disciplinares indevidos a trabalhadores que estiveram sempre na linha da frente perante a pandemia por COVID-19, trabalhadores que abdicaram da sua vida pessoal quando foi preciso dar resposta aos utentes da instituição. Esta administração não reconhece o esforço e profissionalismo dos trabalhadores, pelo contrário explora e humilha de forma que lembra a escravatura.

Os trabalhadores da Santa Casa da Misericórdia, com o apoio do CESP, não se deixam intimidar, e avançaram para a luta com ações para além da greve:

-       Segunda-feira 24 de Maio: Concentração em frente à sede da Santa Casa da Misericórdia de Guimarães, que contou com a presença da Dirigente do secretariado nacional do CESP Célia Lopes;

-        Terça-feira 25 de Maio: Vigília no Largo do Toural, em Guimarães;

-       Quarta-feira 26 de Maio: Manifestação e desfile com início no Largo do Toural, em Guimarães, que contou com a presença da Secretária Geral da CGTP-IN Isabel Camarinha.

No fim desta grande jornada de luta, os trabalhadores manifestaram a intenção de continuar caso a Administração da Santa Casa não responda às suas reivindicações.

Pela dignidade das condições de trabalho!
















1º de Maio - Dia do Trabalhador em Guimarães!

domingo, 2 de maio de 2021


Mais de meio milhar de trabalhadores celebraram o Dia do Trabalhador no Largo do Toural, em Guimarães.

Desde a juventude até os reformados, estiveram representados os mais diversos sectores, como a saúde, educação, têxtil, calçado, indústria, serviços, comércio, forças de segurança, restauração e função pública entre outros.

Nas faixas podiam ler-se as mensagens de denúncia contra a exploração, os baixos salários, a desregulação dos horários, a precariedade, os contratos a termo e os recibos verdes, o empobrecimento e a injustiça social e laboral, as doenças profissionais e o desgaste e o desemprego, entre outros. As mensagem em defesa dos direitos laborais e a valorização dos trabalhadores também estiveram presentes, pelo emprego, horários e salários dignos, aumento das pensões, dignificação das carreiras, respeito pelos trabalhadores, contratação colectiva, condições de trabalho dignas, investimento nos serviços públicos e sociais, pela defesa da constituição e por um futuro de confiança.

Foi aprovada a resolução “Lutar pelos Direitos, Combater a Exploração! Emprego - Salários - 35 horas - Contratação Colectiva - Serviços Públicos”.

O dia de ontem demonstrou que a luta organizada dos trabalhadores continua, resistindo à ofensiva e repressão que tem sido feita nos últimos tempos em nome da pandemia. Com segurança e confiança, os trabalhadores saíram à rua para dar força à luta de classe, pelo progresso laboral e social.

Viva a luta dos Trabalhadores!

Viva o 1º de Maio!





































 

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