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CAMPANHA NACIONAL CONTRA A PRECARIEDADE  PELO EMPREGO COM DIREITOS O princípio da segurança no emprego, previsto no art.º 53.º da ...

Tomada de posse da Direcção da Inter-Reformados da USB/CGTP-IN

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

A Direcção da Inter-Reformados da USB/CGTP-IN, saída da 8ª Assembleia realizada em Dezembro de 2016, tomou posse na passada sexta-feira, dia 13 de Janeiro, na sua sede, na União dos Sindicatos do Distrito de Braga.


Após a tomada de de posse, seguiu-se uma primeira reunião de trabalho onde foi constituída uma comissão executiva e eleito o coordenador. Feito o balanço do trabalho desenvolvido em 2016, e apesar do que consideram ser "o peso da idade", a Inter-Reformados da USB/CGTP-IN salientou o facto de ter participado em todas as acções levadas a cabo pela CGTP-IN e MURPI.

Com os olhos postos no futuro, continuam dispostos a lutar por uma velhice digna, em prol de melhores pensões, transportes públicos mais acessíveis, melhor assistência na saúde a começar pela isenção das taxas moderadoras.

Os reformados não se resignam, estão na luta!

CGTP-IN entregou petição pela contratação colectiva na Assembleia da República

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017


A CGTP-IN juntou quase mil sindicalistas na passada quinta-feira, dia 12 de Janeiro, no Plenário de Sindicatos realizado em Lisboa, para falar sobre problemas laborais. Os temas que dominaram o plenário foram os baixos salários, a contratação colectiva e a precariedade no trabalho.

No final os sindicalistas dirigiram-se à Assembleia da República para entregar a petição "Garantir o direito à contratação colectiva; Revogar a norma das convenções colectivas; Assegurar o direito de negociação na Administração Pública".

O Secretário-geral da CGTP-IN afirmou, aos órgãos de comunicação social, que esta acção é "um alerta ao Governo para que não se deixe pressionar, nem condicionar pelos interesses económicos e financeiros e, também, um alerta para que não fique refém das pressões patronais.

Fonte: CGTP-IN

Aproxima-se prazo para decisão sobre PPP no Hospital de Braga

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Aproxima-se, este ano, o fim da Parceria Público-Privada (PPP) para a Gestão do Hospital de Cascais, o que trouxe à luz a antiga reivindicação de se acabar com este tipo de contratos, que garantem rendimentos aos grupos privados à custa do erário público, dos direitos dos trabalhadores e do serviço prestado às populações.


Em 2017, depois da decisão, comunicada em 2016 pelo Governo, de não renovar o contrato com o Grupo Lusíadas Saúde (Amil) para a gestão daquele Hospital, termina no final do ano também o prazo para se decidir o futuro da PPP do Hospital de Braga, a cargo do Grupo Mello Saúde. 

O contrato desta última acaba em 2019, um ano após a de Cascais. No mesmo ano termina também a concessão na gestão do Hospital de Loures ao grupo Luz Saúde (Fidelidade) e, por último, em 2020, a do Hospital de Vila Franca de Xira, entregue, como o de Braga, aos Mello.

Marcha dos trabalhadores da Valindo por salários e trabalho

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Realizou-se esta manhã, em Fafe, uma marcha de protesto dos trabalhadores da empresa têxtil Valindo, SA. A acção contou com quase meio milhar de pessoas que, pelas ruas de Fafe, desde o campo da feira até à Câmara Municipal, protestaram contra os salários em atraso e na defesa dos seus postos de trabalho.





Trabalhadores da Valindo em greve

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Cerca de uma centena de trabalhadores estiveram ontem concentrados à porta da empresa têxtil Valindo, em Fafe. Em causa está o atraso do pagamento de horas extraordinárias e do subsídio de Natal, que levou os trabalhadores daquela empresa a fazerem greve por tempo indeterminado.


Para além dos sucessivos atrasos nos pagamentos referidos, acresce ainda o facto de metade dos salários de Novembro terem sido apenas pagos esta semana e de existir um processo de despedimento colectivo de 50 trabalhadores em curso.

Estudo Eugénio Rosa - "PORTUGAL: UM PAÍS ONDE SE PROMOVE PENSÕES E SALÁRIOS BAIXOS"

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016


Neste estudo, com o título "PORTUGAL: UM PAÍS ONDE SE PROMOVE PENSÕES E SALÁRIOS BAIXOS", Eugénio Rosa analisa a actual política de rendimentos no país, que se tem debruçado fundamentalmente com as pensões mais baixas e com o Salário Mínimo Nacional (SMN), esquecendo os pensionistas com pensões mais elevadas e os trabalhadores que recebem salários superiores ao SMN, como se estes não existissem e não tivessem direito a ver os seus rendimentos igualmente actualizados. O autor critica ainda esta política por dar um prémio aos patrões que pagam o SMN, promovendo assim o modelo de "desenvolvimento" de baixos salários que afirma, em palavras, discordar.

Tempo Antena CGTP-IN - 20 Dezembro

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Tempo de Antena da CGTP-IN de 20 de Dezembro, passado na RTP, sobre as conquistas das lutas dos trabalhadores e as que faltam travar para alcançar uma maior justiça social, com uma melhor distribuição da riqueza, melhores condições de trabalho e salários para os trabalhadores portugueses.


Declaração de Arménio Carlos, Secretário-Geral da CGTP-IN no Tempo de Antena

"Estamos a chegar ao fim do ano de 2016, este é o momento certo para fazer um balanço daquilo que fizemos e do que conseguimos. A grande verdade é que a luta dos trabalhadores valeu a pena. Conseguimos até agora repor rendimentos e também direitos; mas não chega, é preciso ir mais além. É preciso deixar de secundarizar o trabalho. O emprego, os salários, os direitos, a contratação colectiva, não podem ser os parentes pobres da legislação laboral e, simultaneamente, das políticas económicas a desenvolver no país. É preciso dar centralidade ao trabalho. É preciso valorizar os trabalhadores, os seus direitos, afirmar uma mais justa distribuição da riqueza, colocar os trabalhadores como centro de referência da política económica do país. 

Sobre proposta de 600€ para Salário Mínimo Nacional

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

No dia em que o salário mínimo voltou a estar em cima da mesa da concertação social, ontem, o Secretário-Geral da CGTP-IN considerou “razoável” a proposta de 600 euros a partir de Janeiro de 2017.


“Se porventura a inflação e a produtividade fossem consideradas ao longo dos anos, no que respeita à aplicação do salário mínimo nacional, em 2017 o seu valor devia ser de 902 euros, o que confirma que a proposta da CGTP é razoável”, argumenta Arménio Carlos.

Plenário Distrital de Sindicatos marcou Natal com presentes reivindicativos

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

A União dos Sindicatos do Distrito de Braga (USB/CGTP-IN) realizou, na passada sexta-feira, dia 16 de Dezembro, um Plenário de Sindicatos que contou com a presença de dezenas de representantes de vários sectores de todo o distrito. No final da reunião, que, entre outros temas, salientou a importância de reforçar a luta nas empresas e locais de trabalho por melhores condições laborais e salariais, os vários dirigentes sindicais deslocaram-se em desfile até ao centro da cidade de Braga, onde deixaram vários presentes reivindicativos junto a uma árvore de Natal improvisada.




Estudo Eugénio Rosa - "A BAIXA ESCOLARIDADE DOS PATRÕES PORTUGUESES, INFERIOR À DOS TRABALHADORES E À DOS PATRÕES DOS PAÍSES DA UE É UM OBSTÁCULO À RECUPERAÇÃO ECONÓMICA E AO DESENVOLVIMENTO DO PAÍS"

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016


O estudo do Dr. Eugénio Rosa com o titulo "A BAIXA ESCOLARIDADE DOS PATRÕES PORTUGUESES, INFERIOR À DOS TRABALHADORES E À DOS PATRÕES DOS PAÍSES DA U.E., É UM OBSTÁCULO À RECUPERAÇÃO ECONÓMICA E AO DESENVOLVIMENTO DO PAÍS" relaciona o nível de escolaridade dos patrões portugueses com o aumento da produtividade e da competitividade das empresas portuguesas. Utilizando dados do Eurostat, é feita uma análise do nível médio de escolaridade dos patrões portugueses, comparando-o com o dos trabalhadores e ainda com o dos patrões dos outros países da União Europeia, concluindo-se que o nível médio de escolaridade dos patrões é muito inferior ao dos patrões da restante UE e mesmo inferior ao nível médio de escolaridade dos trabalhadores. Tal facto constitui, segundo o autor do estudo, um obstáculo sério ao aumento da produtividade e competitividade das empresas portuguesas, sendo um défice estrutural que dificulta a recuperação económica e impede o desenvolvimento do país.



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