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Campanha Nacional Contra a Precariedade 2016/2020

CAMPANHA NACIONAL CONTRA A PRECARIEDADE  PELO EMPREGO COM DIREITOS O princípio da segurança no emprego, previsto no art.º 53.º da ...

Trabalhadores da EUREST/Continental Mabor em greve

quinta-feira, 9 de junho de 2016


Os trabalhadores da cantina da EUREST/Continental Mabor concentraram-se hoje junto à Continental Mabor para protestar e reclamar melhores salários, defender os direitos e exigir a negociação do contrato colectivo de trabalho. Há 6 anos que estes trabalhadores não são aumentados e a empresa está a retirar direitos importantes como o pagamento devido nos feriados, subsídio nocturno, subsídio de alimentação nas férias, carreiras e quadros de densidades.
A LUTA CONTINUA!

Comunicado da FESAHT:

Secretário-geral da CGTP-IN comenta a decisão do PR sobre a lei das 35 horas

quarta-feira, 8 de junho de 2016

35 horas promulgadas. Arménio Carlos comenta a decisão do PR sobre a lei das 35 horas.

Marcha em Defesa da Escola Pública | 18 Junho | Lisboa

quinta-feira, 2 de junho de 2016

A CGTP-IN e a União dos Sindicatos do Distrito de Braga associaram-se ao MOVIMENTO que convocou para o próximo dia 18 de Junho, com concentração no Parque Eduardo VII em Lisboa, uma Marcha em Defesa da Escola Pública.

Vamos agir na defesa da Escola Pública subscrevendo a Petição e participando na Marcha em Defesa da Escola Pública.

Estão a ser organizados transportes nos sindicatos. Brevemente mais informações.

Subscrever a Petição
Apelo da CGTP-IN
Sítio do Movimento
#escoladetodasascores

Marcha em Defesa da Escola Pública | 18 Junho | Lisboa

A CGTP-IN e a União dos Sindicatos do Distrito de Braga associaram-se ao MOVIMENTO que convocou para o próximo dia 18 de Junho, com concentração no Parque Eduardo VII em Lisboa, uma Marcha em Defesa da Escola Pública.

Vamos agir na defesa da Escola Pública subscrevendo a Petição e participando na Marcha em Defesa da Escola Pública.

Parecer da CGTP-IN ao Projecto de Lei n.º 170/XIII (1.ª) - Reduz para 35 horas o limite máximo do horário semanal de trabalho para todos os trabalhadores

 
A CGTP-IN emitiu parecer ao Projecto de Lei n.º 170/XII (1.ª), da iniciativa do PCP em apreciação na Assembleia da República, que reduz para 35 horas o limite máximo do horário semanal de trabalho para todos os trabalhadores, procedendo à 1.ª alteração à Lei n.º 7/2009, de 12 de Fevereiro, que aprova o Código do Trabalho.

Ver Parecer

Direitos de maternidade e de paternidade - Parecer da CGTP-IN a três projectos de lei

 
A CGTP-IN emitiu parecer sobre três projectos de lei em apreciação na Assembleia da República relativos aos direitos de maternidade e de paternidade, apresentados respectivamente pelo PAN, pelo BE e pelo PCP.

Parecer ao Projecto de Lei do PAN

Fonte: CGTP-IN

Alterar o modelo de desenvolvimento para combater o desemprego e criar emprego de qualidade

terça-feira, 31 de maio de 2016

As estimativas mensais do emprego e desemprego de Abril do INE, revelam a persistência de um elevado nível de desemprego, não descendo a taxa oficial abaixo dos 12%. Este problema atinge com especial gravidade os mais jovens, que têm uma taxa de desemprego de perto de 30%. Por seu turno, o emprego não dá mostras de melhoria, encontrando-se a criação de emprego quase estagnada face ao ano passado (aumento de apenas 0,3% face ao mês homólogo). 

O aumento do PIB no 1º trimestre do ano (+0,9% face ao trimestre homólogo e +0,2% em termos mensais) não foi suficiente para criar emprego e reduzir o desemprego, que assume já uma dimensão estrutural. 

Em defesa da Escola Pública, a CGTP-IN participa na concentração de 18 de Junho

Os poderosos grupos de pressão no ensino privado usam todos os meios para, em nome dos interesses de um pequeno número de colégios que celebraram contratos de associação com o Governo, manter privilégios, fazer da educação um negócio e pôr em causa valores essenciais da política educativa. 

O princípio da "liberdade de escolha" serve como barreira de fumo para esconder que se pretende que os cidadãos, através dos seus impostos, financiem interesses privados; que tais contratos foram celebrados em localidades com carência de rede pública, tendo pois carácter complementar e não supletivo; que financiar colégios privados onde há respostas públicas representa um desperdício de recursos e um atentado à Escola Pública de qualidade, democrática e inclusiva. 

Todo este processo evidencia a demagogia dos que defendem os princípios do mercado na política educativa e depois mostram que não podem passar sem os dinheiros públicos; dos que procedem à deliberada amálgama entre respostas educativas, públicas e privadas, esquecendo terem natureza diferente; dos que defendem a austeridade e o encerramento dos serviços públicos, mas exigem que o Estado continue a financiar interesses privados. 
 

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