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CAMPANHA NACIONAL CONTRA A PRECARIEDADE  PELO EMPREGO COM DIREITOS O princípio da segurança no emprego, previsto no art.º 53.º da ...

Semana Nacional de Acção e Luta - 16 a 20 de Maio

quinta-feira, 5 de maio de 2016

A luta dos trabalhadores foi decisiva para combater e derrotar a política de declínio e afundamento nacional levada a cabo pelo Governo PSD/CDS, para alterar a correlação de forças na Assembleia da República e para a solução governativa existente.

Os trabalhadores já sentiram o efeito positivo de algumas respostas adoptadas: recuperação dos salários roubados, reposição dos salários e o anúncio das 35 horas para os trabalhadores da Administração Pública, o aumento do salário mínimo nacional, a eliminação e redução da sobretaxa, a reposição de complementos de reforma a ex-trabalhadores de empresas públicas de transportes e a revisão da entrega da gestão de empresas públicas de transportes privados.

Há, por isso, um sentimento generalizado de segurança e confiança que vêm destes sinais positivos, embora tímidos, do actual Governo, MAS É PRECISO IR MAIS LONGE!

Trabalhadores da Bosch em protesto

terça-feira, 3 de maio de 2016


As Organizações Representativas dos Trabalhadores (ORT's) da empresa Bosch realizaram, hoje, um protesto à porta empresa em defesa do Caderno Reivindicativo que contém matérias como aumentos salariais de 40 € para todos, a redução da carreira de operador especializado que injustificadamente hoje é de 9 anos e 6 meses, a passagem dos trabalhadores com vínculos precários a efectivos e o direito ao gozo do feriado de Carnaval entre outros, que a empresa se nega em negociar.

A acção de luta focou-se no feriado de Carnaval que é gozado há décadas e que a empresa teimou em retirar a partir de 2013. A retirada do gozo do feriado do Carnaval pela empresa, movimentou uma onda de descontentamento e uma acção em tribunal, com base nos usos e costumes previstos na lei. O Entrudo ou Carnaval, é um marco na história de vários povos, no nosso país há registos seculares de vários costumes e tradições, como marca identitária do nosso povo, que não pode ser apagada por meros interesses empresariais.

Grandioso 1.º de Maio

segunda-feira, 2 de maio de 2016


Centenas de milhares nas ruas de Norte a Sul para defender, repor e conquistar direitos.

A CGTP-IN assinalou o 130.º aniversário dos acontecimentos de Chicago, que estiveram na origem do 1.º de Maio, Dia Internacional do Trabalhador, sob o lema "Avançar pela Mudança - Defender, Repor e Conquistar Direitos!".

Um 1.º de Maio que, segundo o secretário-geral da CGTP-IN, foi celebrado num novo quadro político, na sequência da luta da população que levou à queda do Governo PSD/CDS-PP, e que se traduziu na reversão dos cortes e na reposição de direitos".

Galerias de fotos do 1.º de Maio de 2016

GUIMARÃES 

LISBOA


AVEIRO

COIMBRA

ÉVORA

MONTEMOR-O-NOVO


VILA REAL

VENDAS NOVAS

Resolução - 1.º de Maio


RESOLUÇÃO

Nos últimos anos, designadamente com o governo PSD/CDS-PP, intensificou-se e agravou-se a política de direita seguida nos últimos 40 anos e que provocou impactos muito graves na situação económica e social do país.

O aprofundamento da chamada integração europeia, nomeadamente a subordinação ao Tratado Orçamental e uma maior dependência às suas regras e mecanismos de ingerência, agravaram todos os problemas que o país enfrenta, como sejam a quebra de investimento e a destruição dos sectores produtivos, a estagnação e a recessão económica, o desemprego e a degradação das condições de vida, os défices estruturais, a dependência externa e o défice público.

1.º de Maio - Intervenção de Arménio Carlos


Avançar pela mudança: DEFENDER - REPOR - CONQUISTAR 

Camaradas, amigas e amigos, 

Hoje, por todo o país, erguemos a voz, reclamamos direitos, exigimos uma vida melhor e prestamos homenagem a gerações e gerações de trabalhadores que nunca desistiram, em particular aos que no Portugal do fascismo não claudicaram, se organizaram e lutaram, enfrentando a repressão, a prisão e a tortura. Neste 1º de Maio lembramos também as palavras premonitórias que um dos mártires de Chicago, dirigiu aos seus carrascos, antes de ser assassinado "apagada uma faísca, mas lá e acolá, atrás e à vossa frente, em todas as partes, as chamas crescerão. É um fogo subterrâneo que vocês não poderão apagar!". 

Aqui estamos, cento e trinta anos depois, com a chama da esperança e da confiança, com a força de vontade e a convicção que nos acompanha na nossa acção, pela melhoria das condições de vida e de trabalho dos trabalhadores, cumprindo o papel dos que nos precederam, na luta por um futuro melhor para todos e, particularmente, para as novas gerações.
 

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