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Campanha Nacional Contra a Precariedade 2016/2020

CAMPANHA NACIONAL CONTRA A PRECARIEDADE  PELO EMPREGO COM DIREITOS O princípio da segurança no emprego, previsto no art.º 53.º da ...

Como rejeitar o pagamento parcial do subsídio de natal e subsídio de férias em duodécimos no ano 2016

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Duodécimos 
Através do Decreto-Lei n.º 253/2015, de 30 de Dezembro, com produção de efeitos a 1 de Janeiro de 2016, o Governo veio accionar o regime transitório de execução orçamental em duodécimos, até à entrada em vigor da Lei do Orçamento de Estado para 2016.

Deste modo, o Governo manteve para 2016, o pagamento em duodécimos dos subsídios de Natal e de férias para os trabalhadores do sector privado e do subsídio de Natal para os trabalhadores do sector público.

Os trabalhadores do sector privado podem proceder ao afastamento da aplicação do regime de pagamento parcial dos subsídios de férias e de Natal em duodécimos durante o ano de 2016, mediante declaração expressa nesse sentido, dirigida à respectiva entidade empregadora, durante cinco dias a contar da entrada em vigor do Decreto-Lei n.º 253/2015, isto é, até 5 de Janeiro de 2016, o mais tardar.

CGTP-IN não aceita contrapartidas para aumento do salário mínimo

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

À entrada para a reunião da concertação social, onde esse aumento está no centro da discussão, Arménio Carlos deixou bem claro que não aceita manter a redução na Taxa Social Única nas empresas que pagam salário mínimo, como moeda de troca para um eventual aumento.

Posição da CGTP-IN sobre o Salário Mínimo Nacional

Salário Mínimo Nacional 
A CGTP-IN regista o facto de o Governo do PS ter assumido, no uso das suas competências legislativas, o aumento do Salário Mínimo Nacional para os 530€, a partir do dia 1 de Janeiro de 2016.

Este valor, sendo insuficiente, é indissociável da luta dos trabalhadores pela valorização dos salários e do combate à pobreza e dá mais força à exigência da concretização dos 600€ reivindicados pela CGTP-IN, no mais curto espaço de tempo.

A CGTP-IN reafirma a sua oposição à manutenção da redução da TSU para as entidades patronais porque descapitaliza a Segurança Social, utiliza dinheiros públicos para financiar o patronato e incentiva a continuação da política de baixos salários e de trabalho precário.

Neste quadro, a CGTP-IN apela a todos os trabalhadores para que prossigam e intensifiquem a acção reivindicativa nos locais de trabalho, pelo aumento geral dos salários, a revogação da norma da caducidade das convenções colectivas e a reintrodução do principio do tratamento mais favorável, a revogação das normas gravosas da legislação laboral nos sectores público e privado; a devolução integral dos salários e das pensões; a reposição dos feriados, férias e outros direitos roubados; a melhoria da protecção social dos trabalhadores e das suas famílias.

Este é um momento que convoca os trabalhadores e trabalhadoras para assumirem o compromisso de prosseguir a luta por uma verdadeira mudança de política que valorize o trabalho e os trabalhadores e afirme os direitos e valores de Abril, no futuro de Portugal.

Lisboa, 16 de Dezembro de 2015

Acordo de Paris - Um acordo insuficiente perante os graves problemas ambientais e climáticos


Pela primeira vez, 195 países chegaram a um acordo sobre as alterações climáticas na Conferência do Clima que decorreu em Paris e que se inscreveu no quadro da aplicação da Convenção Quadro sobre Mudança Climática, processo iniciado em 1992. É positivo que se tenha conseguido chegar a um acordo envolvendo tantos países, que os estados de todo o mundo se ponham de acordo para manter negociações internacionais e multilaterais sobre o clima, mas é manifestamente exagerado o optimismo que se propagou na comunicação social e nas declarações de vários governantes.

É contudo preocupante que não estejam consignados desde já meios financeiros suficientes oriundos dos países ricos, historicamente responsáveis pelo consumo energético e consequentes emissões de gases com efeito de estufa (GEE) e alterações climáticas.

A CGTP-IN considera que é inquietante que o Acordo de Paris só estabeleça limites para as emissões para depois do ano de 2020 e até lá só existam compromissos voluntários e fixados a nível de cada país (as chamadas contribuições voluntárias) e não vinculativo a nível internacional. Apenas se efectuará um balanço na segunda metade do século. Além disso, muitas das medidas vão só ser aplicadas daqui por cinco anos. Podemos estar apreensivos sobre se essas medidas irão de facto ser implementadas.

Embora se faça referência à «Justiça Climática» tudo o que diga respeito a responsabilidade jurídica foi retirado do acordo, havendo um enfraquecimento do mecanismo de compensação por perdas e danos. Não se estabelecem critérios de equidade e responsabilidade climática que permitam distribuir os esforços de redução de emissões entre os países, aceitáveis para todos.

O objectivo do Acordo não é reduzir as emissões de GEE, mas apenas alcançar um equilíbrio entre emissões e a absorção e não está ainda bem clara a forma de como vão ser feitas as compensações de emissões, plantações compensatórias, não há garantias que para isso se tenha de ter em conta a biodiversidade. Abre-se também a possibilidade de haver aumento das emissões em troca de instrumentos naturais ou artificiais que ainda não provaram a sua eficácia e inocuidade ambiental.

Não foram definidos objectivos concretos e quantificáveis de emissões possíveis nem uma trajectória aceitável de redução de emissões (pico).

É ainda necessário estarmos atentos ao "aplauso" das multinacionais sobre o Acordo, pois como declarou o Presidente da Unilever " O Acordo libertará milhares de milhões de dólares para inovação no sector privado".

As alterações climáticas são a consequência de um modelo de produção e consumo inapropriado para satisfazer as necessidades de muitas pessoas, pondo em risco a nossa sobrevivência, e têm um impacto injusto, afectando especialmente as populações mais pobres e mais vulneráveis. Essas alterações exercem uma influência crescente na deterioração de vidas das populações, aumentando os fluxos migratórios e contribuindo para o crescimento do número de refugiados climáticos.

É possível mudar de rumo, estando vigilantes e agindo.

Em Portugal devem ser tomadas medidas em diversos sectores, nomeadamente nos transportes, grandes consumidores de combustíveis fósseis e emissores de gases com efeito de estufa. Deveria haver uma prioridade aos transportes públicos, tal como a ferrovia.

Deve apostar-se mais na energia solar e na poupança energética. Nesse domínio os edifícios públicos deveriam dar o exemplo. Podem aproveitar-se muitos edifícios públicos para instalar painéis foto voltaicos em larga escala, permitindo uma maior autonomia energética, uma poupança nas contas da electricidade, ao mesmo tempo que se podem fomentar obras de instalação de painéis solares que podem também ser fabricados em Portugal. Deve fomentar-se a eficiência energética por parte dos particulares.

É importante resistir contra as alterações climáticas, parar acordos como o TTIP (Acordo de Parceria Transatlântica de Comércio e Investimento) ou o TISA (Acordo sobre Comércio de Serviços) em que se pretendem liberalizar serviços como a água, a saúde e os transportes. Deve-se reduzir a extracção dos combustíveis fósseis e travar-se a construção de novas infraestruturas que se apoiam nos combustíveis fósseis.

Deve promover-se modos de vida socialmente justos e ecologicamente aceitáveis.

Congratulamo-nos que no Acordo se tenha tido em conta uma transição para uma economia de baixo carbono e que terá de ser feita com a criação de emprego decente e de qualidade.

A CGTP-IN e muitas outras Centrais Sindicais da Europa e de todo o mundo apoiam a evolução para uma economia com baixa emissão de carbono e eficaz em termos de recursos, pois o futuro do nosso planeta está em jogo. Os nossos empregos dependem do nosso planeta e nenhuma justiça social é possível num mundo devastado.

Recortes Jornais: Manifestação de apoio a trabalhadores na JADO IBERIA

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Diário do Minho | 15-12-215

CGTP defende celeridade no aumento do salário mínimo

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Declarações de Arménio Carlos, secretário-geral da CGTP-IN,
à TSF, 9 de Dezembro de 2015

Hoje, 10 de Dezembro, realiza-se a primeira reunião da concertação social depois da tomada de posse do novo Governo. 
A CGTP-IN vai reunir com o Governo e restantes parceiros sociais para discutir a proposta apresentada pelo Governo de fazer subir o salário mínimo dos actuais 505 para os 530 euros em 2016. 
A CGTP pede um aumento para os 600 euros, mas Arménio Carlos diz que o essencial é que qualquer que seja o valor acordado, deve começar a refletir-se no bolso dos portugueses já no início do ano.

Fonte: TSF

Recortes Jornais: Encerrou restaurante e até das gorjetas se apropriou

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Jornal de Notícias | 03-12-2015 
(clique para ampliar)

600 funcionários públicos podem ser despedidos no próximo ano

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

600 funcionários públicos que correm o risco de ser despedidos no próximo ano, se o Governo não definir com urgência o futuro do regime de requalificação. O alerta é do dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Norte, que espera que o PS cumpra o que estava no programa de Governo.
Declarações ao Porto Canal de Orlando Gonçalves, Coordenador do Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Norte - STFPSN.

Fonte: Porto Canal

Arménio Carlos no programa "As palavras e o actos" da RTP1

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Extracto das intervenções do secretário-geral da CGTP-IN, Arménio Carlos, no programa da RTP1 "As palavras e os actos", episódio 21 "Como é que o país pode voltar a crescer?", de 3 de Dezembro de 2015.

 

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