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Interjovem - Dia 4 de Outubro vamos tomar partido e votar

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

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Trabalhadores da empresa “Pimenta & Campos, Lda.” (Pastelaria S. José) concentraram-se frente à residência do administrador

Os cerca de 22 trabalhadores da empresa Pimenta & Campos, Lda (Pastelaria S. José) concentraram-se hoje em frente à residência do sócio maioritário, em Viatodos (Barcelos), em protesto contra o encerramento selvagem da empresa, estando impedidos de trabalhar há 10 dias e com salários e subsídios em atraso.

Estes trabalhadores, depois de várias promessas não cumpridas de pagamento dos salários em atraso, juntaram-se hoje em frente à residência do sócio maioritário e voltarão a fazê-lo na próxima sexta-feira se a nova promessa do pagamento do salário do passado mês de Agosto não se concretizar.

Nota Imprensa SITE-Norte - Acção de luta na Bosch/Braga dia 25 Setembro 2015


INFORMAÇÃO AOS ÓRGÃOS DA COMUNICAÇÃO SOCIAL


Nota de imprensa do SITE-NORTE N.º 23 


O SITE-Norte, as Organizações Representativas dos Trabalhadores e os trabalhadores da empresa Bosch/Braga, vão levar a efeito mais uma acção de luta junto às instalações da empresa no próximo dia 25 de Setembro, na continuidade da luta pelo caderno reivindicativo apresentado à empresa no início do ano.

A ação de luta decorrerá no dia 25/09 no corredor central do complexo Grundig (Rua Max Grundig, em Ferreiros – Braga), das 10H30 às 11H30 no período da manhã e das 17H00 às 18H00 no período da tarde.

Convidamos assim todos os Órgãos da Comunicação Social a estar presentes, contribuindo desta forma na divulgação desta acção de luta determinada dos trabalhadores da Bosch por aumentos salariais justos e melhores condições de trabalho.

Agradecemos desde já a vossa presença.

Braga, 23 de Setembro de 2015

A Direção do SITE-NORTE

Trabalhadores da empresa “Pimenta & Campos, Lda.” (Pastelaria S. José) impedidos de trabalhar

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Os 22 trabalhadores da empresa “Pimenta & Campos, Lda.” (Pastelaria S. José) estão desde a passada segunda-feira, dia 14 de Setembro de 2015, impedidos de trabalhar e encontram-se à porta das instalações da empresa no Parque Industrial das Sete Fontes em Braga. 

Os trabalhadores têm sete subsídios (Férias e Natal) e dois meses de salários por pagar sem que os sócios gerentes dêem a cara perante os trabalhadores que, durante anos, tudo fizeram para que a empresa não chegasse a esta situação. 

Os trabalhadores decidiram permanecer firmes em frente às instalações da empresa até que a situação se resolva. 

A União dos Sindicatos do Distrito de Braga acompanha de perto a situação e já solicitou ontem, com carácter de urgência, a intervenção da ACT (Autoridade para as Condições de Trabalho).  

70 anos do uso da bomba atómica em Hiroxima e Nagasáqui

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Pouco depois das 08h15 do dia 06 de Agosto de 1945 já era visível a fumaça sobre a cidade de Hiroshima em consequência da explosão de bombas atómicas lançadas de um dos dois bombardeiros da Força Aérea dos Estados Unidos. No momento em que esta foto foi tirada o flash de luz e de calor intenso emanado de uma bola de fogo de 370 metros de diâmetro já tinha tido lugar, provocando uma onda de choque intensa, irradiando mais rápido do que a velocidade do som, provocando danos a estruturas em terra e a pessoas num círculo de 3,2 km de diâmetro.

POSIÇÃO DA CGTP-IN SOBRE OS 70 ANOS DO USO 
DA BOMBA ATÓMICA EM HIROXIMA E NAGASÁQUI

Nos dias 6 e 9 de Agosto passam 70 anos desde o bombardeamento nuclear pelos Estados Unidos da América contra as populações das cidades japonesas de Hiroxima e Nagasaki. 

Ao recordar a data deste brutal massacre, a CGTP-IN não pode deixar de referir que o bombardeamento constituiu um dos maiores genocídios contra a humanidade, com mais de 250 mil mortos no imediato e muitos outros milhares de pessoas vitimadas pelo cancro e que vieram a morrer nas décadas seguintes. 

No momento em que se registam os 70 anos deste cruel bombardeamento, a CGTP-IN associa-se a todos os que lutam para que calamidades desta natureza não voltem a ocorrer. 

O arsenal de armas nucleares hoje existente é bem maior e mais destrutivo. A utilização deste tipo de armas significaria seguramente a destruição da própria espécie humana e da civilização no nosso planeta. 

Entretanto, à ameaça nuclear somam-se outras ameaças político – militares, com um número crescente de guerras, invasões, ocupações, ingerências e bloqueios, de índole imperialista, que visam subjugar países e povos a uma ordem internacional em que pontifica o poderio militar da NATO e dos EUA e a tentativa do domínio geoestratégico de várias regiões, acompanhada do ataque à soberania dos países e do saque dos recursos naturais dos povos. 

Esta é uma época em que os trabalhadores e os povos se confrontam com a regressão das suas condições de vida, com o desemprego, a precariedade, a pobreza, a exclusão social, a doença e a fome. Entretanto, as despesas militares mundiais atingiram cerca de 1, 5 mil milhões de Euros em2014. 

Na União Europeia, aprofundam-se as políticas neoliberais, com especial expressão nos países sujeitos à intervenção externa, que têm conduzido à regressão económica e social, a uma maior concentração da riqueza nos grupos económicos e financeiros e à agudização das desigualdades sociais. A orientação federalista, neoliberal e militarista da UE e a submissão do governo português constituem um violento ataque a direitos, liberdades e garantias democráticas consagradas constitucionalmente. 

Na verdade, o Tratado Europeu prevê mais avanços na política comum de segurança e defesa, confirmando a dimensão militarista do actual “projecto europeu”. Entre as medidas mais graves, contam-se a disponibilização, pelos Estados-membros, de capacidades civis e militares para o reforço constante da capacidade militar, com a Agência Europeia de Defesa a identificar, definir e programar as medidas necessárias ao reforço da indústria militar, num quadro de subordinação aos compromissos assumidos no âmbito da NATO. 

A existência da NATO não tem justificação. A participação de Portugal neste bloco militar é contrária aos interesses do povo português e viola os princípios expressos na Constituição da República Portuguesa, designadamente, o preceituado no seu Artigo 7, nº 2, pelo que a CGTP-IN defende a dissolução daquele bloco político-militar. 

A defesa da paz exige o combate ao militarismo e à corrida armamentista, por um mundo livre de armas nucleares e contra a instalação e permanência de bases militares estrangeiras, designadamente, na Península Ibérica.

No momento em que passam 70 anos do terrível holocausto no Japão, a CGTP-IN exige: 
  • A abolição das armas nucleares e de extermínio em massa e o desarmamento geral e controlado; 
  • O cumprimento das disposições da Constituição da República Portuguesa e da Carta das Nações Unidas, em respeito pelo direito internacional e pela soberania dos povos; 
  • Que o holocausto nuclear jamais se repita. 
E exorta: 
  • Os trabalhadores e o povo portugueses a lutar pela paz, pelo desarmamento, pela solidariedade, pela construção de um mundo de progresso e justiça social. 
Lisboa, 5 de Agosto de 2015

Interjovem no acampamento pela Paz

terça-feira, 4 de agosto de 2015

A Interjovem/CGTP-IN marcou presença no Acampamento Pela Paz 2015, em Évora. Uma iniciativa levada a cabo pela Plataforma 40x25, que congrega um grande número de associações, sendo uma delas, a Interjovem/CGTP-IN. 

Foi no quente ambiente alentejano que ao cair de tarde de sexta-feira (24), jovens de todo o país, dos mais variados sectores, chegavam de mochila às costas às Piscinas Municipais de Évora, município que solidariamente acolheu o evento. Durante cerca de dois dias e duas noites, várias foram as actividades realizadas. Do desporto como o pólo aquático e o vólei, passando pelos concertos de Projecto Bug, Mind is Dead e NTS e um debate em torno dos 70 anos da vitória sobre o Nazi-Fascismo. Momentos intercalados por saltos e banhos nas piscinas, escaldões e passeios pela bela cidade de Évora. Envolto de grande camaradagem, foi um palco onde descontraidamente se trocaram experiências e realidades, se discutiu e debateu as diferenças e similaridades da luta de todos os dias, pelos sonhos, pelo futuro, pela paz.






Assédio no trabalho não é admissível - Solidariedade com trabalhadora do Hotel da Estação em Braga

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Realizou-se hoje uma acção de protesto e de solidariedade junto à porta do Hotel Estação, em Braga, contra a gerência desta unidade hoteleira que mantinha a trabalhadora e dirigente sindical Daniela Pereira sem ocupação efectiva do seu posto e local de trabalho desde o dia 17 do corrente.

Hoje, quando a trabalhadora se apresentou ao serviço, para tentar anular a acção sindical, a empresa autorizou-a a trabalhar mas o sindicato manteve o protesto até porque a empresa colocou uma trabalhadora a vigiar a Daniela Pereira.

Esta atitude da empresa de recusa de ocupação efectiva ou de perseguição, é ilegal e atenta contra direitos fundamentais da trabalhadora, como é o direito a ocupar efectivamente o seu posto de trabalho e exercer as suas funções profissionais em condições dignas.

Tal comportamento configura a prática de assédio no trabalho e visa apenas perturbar e constranger a trabalhadora, afectar a sua honra e dignidade, criar-lhe um ambiente hostil, degradante, humilhante e desestabilizador.

Fotos | Concentração na Assembleia da República | 22-07-2015

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Acção de protesto e solidariedade no Hotel da Estação | 23 Julho | 10H30

HOTEL ESTAÇÃO MANTÉM DIRIGENTE SINDICAL SEM FUNÇÕES

O Hotel Estação, sito ao Largo da Estação, em Braga, mantém uma trabalhadora, que é também dirigente sindical, sem ocupação do seu posto de trabalho desde o dia 17 do corrente mês.

O Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Norte promove, amanhã, 23 de Julho, a partir das 10:30 horas, à porta do hotel, uma acção de protesto e de solidariedade.

 

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