Em destaque
Campanha Nacional Contra a Precariedade 2016/2020
CAMPANHA NACIONAL CONTRA A PRECARIEDADE PELO EMPREGO COM DIREITOS O princípio da segurança no emprego, previsto no art.º 53.º da ...
Fotos | Protesto STAL contra assinatura ACEP Câmara Municipal Famalicão | 16-06-2015
terça-feira, 16 de junho de 2015
Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão faz frete ao Governo
O Presidente da Câmara de Vila Nova de Famalicão, vai assinar hoje, dia 16, um acordo colectivo com uma estrutura da UGT, que terá a participação do secretário de Estado da Administração Pública.
Os termos do acordo incluem o banco de horas e a adaptabilidade, mecanismos destruidores do direito fundamental ao horário de trabalho, que colocam o trabalhador inteiramente à mercê do livre arbítrio do empregador, em qualquer período do dia, da semana ou do ano.
Mas para além de ser contrário aos interesses dos trabalhadores, o acordo representa também um acto de submissão e vassalagem ao Governo.
Na realidade, esta sessão só se realiza porque o Presidente da Câmara, Paulo Cunha, (PSD/CDS-PP), se disponibilizou a assinar um acordo tirano com o SINTAP e incluir também a rubrica do secretário de Estado.
Fonte STAL
Etiquetas:
Acções Rua,
Administração Pública,
Lutas,
STAL
Liberinter faz acordo com a Ponto Seguro
segunda-feira, 15 de junho de 2015
A Liberinter, mediadora de seguros dos sócios dos sindicatos, estabeleceu um acordo com Ponto Seguro, com vista a melhorar o atendimento e a qualidade do apoio prestado aos trabalhadores.
A Ponto Seguro é uma mediadora com ligação à Mútua dos Pescadores, partilhando por isso os valores mutualistas e cooperativos que inspiram a Liberinter.
O acordo permite o acesso à rede nacional de balcões da Ponto Seguro, facilitando assim a atendimento e a resolução de qualquer questão.
Nesse sentido, a mediação de todas as apólices, vencidas a partir do mês Julho, será transferida da Liberinter para a Ponto Seguro.
Os contactos podem ser efectuados directamente para a sede da Ponto Seguro:
Av. Santos Dumont, 57, 2.º Esq.
1050-202 Lisboa
Tel.: 213 301 520
Fax: 213 301 529
e-mail: pontoseguro.lx@pontoseguro.pt
No site na Internet, www.pontoseguro.pt, encontrará os endereços e contactos de mais de duas dezenas de balcões, espalhados pelo país.
Fotos | Recepção a Paulo Portas em Guimarães | 12 Junho
sexta-feira, 12 de junho de 2015
Etiquetas:
Acções Rua,
Fotos,
Lutas
Local:
Guimarães, Portugal
Recortes Jornais: Sindicato Construção denuncia abusos nos planos de recuperação
quarta-feira, 10 de junho de 2015
Recepção a Paulo Portas em Guimarães | 12 Junho | 10H00 | Hotel Guimarães
terça-feira, 9 de junho de 2015
Etiquetas:
Acções Rua,
Lutas
Local:
Guimarães, Portugal
Sindicato da Construção denuncia empresas que se aproveitam dos planos de insolvência e revitalização para prejudicarem os funcionários
O Sindicato dos Trabalhadores da Construção, Madeiras, Mármores, Pedreiras, Cerâmica e Afins, da Região a Norte do Rio Douro, acusa as empresas de construção de se aproveitarem dos planos de insolvência e revitalização para prejudicarem os funcionários. No total segundo o sindicato só na região há mais de uma dezena de empresas a dever milhões de euros aos funcionários. Dinheiro que os trabalhadores já não acreditam que vão receber.
Fonte: Porto Canal, 09-06-2015.
A realidade do desemprego escondida
Pedro Mota Soares elogiou na Organização Internacional de Trabalho, o Programa Garantia Jovem. Para o Ministro do Emprego e da Solidariedade Social aquele programa fez com que o desemprego jovem passasse de 42 para 30%.
Para a CGTP-IN esta foi apenas uma forma encontrada pelo Governo para esconder a realidade, pois quando chegar altura do fim desses contratos, ou do final dos estágios, vamos ter os jovens a regressarem novamente ao desemprego.
Declarações de Pedro Mota Soares, Ministro do Emprego, e de Arménio Carlos, secretário-geral da CGTP.
Fonte: RTP Informação, 09-06-2015.
Dia da Cultura - Desfile | 9 Junho
A CGTP-IN participa hoje no desfile convocado pelo Manifesto em Defesa da Cultura,
que, a partir das 18h00, ligará o Largo do Camões ao Cais das Colunas, em Lisboa, por outra
política para a Cultura.
Alguns dados sobre a realidade laboral no sector da Cultura:
- Os sucessivos governos têm vindo a adoptar, no que à Cultura diz respeito, uma “política do ramalhete”: a Cultura como instrumento de promoção e de propaganda política; a Cultura como enfeite de cerimónia; a Cultura “para inglês ver”.
- É preciso lutar contra a política de desinvestimento, mas também de precarização laboral neste sector! A generalização da precariedade laboral, o desinvestimento, a secundarização do sector levam muitos trabalhadores qualificados a procurarem outras soluções. De acordo com as Estatísticas da Cultura 2013 (INE), 40,2% da população empregada nas actividades culturais e criativas, em2013, tinha como nível de escolaridade completo o Ensino Superior. O mesmo estudo indica, no entanto, que, no mesmo ano, houve um decréscimo de 4,7% no total da população empregada neste sector (73,1 mil pessoas) face ao ano anterior.
- De acordo com o mesmo estudo do INE, as câmaras municipais afectaram, em 2013, menos 5,8% (-23 milhões de euros) do que no ano anterior às actividades culturais, criativas e desportivas. Uma tendência para o desinvestimento que se regista, de forma acentuada, desde 2009, de acordo com o Inquérito ao Financiamento Público das Actividades Culturais das Câmaras Municipais (INE) e a PORDATA.
- A promoção do acesso aos bens culturais e da sua fruição, um preceito constitucional, tem vindo a ser relegada para a iniciativa privada, lançada aos “ventos dos mercados”. Veja-se, por exemplo, o que sucedeu no sector dos museus a cargo da Direcção-Geral do Património Cultural: de acordo com os dados desta mesma entidade, trabalhados pela PORDATA, desde 2011 que se regista uma queda abrupta no número de visitantes. Este foi o ano em que, em nome dos “inevitáveis” cortes que “se impunham”, se acabou com as entradas gratuitas nestes museus. Coincidência?
É necessária uma outra política para a Cultura, uma política que reverta esta situação
desastrosa e que promova o trabalho com direitos e ponha um travão à precariedade e ao
trabalho não-remunerado.
A inexistência de dados estatísticos mais recentes esconde certamente um panorama muito
mais desolador, fruto de políticas desenvolvidas pelo governo do PSD/CDS, que com objectivos
ideológicos, desvalorizou por completo o potencial que esta área tem para o desenvolvimento
económico, social e cultural.
É por estas e tantas outras razões que é fundamental sair à rua, todos e todas, e
dizer: basta!
Subscrever:
Mensagens (Atom)












