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CAMPANHA NACIONAL CONTRA A PRECARIEDADE  PELO EMPREGO COM DIREITOS O princípio da segurança no emprego, previsto no art.º 53.º da ...

A realidade do desemprego escondida

terça-feira, 9 de junho de 2015

Pedro Mota Soares elogiou na Organização Internacional de Trabalho, o Programa Garantia Jovem. Para o Ministro do Emprego e da Solidariedade Social aquele programa fez com que o desemprego jovem passasse de 42 para 30%. 
Para a CGTP-IN esta foi apenas uma forma encontrada pelo Governo para esconder a realidade, pois quando chegar altura do fim desses contratos, ou do final dos estágios, vamos ter os jovens a regressarem novamente ao desemprego. Declarações de Pedro Mota Soares, Ministro do Emprego, e de Arménio Carlos, secretário-geral da CGTP.
Fonte: RTP Informação, 09-06-2015.

Dia da Cultura - Desfile | 9 Junho


A CGTP-IN participa hoje no desfile convocado pelo Manifesto em Defesa da Cultura, que, a partir das 18h00, ligará o Largo do Camões ao Cais das Colunas, em Lisboa, por outra política para a Cultura. 

Alguns dados sobre a realidade laboral no sector da Cultura: 

  • Os sucessivos governos têm vindo a adoptar, no que à Cultura diz respeito, uma “política do ramalhete”: a Cultura como instrumento de promoção e de propaganda política; a Cultura como enfeite de cerimónia; a Cultura “para inglês ver”. 
  • É preciso lutar contra a política de desinvestimento, mas também de precarização laboral neste sector! A generalização da precariedade laboral, o desinvestimento, a secundarização do sector levam muitos trabalhadores qualificados a procurarem outras soluções. De acordo com as Estatísticas da Cultura 2013 (INE), 40,2% da população empregada nas actividades culturais e criativas, em2013, tinha como nível de escolaridade completo o Ensino Superior. O mesmo estudo indica, no entanto, que, no mesmo ano, houve um decréscimo de 4,7% no total da população empregada neste sector (73,1 mil pessoas) face ao ano anterior. 
  • De acordo com o mesmo estudo do INE, as câmaras municipais afectaram, em 2013, menos 5,8% (-23 milhões de euros) do que no ano anterior às actividades culturais, criativas e desportivas. Uma tendência para o desinvestimento que se regista, de forma acentuada, desde 2009, de acordo com o Inquérito ao Financiamento Público das Actividades Culturais das Câmaras Municipais (INE) e a PORDATA. 
  • A promoção do acesso aos bens culturais e da sua fruição, um preceito constitucional, tem vindo a ser relegada para a iniciativa privada, lançada aos “ventos dos mercados”. Veja-se, por exemplo, o que sucedeu no sector dos museus a cargo da Direcção-Geral do Património Cultural: de acordo com os dados desta mesma entidade, trabalhados pela PORDATA, desde 2011 que se regista uma queda abrupta no número de visitantes. Este foi o ano em que, em nome dos “inevitáveis” cortes que “se impunham”, se acabou com as entradas gratuitas nestes museus. Coincidência? 

É necessária uma outra política para a Cultura, uma política que reverta esta situação desastrosa e que promova o trabalho com direitos e ponha um travão à precariedade e ao trabalho não-remunerado.  

A inexistência de dados estatísticos mais recentes esconde certamente um panorama muito mais desolador, fruto de políticas desenvolvidas pelo governo do PSD/CDS, que com objectivos ideológicos, desvalorizou por completo o potencial que esta área tem para o desenvolvimento económico, social e cultural. 

É por estas e tantas outras razões que é fundamental sair à rua, todos e todas, e dizer: basta! 

Conferência de Imprensa: Insolvências e Despedimento nas Grandes Empresas de Construção do Distrito de Braga

segunda-feira, 8 de junho de 2015

CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

BRAGA - 9 JUNHO 2015 - 10H00
UNIÃO DOS SINDICATOS DO DISTRITO DE BRAGA 
RUA DOS BISCAÍNHOS - BRAGA

Insolvências e Despedimento 
nas Grandes Empresas de Construção do Distrito de Braga
 
Ex.mos Senhores,

A Direcção deste Sindicato vem pela presente informar os Órgãos de Comunicação Social de que vai dar uma Conferência de Imprensa no dia 9 de Junho de 2015, com início às dez horas, a realizar no Auditório da União dos Sindicatos do Distrito de Braga, sito na Rua Rua dos Biscainhos, em Braga. 

Esta Conferência tem como objectivo apresentar à Comunicação Social a real situação das grandes empresas da construção, em especial no Distrito de Braga e as consequências daí resultantes para prejuízo dos trabalhadores, derivado aos salários em atraso, aos despedimentos e desvio de património das empresas. 

Informamos que estarão presentes os trabalhadores vítimas dos processos nas empresas Cantinhos, J. Gomes - Construções do Cávado, Sá Machado, Grupo ACF - Arlindo Correia & Filhos, Castro e Castro Rodrigues, Britalar, Europa Arlindo, Eurolimpica SA, Sociedade de Construções Guimar, entre outras, com os quais os Senhores Jornalistas poderão falar e confirmar com eles a veracidade das denúncias que serão feitas na Conferência. 

Assim, e porque entendemos que a Comunicação Social tem um papel importante na informação que presta à sociedade e por esse efeito muitas situações caminham mais rapidamente na busca da reparação das injustiças, solicitamos a participação do órgão que mui dignamente dirige. 

Confiante em que beneficiaremos da vossa presença, somos a enviar os nossos melhores cumprimentos.

A Direcção

Dia da Cultura em Luta - Desfile | 9 Junho

sexta-feira, 5 de junho de 2015

A União dos Sindicatos do Distrito de Braga e a CGTP-IN são algumas das entidades subscritoras do comunicado conjunto Dias da Cultura em Luta lançado pelo “Manifesto em defesa da Cultura”, onde se compromete com a “afirmação forte em defesa da cultura e dos direitos culturais dos cidadãos portugueses e reclamam uma outra política e um rumo de desenvolvimento e de investimento público na cultura, como garante da sua liberdade, da sua diversidade, da democracia e do bem-estar dos cidadãos”. 

COMUNICADO CONJUNTO

Enfrentamos há décadas uma política de destruição do país, da cultura e das vidas das pessoas, que conduziu a uma situação de prolongada crise da actividade cultural e do tecido social que a dinamiza. Esta crise tem origem numa longa série de opções de sucessivos governos por políticas de desprezo pelo papel vital da cultura no corpo da sociedade e da democracia; de grosseiro subfinanciamento, desestruturação e desqualificação dos serviços e das funções culturais do estado; de aguda mercantilização e privatização de bens e funções públicas; de ataque à dignidade e consistência do trabalho dos profissionais da cultura e das artes; e de incumprimento da Constituição da República Portuguesa, no que toca às responsabilidades do Estado em prover os meios que garantam o acesso dos cidadãos à criação e à fruição da cultura.

Esta crise traduz-se numa redução drástica da actividade cultural em geral; na degradação das condições em que esta se realiza; no definhamento das estruturas e forças que suportam a actividade cultural; no bloqueamento acentuado da produção nacional nas redes de difusão, distribuição e apresentação; na séria limitação da liberdade e diversidade culturais; na alienação e destruição de obras e de património; na redução de rendimentos e direitos laborais dos profissionais; na extrema precariedade dos vínculos, na generalização do recurso a recibos verdes, no desemprego e sub-emprego, no encerramento de estruturas e serviços, no abandono, por vezes definitivo, da actividade cultural e na emigração; na amputação das oportunidades de uma geração inteira, um buraco negro no património do futuro.

Perante este quadro, e em ano de eleições legislativas, as forças da cultura devem dar um sinal forte e claro, de exigência de outra política para a cultura. Uma política:
  • De cumprimento do direito constitucional à cultura e das obrigações do Estado que ele implica;
  • De criação de condições de participação de todos na prática cultural, e de exercício do direito à criação;
  • De definição de um serviço público de cultura em todo o território nacional;
  • De criação de condições efectivas de difusão, distribuição e apresentação da produção nacional;
  • De defesa do vasto património que está à nossa guarda, de salvaguarda do património ameaçado e de promoção da acessibilidade e divulgação;
  • De defesa do trabalho com direitos na cultura, contra a precariedade e o trabalho não remunerado;
  • Que se norteie pela compreensão do valor sem preço da cultura, recusando a sua mercantilização generalizada;
  • Que implemente 1% do PIB para a cultura, valor digno que assegura, em sede de orçamento, condições para a liberdade e a diversidade culturais.
As entidades subscritoras das diversas áreas da actividade cultural, associações representativas, sindicatos, estruturas de produção, nas áreas da criação e produção artística, da conservação e gestão do património histórico e arqueológico, do associativismo cultural, da defesa dos direitos dos trabalhadores da cultura, e outras, comprometem-se com estaafirmação forte em defesa da cultura e dos direitos culturais dos cidadãos portugueses e reclamam uma outra política e um rumo de desenvolvimento e de investimento público na cultura, como garante da sua liberdade, da sua diversidade, da democracia e do bem-estar dos cidadãos.

Tribunal condena Tesco a reintegrar trabalhador despedido!

terça-feira, 2 de junho de 2015

TRIBUNAL CONDENA TESCO 
A REINTEGRAR TRABALHADOR DESPEDIDO!

Um trabalhador em situação de precariedade, após várias renovações contratuais, foi despedido pela empresa Tesco. Na altura do despedimento (Março de 2013), o trabalhador procurou o seu sindicato – o SITE-Norte – que lhe prestou todos os esclarecimentos sobre os seus direitos, tendo-se decidido contestar o despedimento pela via judicial, por invocada ilegalidade do mesmo.

O Tribunal de Trabalho de Santo Tirso em Agosto de 2014, decidiu impor à empresa Tesco a reintegração do trabalhador e o pagamento de todos os salários e outras prestações que o trabalhador deixou de receber pelo ilícito despedimento, tendo esta decidido recorrer da sentença, para o Tribunal da Relação do Porto.

Mas o tribunal superior continuou a considerar a acção da empresa ilegal e, em 26 de Maio de 2015, confirmou a sentença dada pelo Tribunal de Santo Tirso, facto considerado inapelável, pelo que a empresa terá que cumprir integralmente a sentença da primeira instância.

Nesta conformidade e após mais de dois anos, o trabalhador reiniciou a sua actividade profissional na Tesco em 1 de Junho, na qualidade de trabalhador efectivo, após mais de dois anos em situação de despedido.

É caso para concluir que, se este trabalhador não tivesse sido apoiado pelos delegados sindicais, que o orientaram e apoiaram para que pudesse recorrer aos serviços do contencioso/jurídico do sindicato, certamente continuaria desempregado como tantos jovens no nosso país e o seu posto de trabalho, que vai reocupar após mais de dois anos de desemprego forçado, continuaria a ser ocupado por alguém em situação de precariedade quando, de facto, corresponde a um posto de trabalho efetivo.

Exemplos como o que aqui se dá multiplicam-se um pouco em todas as empresas. Por isso é importante que os trabalhadores estejam sindicalizados, porque assim estarão mais protegidos. O SITE-Norte é tão mais forte quanto mais trabalhadores nele se sindicalizarem.

Sindicaliza-te no SITE-Norte!

02/06/2015

O SITE-Norte

Concorda com a municipalização da Educação?

A FENPROF e os seus sindicatos realizam entre o dia 2 e 4 de Junho de 2015, a maior consulta nacional, através de votação directa (em 2.075 mesas de voto, sobre a municipalização da educação. Chegou agora a altura de os professores e os educadores se pronunciarem sobre esta medida, pela qual, através da sua futura generalização, o Governo pretende impor uma verdadeira reconfiguração do sistema educativo, com prejuízos elevadíssimos para a Escola Pública.

A FENPROF disponibiliza um dossier de apoio e informação aos professores sobre a municipalização: Neste "pacote" de documentação, os docentes poderão obter informação importante para que participem nesta consulta nacional e façam, com conhecimento do que está verdadeiramente em causa, a sua escolha.

Ver AQUI

Enfermeiros em greve 4 e 5 de Junho - Por si!

Informação ao utente de Vila Verde

CGTP critica propostas do PSD e PS para a Segurança Social

terça-feira, 26 de maio de 2015

A CGTP-IN critica as propostas do PSD e do PS para a área da segurança social e defendeu a necessidade de os portugueses serem esclarecidos antes das próximas legislativas sobre as intenções dos partidos. 
Arménio Carlos, secretário-geral da CGTP-IN afirmou, esta tarde, em conferência de imprensa que o facto de o Governo ter admitido a possibilidade de um novo corte nas pensões e de a proposta de programa eleitoral do PS prever a redução da Taxa Social Única dos trabalhadores com o objectivo de lhes aumentar os rendimentos demonstram que "Estamos perante a perspectiva de um novo ataque à Segurança Social universal e solidária". 

Arménio Carlos considerou ainda que a proposta do PS é inaceitável porque "vão colocar em risco a sustentabilidade do sistema de Segurança Social e, a médio prazo, vão levar à redução da protecção social e das pensões".

CGTP acusa o Governo de mentir!

Acampamento pela Paz 2015

segunda-feira, 18 de maio de 2015

A Plataforma 40x25 congrega as mais variadas associações (uma das quais a Interjovem) que reconhecem a importância de assinalar as conquistas de Abril, que se prolongaram desde 1974 à assinatura da Constituição da República Portuguesa em 1976. Desde a constituição desta plataforma realizaram-se iniciativas várias um pouco por todo o país em escolas e em associações culturais e desportivas.

À semelhança do ano passado vai realizar-se o Acampamento pela Paz, na cidade de Évora. Entre as diversas actividades da plataforma que marcaram 2014, o Acampamento pela Paz foi uma iniciativa que juntou mais de 200 jovens de todo o país num ambiente fraterno e de valorização da Revolução dos Cravos e das importantes transformações que protagonizou na sociedade portuguesa, nomeadamente os valores da paz e da amizade entre os povos.

Este ano o Acampamento pela Paz volta a ser na cidade de Évora, no fim-de-semana de 24 a 26 de Julho, no parque das piscinas municipais. É um evento em que estarão presentes centenas de jovens de todo o país, juntos em defesa dos valores da Paz e da solidariedade entre os povos, do 25 de Abril, sempre com muita alegria, música, cultura e desporto à mistura.

A Plataforma 40x25 vai realizar iniciativas/debates com jovens trabalhadores sobre o tema dos 70 anos da derrota do nazifascismo, entre outros.

 

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