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13 de Março - Trabalhadores da administração pública em luta

quinta-feira, 12 de março de 2015

Trabalhadores da administração pública em luta

Os trabalhadores da Administração Local e de toda a Administração Pública paralisam no próximo dia 13 de Março, em luta pelos salários, 35 horas de trabalho e direitos, exigindo o fim das políticas de destruição dos serviços públicos, do empobrecimento geral da população e do assalto à Administração Local:
  • Condenamos a manutenção, pelo quarto ano consecutivo, dos cortes nos subsídios e nos salários, do congelamento das carreiras e das escandalosas reduções do pagamento do trabalho extraordinário, dos dias de férias e o roubo dos feriados.
  • Exigimos a reposição do poder de compra perdido. Os trabalhadores da Administração Pública sofreram neste período um corte no seu poder de compra superior a 20 por cento.
  • Denunciamos o aumento dos impostos, nomeadamente através da chamada «fiscalidade verde» que agrava os preços dos combustíveis rodoviários, gás e outros produtos essenciais, reflectindo-se nas nossas condições de vida.
  • Repudiamos a retórica eleitoralista do Governo que falseia a realidade, pretendendo criar a ilusão de alívio na situação das famílias e de recuperação da economia, falseando a própria informação.

Bosch/Braga obrigada a reintegrar mais um trabalhador precário

segunda-feira, 9 de março de 2015


Vale sempre a pena resistir. Um trabalhador da empresa Bosch Car Multimédia (re)iniciou hoje o trabalho por decisão do Tribunal de Trabalho da Comarca de Braga e do Tribunal da Relação do Porto que obrigou a Bosch/Braga a reintegrá-lo.

Este trabalhador não aceitou a injustiça que é ser trabalhador precário a vida inteira . Perante a sua resistência, não se resignando, e com o apoio do seu Sindicato,  o SITE-Norte, foi possível ter ganho esta sua causa.

O Tribunal condenou a Bosch a reintegrar o trabalhador como trabalhador efectivo na empresa, sendo obrigada também a pagar-lhe todas as prestações, salários e subsídios relativamente ao tempo que iniciou a propositura da acção em Tribunal (cerca de dois anos).

Fonte: SITE-Norte/Delegação de Braga

Reunião dos trabalhadores do Grupo Somelos | 05-03-2015

quinta-feira, 5 de março de 2015

Reunião de hoje, 5 de Março, dos trabalhadores do Grupo SOMELOS, junto às instalações da empresa, promovida pelo Sindicato Têxtil do Minho e Trás-os-Montes e pela FESETE, para defender os seus direitos e pelo aumento dos salários. A reunião teve por objectivo, além do aumento dos salários, denunciar e protestar contra a tentativa de corte nos direitos do Contrato Colectivo de Trabalho (CCT), de reduzir o valor da retribuição do trabalho suplementar e a compensação em descanso e acabar com os três dias de majoração das férias anuais.

SPOT Rádio SITE-Norte de apelo à participação na Manifestação do próximo dia 7 de Março de 2015

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

SPOT Rádio promovido pelo SITE-Norte de apelo à participação na Manifestação do próximo dia 7 de Março de 2015 que começará a ser difundido por rádios do distrito.

Abaixo-assinado - Solidariedade com a Revolução Bolivariana

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015


A União dos Sindicatos do Distrito de Braga, à semelhança de outras organizações solidárias com o povo venezuelano, subscreveu o seguinte

ABAIXO-ASSINADO

Solidariedade com a Revolução Bolivariana

As organizações subscritoras manifestam a sua solidariedade ao povo venezuelano face às manobras internas e externas que visam desestabilizar a República Bolivariana da Venezuela para, em última análise, derrubar o Governo democraticamente eleito, interromper e, se possível, fazer retroceder a Revolução Bolivariana, a qual tem sido repetidas vezes apoiada e reafirmada pelo povo venezuelano, designadamente em múltiplos actos eleitorais nos últimos 15 anos.

A tentativa de derrubar o Governo democraticamente eleito, não sendo nova na República Bolivariana da Venezuela, também o não é na América Latina e Caraíbas já que se assemelha perigosamente com os golpes ocorridos em países deste sub-continente, nomeadamente nas décadas de 60 e 70 do século passado, em que os Estados Unidos da América e os grandes grupos económicos e financeiros nacionais derrubaram governos legítimos e impuseram aos povos sangrentas ditaduras militares com o brutal cortejo de violação sistemática dos Direitos Humanos e dos direitos democráticos e constitucionais, políticos, sociais, económicos e culturais.

A tentativa de golpe militar do passado dia 12 de Fevereiro foi amplamente antecedida de uma guerra económica contra o Estado Venezuelano, integrando provocações, actos de vandalismo, contrabando, açambarcamento e especulação de bens essenciais, tendentes a criar um clima de descontentamento que facilitasse os objectivos das forças golpistas e anti-democráticas.

O apoio interno e externo de que goza o Governo da República Bolivariana da Venezuela tem-lhe permitido fazer frente a muitas destas inaceitáveis acções desestabilizadoras. No entanto, os Estados Unidos da América não desistem de se ingerir na Venezuela, instigando e provocando conflitos internos visando promover e disseminar uma situação de caos generalizado e incontrolável.

As organizações subscritoras, solidárias com o povo venezuelano, manifestam o seu firme repúdio para com estes actos contra a Revolução bolivariana e o povo venezuelano e associam-se às manifestações de apoio e solidariedade para com a República Bolivariana da Venezuela.

Organizações Subscritoras:

No quadro dos recentes acontecimentos na Venezuela e da Semana Mundial de Solidariedade com a Revolução Bolivariana a assinalar de 1 a 8 de Março, o CPPC, a CGTP e a AAPC colocaram à subscrição das organizações portuguesas o seguinte texto:
Solidariedade com a Revolução Bolivariana.

As organizações subscritoras manifestam a sua solidariedade ao povo venezuelano face às manobras internas e externas que visam desestabilizar a República Bolivariana da Venezuela para, em última análise, derrubar o Governo democraticamente eleito, interromper e, se possível, fazer retroceder a Revolução bolivariana, a qual tem sido repetidas vezes apoiada e reafirmada pelo povo venezuelano, designadamente em múltiplos actos eleitorais nos últimos 15 anos.

A tentativa de derrubar o Governo democraticamente eleito, não sendo nova na República Bolivariana da Venezuela, também o não é na América Latina e Caraíbas já que se assemelha perigosamente com os golpes ocorridos em países deste sub-continente, nomeadamente nas décadas de 60 e 70 do século passado, em que os Estados Unidos da América e os grandes grupos económicos e financeiros nacionais derrubaram governos legítimos e impuseram aos povos sangrentas ditaduras militares com o brutal cortejo de violação sistemática dos Direitos Humanos e dos direitos democráticos e constitucionais, políticos, sociais, económicos e culturais.

A tentativa de golpe militar do passado dia 12 de Fevereiro foi amplamente antecedida de uma guerra económica contra o Estado Venezuelano, integrando provocações, actos de vandalismo, contrabando, açambarcamento e especulação de bens essenciais, tendentes a criar um clima de descontentamento que facilitasse os objectivos das forças golpistas e anti-democráticas.

O apoio interno e externo de que goza o Governo da República Bolivariana da Venezuela tem-lhe permitido fazer frente a muitas destas inaceitáveis acções desestabilizadoras. No entanto, os Estados Unidos da América não desistem de se ingerir na Venezuela, instigando e provocando conflitos internos visando promover e disseminar uma situação de caos generalizado e incontrolável.

As organizações subscritoras, solidárias com o povo venezuelano, manifestam o seu firme repúdio para com estes actos contra a Revolução bolivariana e o povo venezuelano e associam-se às manifestações de apoio e solidariedade para com a República Bolivariana da Venezuela.

As organizações subscritoras
 

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