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CAMPANHA NACIONAL CONTRA A PRECARIEDADE  PELO EMPREGO COM DIREITOS O princípio da segurança no emprego, previsto no art.º 53.º da ...

Bosch/Braga obrigada a reintegrar mais um trabalhador precário

segunda-feira, 9 de março de 2015


Vale sempre a pena resistir. Um trabalhador da empresa Bosch Car Multimédia (re)iniciou hoje o trabalho por decisão do Tribunal de Trabalho da Comarca de Braga e do Tribunal da Relação do Porto que obrigou a Bosch/Braga a reintegrá-lo.

Este trabalhador não aceitou a injustiça que é ser trabalhador precário a vida inteira . Perante a sua resistência, não se resignando, e com o apoio do seu Sindicato,  o SITE-Norte, foi possível ter ganho esta sua causa.

O Tribunal condenou a Bosch a reintegrar o trabalhador como trabalhador efectivo na empresa, sendo obrigada também a pagar-lhe todas as prestações, salários e subsídios relativamente ao tempo que iniciou a propositura da acção em Tribunal (cerca de dois anos).

Fonte: SITE-Norte/Delegação de Braga

Reunião dos trabalhadores do Grupo Somelos | 05-03-2015

quinta-feira, 5 de março de 2015

Reunião de hoje, 5 de Março, dos trabalhadores do Grupo SOMELOS, junto às instalações da empresa, promovida pelo Sindicato Têxtil do Minho e Trás-os-Montes e pela FESETE, para defender os seus direitos e pelo aumento dos salários. A reunião teve por objectivo, além do aumento dos salários, denunciar e protestar contra a tentativa de corte nos direitos do Contrato Colectivo de Trabalho (CCT), de reduzir o valor da retribuição do trabalho suplementar e a compensação em descanso e acabar com os três dias de majoração das férias anuais.

SPOT Rádio SITE-Norte de apelo à participação na Manifestação do próximo dia 7 de Março de 2015

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

SPOT Rádio promovido pelo SITE-Norte de apelo à participação na Manifestação do próximo dia 7 de Março de 2015 que começará a ser difundido por rádios do distrito.

Abaixo-assinado - Solidariedade com a Revolução Bolivariana

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015


A União dos Sindicatos do Distrito de Braga, à semelhança de outras organizações solidárias com o povo venezuelano, subscreveu o seguinte

ABAIXO-ASSINADO

Solidariedade com a Revolução Bolivariana

As organizações subscritoras manifestam a sua solidariedade ao povo venezuelano face às manobras internas e externas que visam desestabilizar a República Bolivariana da Venezuela para, em última análise, derrubar o Governo democraticamente eleito, interromper e, se possível, fazer retroceder a Revolução Bolivariana, a qual tem sido repetidas vezes apoiada e reafirmada pelo povo venezuelano, designadamente em múltiplos actos eleitorais nos últimos 15 anos.

A tentativa de derrubar o Governo democraticamente eleito, não sendo nova na República Bolivariana da Venezuela, também o não é na América Latina e Caraíbas já que se assemelha perigosamente com os golpes ocorridos em países deste sub-continente, nomeadamente nas décadas de 60 e 70 do século passado, em que os Estados Unidos da América e os grandes grupos económicos e financeiros nacionais derrubaram governos legítimos e impuseram aos povos sangrentas ditaduras militares com o brutal cortejo de violação sistemática dos Direitos Humanos e dos direitos democráticos e constitucionais, políticos, sociais, económicos e culturais.

A tentativa de golpe militar do passado dia 12 de Fevereiro foi amplamente antecedida de uma guerra económica contra o Estado Venezuelano, integrando provocações, actos de vandalismo, contrabando, açambarcamento e especulação de bens essenciais, tendentes a criar um clima de descontentamento que facilitasse os objectivos das forças golpistas e anti-democráticas.

O apoio interno e externo de que goza o Governo da República Bolivariana da Venezuela tem-lhe permitido fazer frente a muitas destas inaceitáveis acções desestabilizadoras. No entanto, os Estados Unidos da América não desistem de se ingerir na Venezuela, instigando e provocando conflitos internos visando promover e disseminar uma situação de caos generalizado e incontrolável.

As organizações subscritoras, solidárias com o povo venezuelano, manifestam o seu firme repúdio para com estes actos contra a Revolução bolivariana e o povo venezuelano e associam-se às manifestações de apoio e solidariedade para com a República Bolivariana da Venezuela.

Organizações Subscritoras:

No quadro dos recentes acontecimentos na Venezuela e da Semana Mundial de Solidariedade com a Revolução Bolivariana a assinalar de 1 a 8 de Março, o CPPC, a CGTP e a AAPC colocaram à subscrição das organizações portuguesas o seguinte texto:
Solidariedade com a Revolução Bolivariana.

As organizações subscritoras manifestam a sua solidariedade ao povo venezuelano face às manobras internas e externas que visam desestabilizar a República Bolivariana da Venezuela para, em última análise, derrubar o Governo democraticamente eleito, interromper e, se possível, fazer retroceder a Revolução bolivariana, a qual tem sido repetidas vezes apoiada e reafirmada pelo povo venezuelano, designadamente em múltiplos actos eleitorais nos últimos 15 anos.

A tentativa de derrubar o Governo democraticamente eleito, não sendo nova na República Bolivariana da Venezuela, também o não é na América Latina e Caraíbas já que se assemelha perigosamente com os golpes ocorridos em países deste sub-continente, nomeadamente nas décadas de 60 e 70 do século passado, em que os Estados Unidos da América e os grandes grupos económicos e financeiros nacionais derrubaram governos legítimos e impuseram aos povos sangrentas ditaduras militares com o brutal cortejo de violação sistemática dos Direitos Humanos e dos direitos democráticos e constitucionais, políticos, sociais, económicos e culturais.

A tentativa de golpe militar do passado dia 12 de Fevereiro foi amplamente antecedida de uma guerra económica contra o Estado Venezuelano, integrando provocações, actos de vandalismo, contrabando, açambarcamento e especulação de bens essenciais, tendentes a criar um clima de descontentamento que facilitasse os objectivos das forças golpistas e anti-democráticas.

O apoio interno e externo de que goza o Governo da República Bolivariana da Venezuela tem-lhe permitido fazer frente a muitas destas inaceitáveis acções desestabilizadoras. No entanto, os Estados Unidos da América não desistem de se ingerir na Venezuela, instigando e provocando conflitos internos visando promover e disseminar uma situação de caos generalizado e incontrolável.

As organizações subscritoras, solidárias com o povo venezuelano, manifestam o seu firme repúdio para com estes actos contra a Revolução bolivariana e o povo venezuelano e associam-se às manifestações de apoio e solidariedade para com a República Bolivariana da Venezuela.

As organizações subscritoras

Jornal da Fiequimetal N.º 13

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Comunicado populações da Frente Comum - Greve Nacional 13 Março


COMUNICADO ÀS POPULAÇÕES
GREVE NACIONAL DE 13 DE MARÇO

FAZEMOS GREVE PARA DEFENDER 
OS DIREITOS DOS CIDADÃOS!

Há muitas razões para estar solidário com a greve dos trabalhadores da Administração Pública. A defesa dos seus direitos é a defesa dos serviços públicos, da garantia de que todos, independentemente da sua situação económica e social, poderão ter acesso à Saúde, à Educação, à Segurança Social, à Justiça, à Cultura, ao Ambiente, à Água Pública, e à defesa do Poder Local democrático.

Defendemos o Serviço Nacional de Saúde

A falta de recursos humanos, o encerramento de várias unidades de saúde e de hospitais, o aumento brutal das taxas moderadoras causam uma situação de urgência nacional quanto ao Serviço Nacional de Saúde. Há pessoas que morrem por falta de atendimento nos hospitais e a responsabilidade é do Governo que insiste na não contratação de pessoal e na exploração desumana dos trabalhadores da saúde. Há pessoas que não recorrem ao SNS porque as taxas moderadoras são insuportáveis. Exigimos o direito à saúde para todos. 

Defendemos a Escola Pública

Exigimos o melhor para as nossas crianças e jovens. Defendemos meios humanos nas escolas, trabalhadores com direitos para que possam acompanhar as crianças e os jovens em todo o seu percurso escolar, fazendo da escola um espaço de crescimento e desenvolvimento harmonioso e integral do indivíduo. Exigimos o direito a uma escola pública de qualidade para todos. 

Defendemos a Segurança Social pública, universal e solidária

Exigimos o fim dos cortes nas pensões, abono de família digno e para todos e a melhoria das prestações sociais.

Defendemos a Justiça

Exigimos o acesso das populações aos tribunais, a reabertura dos tribunais que foram encerrados e a revisão e isenção das custas judiciais.

Defendemos o Poder Local democrático

Exigimos respeito pela autonomia das autarquias. Exigimos financiamento e recursos humanos adequados para que existam respostas de qualidade às populações. Combatemos a privatização dos serviços públicos da água e dos «lixos».

Somos contra o encerramento e privatização de serviços públicos

O governo tem vindo a encerrar centenas de serviços públicos: hospitais, escolas, serviços de finanças, serviços da segurança social, tribunais, entre outros, afastando os cidadãos cada vez mais destes serviços. Por outro lado, vai abrindo caminho à sua privatização, encarecendo-os e tornando-os inacessíveis à maior parte das pessoas, por motivos económicos. Recusamos o encerramento e privatização de serviços públicos, exigimos a reabertura dos serviços públicos encerrados e, para que possam ser prestados com qualidade a todos, exigimos a contratação de mais trabalhadores.

Defendemos o trabalho com direitos... 

Defendemos a inclusão dos trabalhadores precários nos quadros de pessoal dos serviços, o fim dos contratos de emprego e inserção (CEI) e de todas as formas de precariedade para a defesa da prestação de serviços públicos de qualidade. 

... e aumentos salariais

Os trabalhadores da administração pública, para além de serem dos mais penalizados com os cortes nos salários desde 2011, não têm qualquer aumento salarial desde 2009, o que faz com que, de forma agravada, sofram as políticas de empobrecimento que atingem os trabalhadores e a população em geral.

Há muitos motivos para apoiar esta greve 

Esta greve é pela defesa dos direitos das populações e, como tal, pela defesa dos direitos dos trabalhadores.

Esta greve é pela defesa do Serviço Nacional de Saúde, da Escola Pública, da Segurança Social, dos serviços públicos, das funções sociais do Estado, do direito a ter direitos. Esta greve defende o interesse público que é pertença de todos!

Dia 13 de Março, dê força à luta dos trabalhadores da Administração Pública. 
Em defesa da Constituição da República Portuguesa e de um futuro com dignidade para todos.

Som móvel Manifestação Nacional Descentralizada de 7 de Março de 2015

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Som móvel para a Manifestação Nacional Descentralizada do próximo dia 7 de Março de 2015 em Braga.

 

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