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Documentos: 7.ª Conferência da Inter-Reformados/Braga
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
Comemorações do Centenário - Álvaro Cunhal
Álvaro Cunhal
Comemorações do Centenário
Com a evocação no dia 3 de Janeiro de 2014 da fuga da fortaleza de Peniche, e com um grande comício no dia 4 na mesma localidade, culminam esta fase das comemorações do centenário do nascimento de Álvaro Cunhal, iniciadas em Janeiro de 2013 com o Lema "Vida, pensamento e luta: exemplo que se projecta na actualidade e no futuro".
Esta iniciativa em Peniche, interliga-se já com a abertura das importantíssimas comemorações do 40.º Aniversário da Revolução do 25 de Abril.
São de enaltecer o imenso número de iniciativas realizadas por todo o país, em torno do Centenário, organizadas pela Comissão das Comemorações, pelas estruturas regionais do seu Partido, Sindicatos e demais organizações de trabalhadores, autarquias, colectividades desportivas e culturais, escolas, comissões de cidadãos, entre outras, nas quais participaram milhares de portuguesas portugueses, com concepções ideológicas diversificadas, com ou sem partido, que fizeram questão de homenagear Álvaro Cunhal.
Este enorme movimento à volta das comemorações, confirmou o prestígio e o respeito granjeados por Álvaro Cunhal, enquanto pessoa, militante e dirigente comunista, intelectual e artista, enquanto lutador, a tempo inteiro, contra a exploração e pelos direitos dos trabalhadores, contra o fascismo e pela liberdade, pela democracia e pelo socialismo.
Confirmou igualmente, o prestígio e o respeito de que desfruta o seu partido de sempre, o PCP, para cuja formação e identidade ideológica Álvaro Cunhal contribuiu de forma decisiva, identidade ideológica que explica e garante a vida longa do PCP, bem como a sua influência social, politica e eleitoral, não obstante as diversas certidões de óbito que os seus detractores já lhe passaram.
Como não podia deixar de ser, o papel de Álvaro Cunhal na organização e na luta dos trabalhadores, antes e depois do 25 de Abril, mereceu um espaço relevante nas diversas iniciativas organizadas em torno do Centenário.
Aí foram relembrados e confirmados os contributos de Álvaro Cunhal para a definição da linha política sindical do PCP, como foram relembrados e confirmados os seus contributos para a unidade a organização e a luta dos trabalhadores, antes e depois do 25 de Abril, bem como para estrutura orgânica do que é hoje a CGTP-IN.
O debate em torno das comemorações permitiu, finalmente, cimentar a certeza de que os contributos e acção de Álvaro Cunhal, e a luta corajosa e abnegada do PCP, foram o motor impulsionador seja na luta pela liberdade nos sombrios anos da ditadura fascista, seja na Revolução de Abril, seja na instauração e na defesa da democracia até aos dias de hoje. Não fosse a inabalável convicção ideológica e coragem física de Álvaro Cunhal e a luta corajosa do PCP desde a sua criação, a história do nosso país seria seguramente diferente.
Esta fase das comemorações do centenário, verifica-se num quadro em que o capital está a desenvolver uma fortíssima guerra contra os direitos dos trabalhadores e os Sindicatos de classe.
Como defendia Álvaro Cunhal, encontrar a capacidade, a força, a iniciativa, a resposta criativa à nova situação e aos novos problemas no reforço de aspectos fundamentais da identidade do movimento sindical unitário, nomeadamente a sua natureza de classe, a sua autonomia, a sua unidade e a sua democracia interna, só possível com o esforço máximo de ligação e participação dos trabalhadores, demonstrando que os sindicatos de classe não só são necessários como são mais necessários que nunca, é o caminho a prosseguir.
Esta fase final das comemorações do centenário verifica-se, igualmente, num contexto de declínio económico, desemprego, retrocesso social, de descaracterização do regime democrático, perda de soberania, em resultado de quase 40 anos de política de direita desenvolvida pela acção de sucessivos governos do PS, PSD e CDS, política determinada pelos interesses do grande capital e subordinada à integração capitalista na União Europeia.
Por isso, no imediato, há que prosseguir e intensificar a luta por uma política de esquerda, contra a política de direita e o chamado Programa de Assistência Financeira - um verdadeiro Pacto de Agressão dirigido contra os trabalhadores, contra o povo e contra o país.
Em termos de futuro, mas inseparável da acção pelo presente, há que continuar no caminho da construção de uma sociedade humana, justa, onde não haja lugar a exploradores e explorados, pela qual, Álvaro Cunhal tão abnegadamente lutou.
Dezembro de 2013
Mais informação:
Sessão Pública - Centenário do nascimento de Álvaro Cunhal
Semana de Luta: 16 a 20 Dezembro
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
Governo utiliza dados errados para justificar aumento da idade de reforma
Retirado de: http://www.eugeniorosa.com/
GOVERNO UTILIZA DADOS ERRADOS PARA JUSTIFICAR O AUMENTO
DA IDADE DE REFORMA E DE APOSENTAÇÃO PARA OS 66 ANOS EM 2014
DA IDADE DE REFORMA E DE APOSENTAÇÃO PARA OS 66 ANOS EM 2014
CESP Informação - Edição 1-2013
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CESP - Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal
CESP - Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal
Os sistemas de segurança social e da CGA utilizados pelo governo como instrumento orçamental
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Retirado de: http://www.eugeniorosa.com/
A MANIPULAÇÃO DO FACTOR DE SUSTENTABILIDADE
PELO GOVERNO, O AUMENTO TODOS OS ANOS DA IDADE DE REFORMA
E DE APOSENTAÇÃO, E O DUPLO CORTE NAS PENSÕES ANTECIPADAS
E DE APOSENTAÇÃO, E O DUPLO CORTE NAS PENSÕES ANTECIPADAS
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Petição Contra o Encerramento dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo
ASSINE A PETIÇÃO!
O anúncio feito, pelo Ministro da Defesa Aguiar Branco, do encerramento dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC), representa um crime minuciosamente preparado a executar pelo governo contra os trabalhadores, a região, a construção naval e a economia nacional.
Os ENVC, são a única empresa de construção naval em Portugal, com 69 anos de trabalho, com centenas de navios construídos e milhares de reparações executadas ao longo da sua existência.
Ao liquidar uma empresa viável e estratégica da indústria nacional com capacidade de projecto e tecnologicamente preparada para responder às exigências de qualidade imposta pelos padrões actuais, da construção naval mundial, o governo não só prossegue a destruição do tecido produtivo como hipoteca o desenvolvimento económico do país e a independência nacional.
O governo tem de responder perante os portugueses, pelos prejuízos que vai causar à economia do país à região e aos trabalhadores.
Os peticionários consideram indispensável a suspensão deste processo, e o repensar de uma outra estratégica para os ENVC e para a construção naval em Portugal.
Taxa de desemprego desce à custa da emigração, do desencorajamento e de programas de ocupação de desempregados
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
(Comunicado de Imprensa da CGTP-IN)
TAXA DE DESEMPREGO DESCE À CUSTA DA EMIGRAÇÃO,
DO DESENCORAJAMENTO E DE PROGRAMAS DE OCUPAÇÃO DE DESEMPREGADOS
DO DESENCORAJAMENTO E DE PROGRAMAS DE OCUPAÇÃO DE DESEMPREGADOS
CGTP-IN condena encerramento dos estaleiros navais de Viana do Castelo
O anúncio da intenção do Governo em encerrar os Estaleiros Navais de Viana do Castelo, com o consequente despedimento colectivo de mais de 600 trabalhadores, constitui mais um acto criminoso perpetrado por quem prossegue todos os dias uma política que arruína a economia nacional, arrasa o emprego e condena o povo à miséria.
Esta decisão, tendo como objectivo adjudicar a concessão dos terrenos e das suas importantes infra-estruturais à Martifer, mostra bem o desprezo que o Governo de Passos Coelho e Paulo Portas têm pelo interesse nacional e como os grandes interesses do capital económico e financeiro, que ele representa, se sobrepõem à vida dos trabalhadores e à sobrevivência a das suas famílias e ás populações da região, para quem a presença dos ENVC é um pilar fundamental do seu desenvolvimento económico e social.
Estamos perante um crime de lesa-pátria, executado pela calada, cujas motivações envolvem negociatas que devem ser investigadas, assim como os seus autores, até às últimas consequências.
De facto, como é possível justificar este atentado aos ENVC precisamente no momento em que a empresa entregou um novo navio à Marinha Portuguesa e tem todas as condições para relançar a sua actividade, uma vez que tem capacidade técnica comprovada, com profissionais com elevadas competências para projectar e produzir navios de elevada qualidade e complexidade técnica, como também se comprova com os patrulheiros construídos para as forças armadas portuguesas.
O país precisa de um plano estratégico que garanta a contratualização de novas encomendas, em simultâneo com a renovação e aumento da frota pesqueira e do transporte marítimo. Acresce, por outro lado, que com a revisão da directiva europeia sobre segurança do transporte marítimo, relativa à construção do duplo casco dos navios, abre-se também outro mercado importante em que os ENVC têm um enorme potencial de competitividade.
A CGTP-IN já solicitou uma audiência ao Ministro da Defesa, com carácter de urgência. Também reclama do Presidente da República, que tanto tem falado na necessidade de se promover o desenvolvimento das actividades ligadas ao mar, que passe das palavras aos actos, agindo de imediato para fazer retroceder o Governo nesta medida antipatriótica, lesiva dos interesses nacionais, da vida dos trabalhadores e das populações de Viana do Castelo.
A cada dia que passa, a acção destruidora do Governo torna mais evidente a urgência da sua demissão e a convocação de eleições antecipadas.
A CGTP-IN, perante este problema de relevante interesse para o país, manifesta o seu apoio a todas as formas de luta que os trabalhadores do Estaleiro venham a desenvolver e apela a todo o Movimento Sindical para que faça chegar as suas posições de solidariedade à Fiequimetal, à União Sindical de Viana do Castelo e aos respectivos sindicatos.
A Comissão Executiva do Conselho Nacional da CGTP-IN
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