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sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Com os pés sobre rodas marcharemos em protesto na ponte 25 de Abril

quarta-feira, 16 de outubro de 2013


A CGTP-IN apela à mobilização e participação de todos na travessia da ponte 25 de Abril, num protesto rodoviário forte, vibrante e de enorme vivacidade até à concentração final em Alcântara. 

CRESCEM AS RAZÕES PARA ELEVAR O PROTESTO E A LUTA 

A CGTP-IN APELA À MOBILIZAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DE TODOS 
NAS MARCHAS DE LISBOA E PORTO, EM 19 DE OUTUBRO 

Num quadro em que se torna já evidente a grande dimensão e impacto que alcançarão as Marchas “Por Abril – Contra a Exploração e o Empobrecimento”, convocadas pela CGTP-IN para o próximo sábado, em Lisboa e no Porto, o Governo procura criar entraves à participação massiva e ao êxito destas acções de luta. 

É, assim, que numa decisão ilegítima, prepotente, arbitrária e antidemocrática e, uma vez mais, em confronto com direitos, liberdades e garantias constitucionais, o Governo anuncia a interdição dos acessos e tabuleiro da Ponte 25 de Abril para a realização da Marcha de Lisboa. 

Não obstante ter convocado as Marchas no rigoroso respeito pela legislação aplicável, a CGTP-IN sempre se disponibilizou para o diálogo, apresentando, sucessivamente, soluções para ultrapassar alegadas questões de segurança, nunca antes, aliás, suscitadas em iniciativas e provas de massas realizadas na Ponte 25 de Abril. 

Está, assim, demonstrado que o impedimento determinado pelo Governo não se funda em razões de ordem técnica ou de segurança, tratando-se, isso sim, de uma decisão de natureza estritamente política. Uma decisão que, ao ser suportada por um Despacho conjunto do Ministério da Administração Interna e do Ministério da Economia, revela, ainda, a subordinação do Governo aos interesses privados da concessionária que explora a Ponte 25 de Abril. 

O Governo PSD-CDS/PP, cada vez mais enfraquecido e isolado, procurou alimentar inseguranças, tenta forçar o confronto e encena a provocação. O que o Governo teme é o inevitável alargamento e intensificação do protesto e indignação populares, resultantes do impacto das novas e ainda mais brutais medidas de desastre económico e social, contidas na sua proposta de O.E. para 2014. 

A CGTP-IN, fiel aos seus princípios, objectivos, ao seu percurso coerente e consequente de mais de 43 anos e ao seu património de confiança por parte dos trabalhadores e da população, recusa a provocação e o conflito desejado pelo Governo e: 

Reafirma a realização das Marchas “Por Abril – Contra a Exploração e o Empobrecimento”, em Lisboa e no Porto, no próximo sábado, 19 de Outubro. 
Confirma a realização, no dia 19 de Outubro, de uma grandiosa Concentração de Protesto e Luta, em Alcântara / Lisboa, a partir das 15 horas, destino final da Marcha “Por Abril – Contra a Exploração e o Empobrecimento” e a Marcha, no Porto, no percurso anunciado. 
Ilegitimamente impedida a passagem, a pé, na Ponte 25 de Abril, a CGTP-IN apela a que na passagem rodoviária seja expresso um forte, sonoro e vibrante protesto na deslocação para a Concentração final. 
Exorta à mobilização e à participação massiva dos trabalhadores, dos jovens, das mulheres, dos reformados e aposentados, dos desempregados e de todos os sectores e camadas da população atingidos pela política de direita e que se batem pela demissão do Governo, pela realização de eleições antecipadas e pela construção de uma real alternativa de esquerda e soberana. 

POR UM PORTUGAL DESENVOLVIDO E SOBERANO! 
PELAS LIBERDADES DEMOCRÁTICAS E EM DEFESA 
DA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA! 25 ABRIL SEMPRE! 

Lisboa, 15 de Outubro de 2013

Posição da CGTP-IN sobre o Orçamento do Estado 2014

A proposta de Orçamento do Estado para 2014 é um brutal pacote de empobrecimento, exploração e uma afronta aos mais elementares princípios e valores democráticos consagrados na Constituição da República Portuguesa. 

1. A proposta de Orçamento do Estado para 2014 (OE2014) é um brutal pacote de empobrecimento, exploração e uma afronta aos mais elementares princípios e valores democráticos consagrados na Constituição da República Portuguesa. Este é um Orçamento que asfixia a economia, prolonga a recessão e esmaga os trabalhadores, os reformados e pensionistas, os jovens e os desempregados. 

2. Na proposta de OE2014 agora apresentada, abundam os cortes para os mesmos de sempre. Cortes nos salários e remunerações dos trabalhadores da Administração Pública e das empresas do Sector Empresarial do Estado; cortes nos efectivos da administração central, local e das empresas públicas; cortes nas prestações sociais, nas pensões de reforma e de sobrevivência, no subsídio de desemprego e de doença; cortes nas deduções ao IRS para os trabalhadores e pensionistas; cortes na educação e na saúde, na segurança social e na justiça, nas forças de segurança e na cultura. 

3. Cortes que, ao somarem-se àqueles que há um ano eram temporários e agora o Governo PSD\CDS quer tornar permanentes, teriam como impacto uma colossal redução do rendimento disponível das famílias e uma nova contracção da procura interna, tornando inatingível o “modesto” objectivo de 0,8% para o crescimento do PIB em 2014, anunciado pelo Governo. 

4. A proposta de OE2014 espelha bem que o apregoado “momento de viragem”, baseado no embuste dos “sinais positivos”, não significa outra coisa que a manutenção e aprofundamento da política que tem como consequências o desemprego de 1,5 milhões de trabalhadores, a emigração de mais de 220 mil famílias, a fome de um número crescente de crianças, a destruição da produção nacional para níveis próximos do início do século; uma política que, ao invés de travar, eleva a dívida para níveis insustentáveis, aumenta as desigualdades sociais e põe em causa a democracia e a soberania do país. 

5. Com este orçamento, PSD e CDS clarificam de forma lapidar a sua opção de classe. O OE2014 representa uma gigantesca transferência de rendimentos do trabalho para o grande capital nacional e estrangeiro. As verbas extorquidas às crianças por via da retirada e redução do abono de família, aos idosos pela sistemática redução das pensões, aos assalariados através do aumento do IRS, são entregues em bandeja de ouro ao grande capital sob a forma de juros agiotas, de rendas desmesuradas nas PPP’s e Swap’s, da redução do IRC que só beneficia as grandes empresas e de um processo de privatizações que transforma empresas públicas, que hoje estão ao serviço das populações e são rentáveis, em negócio ao serviço do lucro para o sector privado. 

6. A política que o Governo PSD\CDS perspectiva implementar em 2014, de completa subjugação dos que vivem e trabalham em Portugal aos interesses dos “mercados” e da sua troica, colocando o Estado ao seu serviço e ordens, tem de ser denunciada, combatida e derrotada. 

7. A CGTP-IN reafirma que há alternativa e apresenta propostas para uma política de esquerda e soberana, de crescimento e desenvolvimento económico e social. 

Uma política que, partindo de uma renegociação da dívida, abra as portas ao investimento na produção nacional, não só para a exportação, mas essencialmente para a substituição das importações e satisfação das necessidades do povo. Uma nova política de rendimentos assente no aumento dos salários e das pensões por forma, a valorizar e dignificar quem trabalha e trabalhou e assim dinamizar a procura interna, possibilitando o escoamento da produção e assim evitando mais falências; 

Uma política de esquerda e soberana, alicerçada na educação, saúde e segurança social universal e solidária, bem como no reforço e defesa dos serviços públicos, enquanto motores de desenvolvimento! 

Lisboa, 15 de Outubro de 2013

Conferência de Imprensa da CGTP-IN

terça-feira, 15 de outubro de 2013

A CGTP-IN convoca Conferência de Imprensa para as 20:45 horas de hoje onde tornará pública a posição sobre a passagem a pé nas pontes 25 de Abril, em Lisboa, e do Infante, no Porto, bem como uma primeira apreciação ao Orçamento do Estado para 2013.

Documento da "Marcha por Abril" | 19 Out '13

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Inquérito TSF acerca da manifestação sobre a ponte 25 de Abril


O Inquérito da TSF registava às 18h10 de hoje cerca de 63% dos votos a favor da realização da manifestação do próximo dia 19 de Outubro sobre a ponte 25 de Abril.

Barómetro acerca da manifestação sobre a ponte 25 de Abril

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

O Barómetro do Jornal de Negócios registava às 17h30 de hoje cerca de 73,2% dos votos a favor da realização da manifestação do próximo dia 19 de Outubro sobre a ponte 25 de Abril.

 

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