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Trabalhadores da Bosch em protesto

terça-feira, 3 de maio de 2016


As Organizações Representativas dos Trabalhadores (ORT's) da empresa Bosch realizaram, hoje, um protesto à porta empresa em defesa do Caderno Reivindicativo que contém matérias como aumentos salariais de 40 € para todos, a redução da carreira de operador especializado que injustificadamente hoje é de 9 anos e 6 meses, a passagem dos trabalhadores com vínculos precários a efectivos e o direito ao gozo do feriado de Carnaval entre outros, que a empresa se nega em negociar.

A acção de luta focou-se no feriado de Carnaval que é gozado há décadas e que a empresa teimou em retirar a partir de 2013. A retirada do gozo do feriado do Carnaval pela empresa, movimentou uma onda de descontentamento e uma acção em tribunal, com base nos usos e costumes previstos na lei. O Entrudo ou Carnaval, é um marco na história de vários povos, no nosso país há registos seculares de vários costumes e tradições, como marca identitária do nosso povo, que não pode ser apagada por meros interesses empresariais.

Estudo Eugénio Rosa - O MITO DO HORÁRIO SEMANAL DE 40 HORAS NO SECTOR PRIVADO E A TENTATIVA DE RECUSAR A REPOSIÇÃO DO HORÁRIO DE 35 HORAS NA FUNÇÃO PÚBLICA COM O PRETEXTO DE QUE NÃO PODE AUMENTAR OS CUSTOS

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Estudo do Dr. Eugénio Rosa com o título "O MITO DO HORÁRIO SEMANAL DE 40 HORAS NO SECTOR PRIVADO E A TENTATIVA DE RECUSAR A REPOSIÇÃO DO HORÁRIO DE 35 HORAS NA FUNÇÃO PÚBLICA COM O PRETEXTO DE QUE NÃO PODE AUMENTAR OS CUSTOS", no qual é analisada a reposição do horário de trabalho de 35 horas semanais nas Administrações Públicas e se procura desconstruir alguns mitos e inverdades.

CGTP-IN não aceita contrapartidas para aumento do salário mínimo

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

À entrada para a reunião da concertação social, onde esse aumento está no centro da discussão, Arménio Carlos deixou bem claro que não aceita manter a redução na Taxa Social Única nas empresas que pagam salário mínimo, como moeda de troca para um eventual aumento.

Posição da CGTP-IN sobre o Salário Mínimo Nacional

Salário Mínimo Nacional 
A CGTP-IN regista o facto de o Governo do PS ter assumido, no uso das suas competências legislativas, o aumento do Salário Mínimo Nacional para os 530€, a partir do dia 1 de Janeiro de 2016.

Este valor, sendo insuficiente, é indissociável da luta dos trabalhadores pela valorização dos salários e do combate à pobreza e dá mais força à exigência da concretização dos 600€ reivindicados pela CGTP-IN, no mais curto espaço de tempo.

A CGTP-IN reafirma a sua oposição à manutenção da redução da TSU para as entidades patronais porque descapitaliza a Segurança Social, utiliza dinheiros públicos para financiar o patronato e incentiva a continuação da política de baixos salários e de trabalho precário.

Neste quadro, a CGTP-IN apela a todos os trabalhadores para que prossigam e intensifiquem a acção reivindicativa nos locais de trabalho, pelo aumento geral dos salários, a revogação da norma da caducidade das convenções colectivas e a reintrodução do principio do tratamento mais favorável, a revogação das normas gravosas da legislação laboral nos sectores público e privado; a devolução integral dos salários e das pensões; a reposição dos feriados, férias e outros direitos roubados; a melhoria da protecção social dos trabalhadores e das suas famílias.

Este é um momento que convoca os trabalhadores e trabalhadoras para assumirem o compromisso de prosseguir a luta por uma verdadeira mudança de política que valorize o trabalho e os trabalhadores e afirme os direitos e valores de Abril, no futuro de Portugal.

Lisboa, 16 de Dezembro de 2015

Recortes Jornais: Manifestação de apoio a trabalhadores na JADO IBERIA

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Diário do Minho | 15-12-215

CGTP defende celeridade no aumento do salário mínimo

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Declarações de Arménio Carlos, secretário-geral da CGTP-IN,
à TSF, 9 de Dezembro de 2015

Hoje, 10 de Dezembro, realiza-se a primeira reunião da concertação social depois da tomada de posse do novo Governo. 
A CGTP-IN vai reunir com o Governo e restantes parceiros sociais para discutir a proposta apresentada pelo Governo de fazer subir o salário mínimo dos actuais 505 para os 530 euros em 2016. 
A CGTP pede um aumento para os 600 euros, mas Arménio Carlos diz que o essencial é que qualquer que seja o valor acordado, deve começar a refletir-se no bolso dos portugueses já no início do ano.

Fonte: TSF

600 funcionários públicos podem ser despedidos no próximo ano

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

600 funcionários públicos que correm o risco de ser despedidos no próximo ano, se o Governo não definir com urgência o futuro do regime de requalificação. O alerta é do dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Norte, que espera que o PS cumpra o que estava no programa de Governo.
Declarações ao Porto Canal de Orlando Gonçalves, Coordenador do Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Norte - STFPSN.

Fonte: Porto Canal

Arménio Carlos no programa "As palavras e o actos" da RTP1

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Extracto das intervenções do secretário-geral da CGTP-IN, Arménio Carlos, no programa da RTP1 "As palavras e os actos", episódio 21 "Como é que o país pode voltar a crescer?", de 3 de Dezembro de 2015.

Resolução: Cumprir a Constituição, mudar de política!

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Resolução referente às Concentrações no Largo de Camões (Lisboa), 
Praça da Batalha (Porto) e Arcada (Braga)
28 de Novembro de 2015

- RESOLUÇÃO -

CUMPRIR A CONSTITUIÇÃO, MUDAR DE POLÍTICA!
CONCRETIZAR AS REIVINDICAÇÕES!
RESOLVER OS PROBLEMAS DOS TRABALHADORES, DO POVO E DO PAÍS!

Os trabalhadores e o povo acabam de alcançar duas sucessivas e importantes vitórias, primeiro colocando o PSD e CDS em minoria na Assembleia da República e depois derrotando e removendo o seu governo e forçando o Presidente a cumprir a Constituição e a dar posse ao Governo que resultou da solução encontrada pela maioria de deputados na Assembleia da República.

A CGTP-IN saúda os trabalhadores e o povo português e exorta-os a prosseguir e intensificar a luta por uma verdadeira mudança de política.

Reposição dos feriados nacionais retirados - Projectos de lei

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Foram publicados em separata do Diário da Assembleia da República (separata n.º 1, de 24 de Novembro de 2016), para efeitos de apreciação pelas organizações de trabalhadores nos termos constitucionais e legais, quatro projectos de lei, da autoria respectivamente do PS, do PCP, de Os Verdes e do BE, que visam a reposição dos feriados nacionais retirados, bem como um Projecto de Lei apresentado por Os Verdes, consagrando a terça-feira de Carnaval como feriado nacional obrigatório. O prazo de apreciação decorre entre 24 de Novembro e 24 de Dezembro de 2016.

Consultar a separata 

Fonte: CGTP-IN

Resolução: Valorizar o Trabalho e os Trabalhadores - Lutar pela Mudança de Política

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Resolução referente à Grande Concentração na Assembleia da República
10 de Novembro de 2015

- RESOLUÇÃO -

VALORIZAR O TRABALHO E OS TRABALHADORES 
LUTAR PELA MUDANÇA DE POLÍTICA 

A consumação da derrota que hoje foi infligida ao PSD e ao CDS, conclui uma etapa decisiva de um longo processo de acção e de luta dos trabalhadores e do povo português contra a política de direita - aprofundada nos últimos quatro anos pelas medidas de agravamento da exploração, do empobrecimento e de retrocesso social – e pela afirmação de um Portugal com Futuro, que tenha no centro das suas preocupações os interesses dos trabalhadores, do povo e do país. 

A CGTP-IN saúda os trabalhadores e todos aqueles que travaram intensas lutas nos locais de trabalho e nas ruas de Portugal inteiro e que, dessa forma, permitiram parar muitos ataques do patronato contra os direitos dos trabalhadores, foram determinantes para conquistar aumentos salariais e defender os postos de trabalho e contribuíram decisivamente para o desgaste do Governo PSD/CDS e a erosão da sua base política, social e eleitoral, culminando com uma significativa derrota destes partidos nas eleições legislativas de 4 de Outubro. 

Intervenção de Arménio Carlos na Manifestação frente à Assembleia da República | 10-11-2015

Arménio Carlos, secretário-geral da CGTP-IN, na sua intervenção 
na manifestação frente à Assembleia da República.
Lisboa, 10 de Novembro de 2015

Conteúdo da intervenção

Camaradas, amigas e amigos

Saudamos todos os que aqui se concentram para demonstrar a rejeição popular ao programa da coligação PSD/CDS, para por um fim a este Governo e à sua política de exploração, desigualdade e empobrecimento!

O momento que vivemos confirma que valeu a pena lutar!

O que para alguns parecia impossível, tornou-se possível pela luta incansável dos trabalhadores e do nosso povo. A luta colocou o PSD/CDS em minoria! O Governo de Passos e Portas vai para a rua!

Política Reivindicativa da CGTP-IN para 2016

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

(clique na imagem para ampliar)

Sindicato Têxtil com as trabalhadoras da Hammacab

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Na passada sexta-feira os trabalhadores da empresa têxtil Hammacab, Lda. reuniram com o Sindicato Têxtil do Minho e Trás-os-Montes nas instalações da União dos Sindicatos do Distrito de Braga.

Aos trabalhadores desta empresa de Braga ainda não foram pagos os subsídios de Natal de 2014, subsídio de férias de 2015 e os salários dos meses de Maio e Agosto de 2015, tendo por esse motivo requerido a suspensão dos contratos de trabalho.

A empresa recusa-se a emitir os documentos para o acesso ao desemprego por parte dos trabalhadores. Entretanto o processo arrasta-se, tornando esta situação como mais um caso em que a burocracia está a dificultar. A lei protege os mais fortes em detrimento dos mais fracos.

Sindicato Têxtil com as trabalhadoras da Paulatex

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

O Sindicato Têxtil do Minho e Trás-os-Montes reuniu ontem, mais uma vez, com as trabalhadores da empresa Paulatex.

As trabalhadoras desta empresa de Braga encontram-se numa situação dramática com salários e subsídios em atraso e sem a garantia, por parte da gerência, da liquidação destes e de futuros salários.

Apesar da garantia de continuar a haver trabalho, as trabalhadoras da Paulatex viram-se confrontadas com a inevitabilidade de suspender os seus contratos de trabalho.

Trabalhadoras da empresa Paulatex requereram a suspensão dos contratos

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

O Sindicato Têxtil do Minho e Trás-os-Montes reuniu esta manhã nas nossas instalações em Braga (Casa do Trabalhador) com as cerca de 50 trabalhadoras da Fábrica de Confecções Paulatex, com o objectivo de acompanhar e apoiar as trabalhadoras no processo de suspensão dos seus contratos de trabalho. 

As trabalhadoras, muitas das quais já com mais de 30 anos ao serviço da empresa, requereram a suspensão dos contratos de trabalho por salários em atraso e subsídio de férias. 

Entretanto a gerência informou que a empresa está insolvente e que vai requerer a declaração de insolvência.

Nota Imprensa SITE-Norte - Acção de luta na Bosch/Braga dia 25 Setembro 2015

quarta-feira, 23 de setembro de 2015


INFORMAÇÃO AOS ÓRGÃOS DA COMUNICAÇÃO SOCIAL


Nota de imprensa do SITE-NORTE N.º 23 


O SITE-Norte, as Organizações Representativas dos Trabalhadores e os trabalhadores da empresa Bosch/Braga, vão levar a efeito mais uma acção de luta junto às instalações da empresa no próximo dia 25 de Setembro, na continuidade da luta pelo caderno reivindicativo apresentado à empresa no início do ano.

A ação de luta decorrerá no dia 25/09 no corredor central do complexo Grundig (Rua Max Grundig, em Ferreiros – Braga), das 10H30 às 11H30 no período da manhã e das 17H00 às 18H00 no período da tarde.

Convidamos assim todos os Órgãos da Comunicação Social a estar presentes, contribuindo desta forma na divulgação desta acção de luta determinada dos trabalhadores da Bosch por aumentos salariais justos e melhores condições de trabalho.

Agradecemos desde já a vossa presença.

Braga, 23 de Setembro de 2015

A Direção do SITE-NORTE

Assédio no trabalho não é admissível - Solidariedade com trabalhadora do Hotel da Estação em Braga

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Realizou-se hoje uma acção de protesto e de solidariedade junto à porta do Hotel Estação, em Braga, contra a gerência desta unidade hoteleira que mantinha a trabalhadora e dirigente sindical Daniela Pereira sem ocupação efectiva do seu posto e local de trabalho desde o dia 17 do corrente.

Hoje, quando a trabalhadora se apresentou ao serviço, para tentar anular a acção sindical, a empresa autorizou-a a trabalhar mas o sindicato manteve o protesto até porque a empresa colocou uma trabalhadora a vigiar a Daniela Pereira.

Esta atitude da empresa de recusa de ocupação efectiva ou de perseguição, é ilegal e atenta contra direitos fundamentais da trabalhadora, como é o direito a ocupar efectivamente o seu posto de trabalho e exercer as suas funções profissionais em condições dignas.

Tal comportamento configura a prática de assédio no trabalho e visa apenas perturbar e constranger a trabalhadora, afectar a sua honra e dignidade, criar-lhe um ambiente hostil, degradante, humilhante e desestabilizador.

Acção de protesto e solidariedade no Hotel da Estação | 23 Julho | 10H30

quarta-feira, 22 de julho de 2015

HOTEL ESTAÇÃO MANTÉM DIRIGENTE SINDICAL SEM FUNÇÕES

O Hotel Estação, sito ao Largo da Estação, em Braga, mantém uma trabalhadora, que é também dirigente sindical, sem ocupação do seu posto de trabalho desde o dia 17 do corrente mês.

O Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Norte promove, amanhã, 23 de Julho, a partir das 10:30 horas, à porta do hotel, uma acção de protesto e de solidariedade.

Trabalhadora e dirigente sindical impedida de exercer funções no Hotel Estação em Braga

sexta-feira, 17 de julho de 2015

O Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Norte em Comunicado de Imprensa que está a ser difundido hoje denuncia que o Hotel Estação, sito ao Largo da Estação, em Braga, está a impedir uma trabalhadora, que é também delegada e dirigente sindical, de ocupar o seu posto de trabalho e de exercer as suas funções profissionais.

A trabalhadora, hoje, quando se apresentou ao serviço para exercer as funções profissionais da sua categoria profissional de empregada de andares, foi-lhe dito que não entrava ao serviço.

Esta atitude da empresa é ilegal e atenta contra direitos fundamentais da trabalhadora, como é o direito a ocupar efetivamente o seu posto de trabalho e exercer as suas funções profissionais.

Tal comportamento configura a prática de assédio laboral e visa apenas perturbar e constranger a trabalhadora, afetar a sua honra e dignidade, criar-lhe um ambiente hostil, degradante, humilhante e desestabilizador. 

O facto de a empresa terem iniciado um processo de extinção do posto de trabalho da trabalhadora não dá o direito à empresa de impedir a ocupação efetiva.

Aliás, tal monstruosidade de processo visa apenas e só despedir uma trabalhadora, delegada e dirigente sindical, acérrima defensora dos direitos dos trabalhadores que, nessa qualidade, tem feito frente às práticas ilegais da empresa.

O sindicato já apresentou um protesto junto da empresa e requereu a intervenção urgente da ACT.
 

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