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Campanha Nacional Contra a Precariedade 2016/2020

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Acção do SITE-Norte nas Caldas das Taipas pelos aumentos salariais | 03-10-2014

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Plenário público do SITE-Norte nas Caldas das Taipas de denúncia dos baixos salários aplicados no sector da metalurgia, nomeadamente nas empresas de cutelaria que, na sua maioria, já não aplicam aumento salarial há 7 e mais anos e outras há 10 anos. Estas empresas têm lucros fabulosos e praticam salários com base no salário mínimo nacional. Vergonhoso!

Acções contra o roubo dos feriados e o trabalho gratuito - 5 Outubro

A União dos Sindicatos do Distrito de Braga vai já, amanhã, assinalar um dos feriados roubados pelo Governo PSD/CDS, neste caso o 5 de Outubro, com uma acção de distribuição de comunicados na empresa Continental/Mabor em Vila Nova de Famalicão, entre as 18h00 e as 19h30, contra o roubo dos feriados e o trabalho gratuito.

O dia 5 de Outubro (Implantação da República) era feriado. Deixou de o ser depois do Governo PSD-CDS ter assinado com as confederações patronais e a UGT. No total são 4 feriados e 3 dias de férias que foram roubados aos trabalhadores portugueses. 

Com este acordo os trabalhadores portugueses passaram a trabalhar gratuitamente mais 7 dias (redução de 4 feriados e 3 dias de férias); são mais 7 dias de privação de tempo com a família; houve uma redução do valor do trabalho extraordinário; mais dias de trabalho promoveu e promove mais desemprego; e estas medidas favoreceram o trabalho barato e custam caro ao país (menos receita fiscal para o Estado e contribuições para a Segurança Social).

Trabalhamos mais 43 dias que na Alemanha e 27 dias que na Bélgica e recebemos cerca de 1/3 dos seus salários. E NÃO! Não temos mais feriados e férias que os outros países da UE.
(clique para ampliar)

Nota de Imprensa SITE-Norte: Plenário público nas Taipas - 03-10-2014

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

AOS ÓRGÃOS DA COMUNICAÇÃO SOCIAL
Nota de imprensa do SITE-NORTE N.º 16

Ex.mos Senhores, 

O SITE-Norte convida os órgãos de comunicação social a estar presentes, no dia 03/10 (amanhã), no plenário público que vamos realizar no centro das Taipas, junto ao coreto, às 15H45.

Este plenário visa denunciar os baixos salários aplicados no setor da metalurgia, nomeadamente nas empresas de cutelaria que, na sua maioria, já não aplicam aumento salarial há 7 e mais anos e outras há 10 anos. Estas empresas têm lucros fabulosos e praticam salários com base no salário mínimo nacional. É vergonhoso!

Vamos discutir também as propostas reivindicativas para apresentar às empresas do setor e à Associação Patronal.

Braga, 2 de Outubro de 2014

A Direção do SITE-NORTE

Conferência imprensa do STAL sobre a aplicação da 35 horas no distrito | 01-10-2014



Conferência de imprensa do dia 1 de Outubro, realizada pelo STAL (Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local), em frente à Câmara Municipal de Braga onde foi feito um ponto da situação dos ACEPs assinados no distrito, das Câmaras que estão a aplicar as 35 horas e as que a partir do dia 1 de Outubro passarão a aplicar.

Greve na limpeza da Continental Mabor | 26-09-2014

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Os trabalhadores das empresas de limpeza GM.FM e ISS na Continental Mabor estiveram em greve no passado dia 26 de Setembro, pelo aumento dos salários e para contra a prática de discriminação entre trabalhadores em relação a matérias de expressão pecuniária.
Fonte: STAD

Campanha da Interjovem/CGTP-IN contra a precariedade - "Alerta. Aqui há trabalho precário!"

segunda-feira, 15 de setembro de 2014


No nosso país são mais de 400 mil os jovens com vínculos precários, espalhados nos diversos sectores de actividade. Jovens trabalhadores a ocuparem postos de trabalho permanentes com vínculos temporários. Neste sentido é mais que necessário reforçar a luta contra a precariedade, pois combatê-la é combater os baixos salários, os horários desregulados e as más condições de trabalho. É defender a manutenção dos postos de trabalho e é reforçar a luta em defesa da contratação colectiva.

Durante a campanha serão afixados autocolantes à porta dos locais de trabalho/empresas e será distribuído um documento de denúncia, esclarecimento e de apelo à sindicalização.

Conta do Facebook da campanha:
Um espaço onde serão colocados vídeos, fotos, textos de denúncia das empresas, assim como divulgadas acções de luta e vitórias dos trabalhadores em defesa dos postos de trabalho.
A campanha em curso terá várias fases e acções em torno dos problemas dos jovens e irá decorrer até Março de 2015, culminando com a Marcha contra a precariedade que irá terminar no dia 28 de Março, na Manifestação Nacional de Jovens Trabalhadores.
Roteiro da Precariedade para os distritos de Braga e Viana do Castelo 
(Mapa em construção)

Sindicalistas manifestam oposição dos trabalhadores à proposta de Orçamento Rectificativo

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Os sindicalistas que, hoje, participaram no Plenário Nacional de Sindicatos deslocaram-se, no final dos trabalhos, para a Assembleia da República onde os deputados discutiam e votavam o Orçamento Rectificativo.
O Plenário Nacional de Sindicatos debateu a Política Reivindicativa da CGTP-IN para 2015 - estratégia e prioridades de acção, a dinamização e efectivação dos direitos de contratação colectiva, a quinzena de "informação, reivindicação e luta" (23 de Setembro a 5 Outubro), o Orçamento Rectificativo, a "Reforma do Estado", o OE 2015 e a resposta sindical.

Trabalhadores da Moritex em vigília para defender o património da empresa

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Os trabalhadores da empresa Moritex situada em Urgezes, Guimarães, viram-se obrigados concentrar em frente às instalações da empresa, desde a passada sexta-feira, para impedir a saída de camiões com produto acabado e máquinas. 
A Administração da empresa mandou os trabalhadores de férias para esvaziar a empresa de produto acabado e de máquinas. 
A empresa Moritex, a 30 de Maio, tinha 126 trabalhadores, tendo um conjunto de trabalhadores rescindido e outros suspendido o contrato de trabalho, mantendo-se neste momento 32 trabalhadores disponíveis para trabalhar. 
Os trabalhadores desta empresa têm parte do salário de Abril em atraso e os meses seguintes, encontrando-se numa situação financeira muito delicada. 
A empresa Moritex deve mais de 200 mil euros em salários aos trabalhadores, que se mantêm em frente às instalações, de dia e de noite, impedindo a saída de camiões e produto acabado na tentativa de se encontrar uma saída viável para a empresa e para os trabalhadores, em último caso garantir a delapidação dos bens que poderão servir para o pagamento dos salários dos trabalhadores.

Recortes de imprensa:
Diário do Minho | 11-08-2014

Jornal de Notícias | 11-08-2014

Arménio Carlos com trabalhadoras da Coelima

terça-feira, 27 de maio de 2014

Arménio Carlos esteve esta segunda-feira, 26 de Maio de 2014, com trabalhadoras da empresa têxtil Coelima, Guimarães. A CGTP-IN promove uma semana de luta exigindo o aumento do salário mínimo nacional para os 515 euros.

Manifestação Nacional da Administração Local | 9 de Maio

terça-feira, 6 de maio de 2014


EXIGIR E LUTAR! 
35 HORAS PARA TODOS, MAIS SALÁRIOS, CONTRATAÇÃO E DIREITOS

Os trabalhadores da Administração Local manifestam-se contra o bloqueio da contratação, contra as políticas de redução de salários e pensões, contra o desmantelamento e privatização dos serviços públicos e sectores estratégicos, contra as políticas de empobrecimento e destruição da economia.

Lutamos:
  • Pela consagração do horário de trabalho das sete horas diárias e 35 horas, sem banco de horas e adaptabilidade;
  • Pela actualização salarial em 2014, no mínimo de 40 euros em toda a tabela salarial, pelo aumento do Salário Mínimo Nacional;
  • Pela contratação colectiva, carreiras profissionais, valorização das horas extraordinárias;
  • Pelo direito a reformas dignas, de acordo com a carreira contributiva exercida ao longo de uma vida de trabalho.
Exigimos:
  • A publicação dos acordos de entidade empregadora (ACEEP), já assinados entre o sindicato e as entidades públicas da Administração Local;
  • A reposição dos cortes salariais e o descongelamento dos escalões e das promoções;
  • O pagamento condigno do trabalho extraordinário com a reposição dos acréscimos roubados;
  • O restabelecimento do vínculo público de nomeação, o alargamento dos mapas de pessoal, o fim da precariedade e das formas de trabalho escravo, nomeadamente à custa dos inscritos nos centros de emprego.
Defendemos:
  • Serviços públicos de qualidade, com gestão pública democrática e participada, trabalhadores valorizados e motivados.
Combatemos:
  • As privatizações da água, saneamento e resíduos sólidos, nomeadamente da EGF (Empresa Geral do Fomento);
  • As ingerências na autonomia do Poder Local.
  • A asfixia financeira das autarquias.
Manifestamo-nos:
  • Por melhores condições de vida e de trabalho;
  • Pelo desenvolvimento económico e social;
  • Pela demissão do Governo e convocação de eleições antecipadas;
  • Pelos valores do 25 de Abril, da liberdade e da democracia;
  • Por um Portugal de progresso, independente e soberano.
Os resultados da política de direita
Ao fim de três anos de governação:
  • A dívida pública agravou-se em 51,1 mil milhões de euros, aumentando de 94 para 129 por cento do produto anual do País;
  • Os juros pagos em 2013 foram superiores à despesa com o Serviço Nacional de Saúde;
  • O investimento caiu 35 por cento;
  • O desemprego aumentou dez por cento (foram destruídos 464 700 empregos, dos quais mais de 100 mil na Administração Pública, e destes cerca de 25 mil na Administração Local);
  • Os salários reais caíram 23,8 por cento, impôs-se cortes salariais, uma taxa extraordinária sobre as remunerações, eliminou-se suplementos e subsídios, reduziu-se o valor do trabalho nocturno e extraordinário; congelou-se as carreiras profissionais;
  • O horário de trabalho aumentou, aboliu-se feriados, procura-se impor o banco de horas e a adaptabilidade, facilitou-se os despedimentos, precarizou-se vínculos, estimulou-se o trabalho escravo;
  • A Saúde, Educação e Protecção Social sofreram uma degradação sem precedentes, aumentou-se as contribuições sociais, agravou-se o IRS e outros impostos;
  • Os sectores estratégicos rentáveis ainda na posse do Estado foram entregues aos grupos económicos privados. O País continua a empobrecer.
Ver comunicado

STAL-Braga | Acção com trabalhadores do município de Braga

Acção do STAL-Braga, hoje de manhã, junto à Câmara Municipal de Braga com trabalhadores do município - 35 horas para todos, mais salário, contratação e direitos.

Acção de 12 de Março do STAL com os trabalhadores da Câmara Municipal de Barcelos

quarta-feira, 12 de março de 2014

Acção de 12 de Março da Direcção Regional de Braga do STAL com os trabalhadores da Câmara Municipal de Barcelos. 
Fotografias da iniciativa e Resoluções aprovadas ("Resolução em defesa das 35 horas e da contratação colectiva" e "Resolução em defesa de salários dignos, contra a brutal ofensiva aos trabalhadores da Administração Pública"). 




Resolução em defesa das 35 horas e da contratação colectiva
Resolução em defesa de salários dignos, 
contra a brutal ofensiva aos trabalhadores da Administração Pública

Pagamento parcial dos subsídios de férias e de Natal em duodécimos durante o ano de 2014

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Os trabalhadores podem recusar, por escrito, 
até dia 6 de Janeiro de 2014 

Os trabalhadores poderão afastar a aplicação do regime de pagamento parcial dos subsídios de férias e de Natal em duodécimos durante o ano de 2014, mediante declaração expressa nesse sentido. 
Foi publicado, na Lei n.º 83-C/2013 de 31 de Dezembro, que aprova o Orçamento de Estado para o ano de 2014, a extensão da vigência da Lei n.º 11/2013, de 28 de Janeiro, que estabeleceu o regime temporário do pagamento dos subsídios de férias e de natal, e que entrou em vigor no dia 1 de Janeiro de 2014, a partir do qual começa a contar os 5 dias para os trabalhadores se oporem à aplicação da mesma, o que significa que o prazo termina no dia 5 de Janeiro de 2014 que como é domingo passa para o dia útil seguinte, dia 6 de Janeiro.

Download das minutas:
Minuta da declaração individual
Minuta da declaração colectiva

Inconstitucionalidade das alterações ao Código do Trabalho

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

TC anula alterações ao Código do Trabalho

Empresas têm de repôr férias, descansos compensatórios, quando consagrados nos CCT´s e readmitir trabalhadores despedidos ao abrigo das normas declaradas inconstitucionais. VIDEO
Pelo acórdão 602/2013, de 20 de Setembro, o Tribunal Constitucional pronunciou-se sobre a inconstitucionalidade de um conjunto de alterações ao Código do Trabalho efectuadas pelo Governo, na sequência do chamado “compromisso para a competitividade e o emprego” assinado entre o Governo, a UGT e as Confederações Patronais.
Neste Acórdão o Tribunal Constitucional veio dar razão a muitas das posições da CGTP-IN, nomeadamente em matéria de despedimentos e de contratação colectiva.
Relativamente aos despedimentos por extinção do posto de trabalho, a declaração de inconstitucionalidade determina a reposição dos critérios de selecção dos trabalhadores a despedir impedindo a definição arbitrária desses critérios e repondo o princípio da segurança no emprego previsto no art.º 53.º da Constituição.
No que respeita ao despedimento por inadaptação, a reposição do critério de exigência de não existir qualquer outro posto de trabalho disponível e compatível com a qualificação do trabalhador, repondo assim a proibição do despedimento sem justa causa.
Quanto ao direito de contratação colectiva, o Tribunal Constitucional veio declarar inconstitucionais as normas que previam a revogação de conteúdos das convenções livremente negociados e acordados pelas partes, repondo, nomeadamente, a majoração dos períodos de férias e os descansos compensatórios, desde que previstos em contratação colectiva.
Esta decisão implica que os trabalhadores, cujos contratos colectivos de trabalho regulem estas matérias têm direito a gozar mais 3 dias de férias no ano em curso, bem como a serem ressarcidos dos valores correspondentes aos descansos compensatórios não gozados, desde a entrada em vigor da lei, ou seja, 1 de Agosto de 2012.
Por outro lado, no que se refere aos trabalhadores despedidos ao abrigo das normas declaradas inconstitucionais, a CGTP-IN exige a sua imediata readmissão e o pagamento das remunerações perdidas.
O Governo PSD\CDS num curto espaço de tempo tornou-se no recordista de violações da CRP. É claramente um Governo fora da lei, que não pode continuar à frente dos destinos do país.
Também o Presidente da República, ao promulgar normas inconstitucionais, apesar dos alertas apresentados formalmente pela CGTP-IN, é co-responsável pelos prejuízos que daqui resultaram para os trabalhadores e por mais um atentado à CRP, de que deveria ser o principal garante.  
A decisão hoje conhecida co-responsabiliza ainda as confederações patronais e a UGT por um compromisso que a CGTP-IN recusou, invocando entre outras razões, as inconstitucionalidades que continha.
A CGTP-IN saúda a luta desenvolvida pelas trabalhadoras e os trabalhadores, nomeadamente ao longo destes dois últimos anos, e que é um factor determinante para a derrota das medidas que o Governo quer impor ao país e aos trabalhadores.
A continuação da luta contra o roubo dos feriados, designadamente o de 5 de Outubro, é indispensável para a reposição deste direito, que é nosso!
A CGTP-IN exorta os trabalhadores e as trabalhadoras a participarem massivamente nas “marchas” que irão ter lugar no dia 19 de Outubro, em Lisboa, no Porto e nas Regiões Autónomas.
 

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