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Campanha Nacional Contra a Precariedade 2016/2020

CAMPANHA NACIONAL CONTRA A PRECARIEDADE  PELO EMPREGO COM DIREITOS O princípio da segurança no emprego, previsto no art.º 53.º da ...

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Romper com a precariedade e os baixos salários

quarta-feira, 23 de março de 2016

A precariedade continua a atingir proporções alarmantes. De acordo com os dados do Fundo de Compensação do Trabalho, desde Outubro de 2013 até agora mais de 80% do emprego criado foi precário. Em 2015 um quinto desses contratos teve uma duração igual ou inferior a dois meses.

Em termos médios, os salários pagos no mês de Janeiro situaram-se nos 545 euros líquidos, um valor 30% a 40% mais baixo do que o auferido pelos trabalhadores com vínculo efectivo e, ainda que os mais afectados sejam os que têm menores qualificações, os baixos salários atingem já muitos outros com qualificações elevadas, o que leva também à desvalorização das profissões e carreiras profissionais.

Folheto Manifestação Nacional da Juventude | 31 Março 2016

domingo, 13 de março de 2016


Manifestação Nacional da Juventude | 31 de Março

Os jovens trabalhadores são as vítimas maiores da politica de direita e, por isso, é preciso afirmar as suas reivindicações, designadamente, exigir medidas legislativas de combate eficaz à precariedade laboral e à resolução de outros problemas concretos que afectam as suas vidas, bem como reclamar uma mudança efectiva de politica para um Portugal com Futuro!

Manifestação em Lisboa do Largo Camões até à Assembleia da República no próximo dia 31 de Março de 2016, pelas 14:30 horas.

Dirigentes distritais tomaram posse no recém-eleito Conselho Nacional da CGTP-IN

quinta-feira, 10 de março de 2016

No passado dia 7 de Março tomou posse o novo Conselho Nacional da CGTP-IN, composto por 147 dirigentes eleitos pelo Congresso, entre os quais os seguintes do distrito de Braga: António Ângelo Almeida Salgado, Carlos Manuel da Costa e Cruz, Deolinda Carvalho Machado, Joaquim Daniel Pereira Rodrigues, Maria Amélia Sousa Lopes, Maria José Oliveira Silva Miranda e Sérgio Sales Almeida.

Foi ainda eleita a Comissão Executiva do Conselho Nacional da CGTP-IN de onde se destaca os trinta e nove dirigentes que integram este órgão pela primeira vez e reforçam a presença das mulheres e dos jovens até aos 35 anos, garantindo, deste modo, a renovação de 26 por cento deste órgão, bem como a eleição do secretário-geral, cargo para o qual foi reconduzido o dirigente Arménio Carlos.

Após a tomada de posse o Conselho Distrital reuniu para efectuar o balanço do XIII Congresso, analisar o momento que os trabalhadores e o povo português vivem e as melhores formas de efectivar compromissos capazes de criar ruptura com a política de exploração, desigualdades e empobrecimento. 

Para os próximos quatro anos, a CGTP-IN promete, através da resolução aprovado pelo CN, intensificar a luta reivindicativa para tentar resolver os problemas dos trabalhadores e melhorar as suas condições laborais.

Galeria de imagens:
 

Resolução do Conselho Nacional da CGTP-IN - Com a força dos trabalhadores, lutar para mudar!

RESOLUÇÃO DO CONSELHO NACIONAL DA CGTP-IN
"COM A FORÇA DOS TRABALHADORES
LUTAR PARA MUDAR!"

O XIII Congresso da CGTP-IN constituiu uma grande realização dos trabalhadores e trabalhadoras e da sua organização de classe, democrática, unitária, independente, solidária e de massas. O Congresso assumiu-se como um espaço de unidade e coesão, de vitalidade democrática, de redobrada confiança no futuro e reafirmou de forma inequívoca o compromisso colectivo com os direitos e valores de Abril, por um Portugal de progresso e justiça social.

A CGTP-IN saúda os trabalhadores e trabalhadoras, enquanto protagonistas de um processo de resistência e luta que contribuiu decisivamente para a derrota do Governo do PSD-CDS, a alteração da correlação de forças na Assembleia da República e a possibilidade de um novo rumo para o país que importa consolidar e aprofundar.

É por isso que num quadro político, económico e social marcado pela intensificação de pressões, ingerências e chantagens do capital nacional e internacional, do Tratado Orçamental e do Programa de Estabilidade para obstaculizar o sentido da mudança expresso pela vontade soberana da maioria do povo português, a participação activa dos Sindicatos do MSU e dos trabalhadores adquire uma responsabilidade acrescida.

Transmissão em directo do XIII Congresso da CGTP-IN

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Poderá assistir aqui à transmissão em directo do XIII Congresso da CGTP-IN

XIII Congresso da CGTP-IN 
Almada, 26 e 27 de Fevereiro de 2016 
Complexo Municipal dos Desportos "Cidade de Almada" 

SESSÕES E HORÁRIOS DO CONGRESSO

Dia 26 de Fevereiro de 2016 

1.ª Sessão 

09h00 
- Recepção dos Delegados 

10h00
- Momento cultural de evocação sindical 

10h30 
- Abertura dos trabalhos do Congresso 
- Apresentação e votação da Mesa do Congresso e saudação aos Delegados e aos Convidados presentes 

Lançamento do livro de Canais Rocha - "Perfeito de Carvalho: Um Sindicalista da Primeira República" | 28 de Janeiro de 2016

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Lançamento do livro de Canais Rocha
"Perfeito de Carvalho: Um Sindicalista da Primeira República"

28 de Janeiro de 2016 | 18H00
Auditório da Biblioteca Gustavo Pinto Lopes, Torres Novas

No mês em que Francisco Canais Rocha celebraria 86 anos, a CGTP-IN vai homenagear o combatente antifascista, dinamizador da luta sindical e primeiro Coordenador da CGTP-IN, após o 25 de Abril de 1974.

Francisco Canais Rocha, sindicalista empenhado na construção e afirmação do projecto sindical da CGTP-IN, teve uma forte participação na vida associativa local e uma importante actividade como historiador do Movimento Operário e Sindical.

Neste sentido, a CGTP-IN vai lançar em Torres Novas, cidade em que nasceu Canais Rocha, o seu livro intitulado Perfeito de Carvalho: um sindicalista da Primeira República (1908-1922).

Francisco Perfeito de Carvalho (1893-1958), tipógrafo de profissão, surge na actividade sindical com 15 anos e nela se destacaria como um dos mais destacados sindicalistas da Primeira República. Autodidacta e personagem multifacetada, Perfeito de Carvalho não foi apenas um destacado sindicalista dos gráficos, mas também uma figura de relevo do jornalismo, da cultura operária e da política neste período (1908-1922).

Dados da Execução Orçamental confirmam a mentira e a hipocrisia do PSD e do CDS

Os números da Execução Orçamental de 2015 confirmam a política de mentira e de exploração, desigualdades e empobrecimento implementada pelo Governo PSD/CDS nos últimos quatro anos.

De Janeiro a Dezembro, e ainda sem contabilizar o enorme prejuízo que o Banif significará para os trabalhadores e pensionistas, importa ter presente:
  • O aumento das despesas com as PPP rodoviárias, que custaram 1.464 milhões de euros ao longo do ano, bem acima dos 924 milhões orçamentados, pondo a nu a ausência de resultados das propaladas renegociações dos contratos de concessão. Esta situação contrasta a diminuição das prestações pagas pela Segurança Social, que tiveram uma quebra de mais de 600 milhões. Acresce que neste mesmo período, o Governo do PSD/CDS cortou cerca de 500 milhões de euros só em prestações de desemprego.
  • O pagamento de juros continua a aumentar, consumindo já 4,4% de toda a riqueza produzida em Portugal num ano. Esta verba seria suficiente para quase duplicar toda a despesa do Serviço Nacional de Saúde. Dos 7,5 mil milhões de euros em juros, contam-se os 2 mil milhões pagos ao FMI, Banco Centrar Europeu e Comissão Europeia.
  • Que se confirma que a devolução da sobretaxa não era mais do que uma redonda mentira de campanha eleitoral como, aliás, a CGTP-IN sempre denunciou. Em vez dos 35% anunciados para a devolução, é-nos agora transmitido que não há qualquer reembolso. Por outro lado, enquanto os rendimentos de trabalho continuavam fustigados por uma brutal carga fiscal, as receitas fiscais provenientes dos rendimentos de capital tiveram uma diminuição significativa.
Estes dados confirmam a importância de uma rápida mudança de política, que promova o crescimento económico, o emprego com direitos, a recuperação e o aumento dos rendimentos dos trabalhadores e dos pensionistas, o efectivo apoio social às camadas da população em situação de pobreza e exclusão, com a valorização das prestações, e uma reformulação da política fiscal que a torne mais justa e redistributiva da riqueza, em conformidade com a Constituição da República e com objectivos de progresso e justiça fiscal.

Fonte: CGTP-IN

É tempo de travar o aumento da idade da reforma e a redução do valor das pensões

O Ministro do Trabalho e da Segurança Social manifestou a intenção de criar novas regras que permitam minimizar os efeitos resultantes da antecipação das reformas aos trabalhadores com carreiras contributivas longas.

Recordamos que, em 2007, o Governo do PS em funções na altura criou o chamado factor de sustentabilidade com o objectivo de introduzir no cálculo das pensões a ponderação da evolução da esperança de vida, o qual estabelecia uma relação entre a esperança medida de vida aos 65 anos de idade no ano de 2006 e a esperança média de vida aos 65 anos de idade no ano anterior ao do início da pensão.

A CGTP-IN criticou e rejeitou desde o início a criação do factor de sustentabilidade, na medida em que veio determinar uma redução muito significativa no valor de todas as pensões e uma quebra progressiva na respectiva taxa de substituição, que se iria acentuando cada vez mais à medida que a esperança média de vida aumenta, implicando uma contínua degradação da qualidade de vida e o empobrecimento gradual de sucessivas gerações de trabalhadores reformados.

Eleições Presidenciais - Posição da CGTP-IN

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016


Apresentando-se como independente, Marcelo Rebelo de Sousa venceu as eleições para Presidente da República. Beneficiando da campanha mediática que lhe foi proporcionada ao longo dos anos, Marcelo Rebelo de Sousa contou ainda, de forma dissimulada, com o apoio inequívoco dos grupos económicos e financeiros e das direcções do PSD e do CDS, responsáveis pela política que acentuou a exploração, as desigualdades e o empobrecimento dos trabalhadores e do povo. 

A CGTP-IN faz notar a elevada abstenção registada (51%), factor que não pode ser dissociado da crescente descredibilização do órgão Presidente da República, em consequência dos posicionamentos de Cavaco Silva ao longo de dois mandatos marcados, nomeadamente, pelo confronto com o texto constitucional e a opção por uma política de hostilização permanente dos direitos individuais e colectivos dos trabalhadores e das populações. 

Vamos eleger um Presidente da República que defenda, cumpra e faça cumprir a Constituição de Abril

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

(clique na imagem para ampliar)

As próximas eleições para Presidente da República têm lugar num momento importante para reafirmar a exigência de mudança de política, pôr termo ao empobrecimento generalizado dos trabalhadores, do povo e do país e romper com a linha de confronto permanente dos executivos da política de direita, com a Constituição da República Portuguesa (CRP).

Voltar a credibilizar o órgão Presidente da República constitui um imperativo nacional, depois da desastrosa experiência dos mandatos de Cavaco Silva e da responsabilidade directa que teve na promulgação de Orçamentos de Estado e de legislação anti-laboral e anti-social que devastaram os direitos e rendimentos dos trabalhadores e das suas famílias, desestruturaram os serviços públicos, fragilizaram as funções sociais do Estado, deixaram o país mais pobre, mais endividado e mais dependente, com um elevado desemprego e sucessivas violações de direitos humanos.

CGTP-IN não aceita contrapartidas para aumento do salário mínimo

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

À entrada para a reunião da concertação social, onde esse aumento está no centro da discussão, Arménio Carlos deixou bem claro que não aceita manter a redução na Taxa Social Única nas empresas que pagam salário mínimo, como moeda de troca para um eventual aumento.

Posição da CGTP-IN sobre o Salário Mínimo Nacional

Salário Mínimo Nacional 
A CGTP-IN regista o facto de o Governo do PS ter assumido, no uso das suas competências legislativas, o aumento do Salário Mínimo Nacional para os 530€, a partir do dia 1 de Janeiro de 2016.

Este valor, sendo insuficiente, é indissociável da luta dos trabalhadores pela valorização dos salários e do combate à pobreza e dá mais força à exigência da concretização dos 600€ reivindicados pela CGTP-IN, no mais curto espaço de tempo.

A CGTP-IN reafirma a sua oposição à manutenção da redução da TSU para as entidades patronais porque descapitaliza a Segurança Social, utiliza dinheiros públicos para financiar o patronato e incentiva a continuação da política de baixos salários e de trabalho precário.

Neste quadro, a CGTP-IN apela a todos os trabalhadores para que prossigam e intensifiquem a acção reivindicativa nos locais de trabalho, pelo aumento geral dos salários, a revogação da norma da caducidade das convenções colectivas e a reintrodução do principio do tratamento mais favorável, a revogação das normas gravosas da legislação laboral nos sectores público e privado; a devolução integral dos salários e das pensões; a reposição dos feriados, férias e outros direitos roubados; a melhoria da protecção social dos trabalhadores e das suas famílias.

Este é um momento que convoca os trabalhadores e trabalhadoras para assumirem o compromisso de prosseguir a luta por uma verdadeira mudança de política que valorize o trabalho e os trabalhadores e afirme os direitos e valores de Abril, no futuro de Portugal.

Lisboa, 16 de Dezembro de 2015

Acordo de Paris - Um acordo insuficiente perante os graves problemas ambientais e climáticos


Pela primeira vez, 195 países chegaram a um acordo sobre as alterações climáticas na Conferência do Clima que decorreu em Paris e que se inscreveu no quadro da aplicação da Convenção Quadro sobre Mudança Climática, processo iniciado em 1992. É positivo que se tenha conseguido chegar a um acordo envolvendo tantos países, que os estados de todo o mundo se ponham de acordo para manter negociações internacionais e multilaterais sobre o clima, mas é manifestamente exagerado o optimismo que se propagou na comunicação social e nas declarações de vários governantes.

É contudo preocupante que não estejam consignados desde já meios financeiros suficientes oriundos dos países ricos, historicamente responsáveis pelo consumo energético e consequentes emissões de gases com efeito de estufa (GEE) e alterações climáticas.

A CGTP-IN considera que é inquietante que o Acordo de Paris só estabeleça limites para as emissões para depois do ano de 2020 e até lá só existam compromissos voluntários e fixados a nível de cada país (as chamadas contribuições voluntárias) e não vinculativo a nível internacional. Apenas se efectuará um balanço na segunda metade do século. Além disso, muitas das medidas vão só ser aplicadas daqui por cinco anos. Podemos estar apreensivos sobre se essas medidas irão de facto ser implementadas.

Embora se faça referência à «Justiça Climática» tudo o que diga respeito a responsabilidade jurídica foi retirado do acordo, havendo um enfraquecimento do mecanismo de compensação por perdas e danos. Não se estabelecem critérios de equidade e responsabilidade climática que permitam distribuir os esforços de redução de emissões entre os países, aceitáveis para todos.

O objectivo do Acordo não é reduzir as emissões de GEE, mas apenas alcançar um equilíbrio entre emissões e a absorção e não está ainda bem clara a forma de como vão ser feitas as compensações de emissões, plantações compensatórias, não há garantias que para isso se tenha de ter em conta a biodiversidade. Abre-se também a possibilidade de haver aumento das emissões em troca de instrumentos naturais ou artificiais que ainda não provaram a sua eficácia e inocuidade ambiental.

Não foram definidos objectivos concretos e quantificáveis de emissões possíveis nem uma trajectória aceitável de redução de emissões (pico).

É ainda necessário estarmos atentos ao "aplauso" das multinacionais sobre o Acordo, pois como declarou o Presidente da Unilever " O Acordo libertará milhares de milhões de dólares para inovação no sector privado".

As alterações climáticas são a consequência de um modelo de produção e consumo inapropriado para satisfazer as necessidades de muitas pessoas, pondo em risco a nossa sobrevivência, e têm um impacto injusto, afectando especialmente as populações mais pobres e mais vulneráveis. Essas alterações exercem uma influência crescente na deterioração de vidas das populações, aumentando os fluxos migratórios e contribuindo para o crescimento do número de refugiados climáticos.

É possível mudar de rumo, estando vigilantes e agindo.

Em Portugal devem ser tomadas medidas em diversos sectores, nomeadamente nos transportes, grandes consumidores de combustíveis fósseis e emissores de gases com efeito de estufa. Deveria haver uma prioridade aos transportes públicos, tal como a ferrovia.

Deve apostar-se mais na energia solar e na poupança energética. Nesse domínio os edifícios públicos deveriam dar o exemplo. Podem aproveitar-se muitos edifícios públicos para instalar painéis foto voltaicos em larga escala, permitindo uma maior autonomia energética, uma poupança nas contas da electricidade, ao mesmo tempo que se podem fomentar obras de instalação de painéis solares que podem também ser fabricados em Portugal. Deve fomentar-se a eficiência energética por parte dos particulares.

É importante resistir contra as alterações climáticas, parar acordos como o TTIP (Acordo de Parceria Transatlântica de Comércio e Investimento) ou o TISA (Acordo sobre Comércio de Serviços) em que se pretendem liberalizar serviços como a água, a saúde e os transportes. Deve-se reduzir a extracção dos combustíveis fósseis e travar-se a construção de novas infraestruturas que se apoiam nos combustíveis fósseis.

Deve promover-se modos de vida socialmente justos e ecologicamente aceitáveis.

Congratulamo-nos que no Acordo se tenha tido em conta uma transição para uma economia de baixo carbono e que terá de ser feita com a criação de emprego decente e de qualidade.

A CGTP-IN e muitas outras Centrais Sindicais da Europa e de todo o mundo apoiam a evolução para uma economia com baixa emissão de carbono e eficaz em termos de recursos, pois o futuro do nosso planeta está em jogo. Os nossos empregos dependem do nosso planeta e nenhuma justiça social é possível num mundo devastado.

CGTP defende celeridade no aumento do salário mínimo

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Declarações de Arménio Carlos, secretário-geral da CGTP-IN,
à TSF, 9 de Dezembro de 2015

Hoje, 10 de Dezembro, realiza-se a primeira reunião da concertação social depois da tomada de posse do novo Governo. 
A CGTP-IN vai reunir com o Governo e restantes parceiros sociais para discutir a proposta apresentada pelo Governo de fazer subir o salário mínimo dos actuais 505 para os 530 euros em 2016. 
A CGTP pede um aumento para os 600 euros, mas Arménio Carlos diz que o essencial é que qualquer que seja o valor acordado, deve começar a refletir-se no bolso dos portugueses já no início do ano.

Fonte: TSF

Arménio Carlos no programa "As palavras e o actos" da RTP1

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Extracto das intervenções do secretário-geral da CGTP-IN, Arménio Carlos, no programa da RTP1 "As palavras e os actos", episódio 21 "Como é que o país pode voltar a crescer?", de 3 de Dezembro de 2015.

O défice não pode obstaculizar a mudança de política

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

A Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO) estima que o défice orçamental dos primeiros nove meses do ano tenha ficado bem acima da meta definida pelo anterior Governo. Os 3,5% estimados agora pela UTAO estão, assim, bem longe dos 2,7% previstos no Orçamento de Estado para 2015, e apontam para que se feche o ano de 2015 com um défice superior às metas irrealistas definidas pelo PSD/CDS.

Quatro anos de política de direita deixaram trabalhadores e pensionistas mais pobres e expurgados de direitos laborais e sociais e o País mais desigual e mais injusto. Resultado directo de opções políticas que se reflectiram, por um lado, em cortes nos salários, pensões, prestações sociais, escolas e saúde públicas e, por outro, nos cofres cheios de dinheiro para financiar a banca, para pagar juros agiotas e alimentar a gula crescente e imparável do patronato e do grande capital.

Resolução: Cumprir a Constituição, mudar de política!

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Resolução referente às Concentrações no Largo de Camões (Lisboa), 
Praça da Batalha (Porto) e Arcada (Braga)
28 de Novembro de 2015

- RESOLUÇÃO -

CUMPRIR A CONSTITUIÇÃO, MUDAR DE POLÍTICA!
CONCRETIZAR AS REIVINDICAÇÕES!
RESOLVER OS PROBLEMAS DOS TRABALHADORES, DO POVO E DO PAÍS!

Os trabalhadores e o povo acabam de alcançar duas sucessivas e importantes vitórias, primeiro colocando o PSD e CDS em minoria na Assembleia da República e depois derrotando e removendo o seu governo e forçando o Presidente a cumprir a Constituição e a dar posse ao Governo que resultou da solução encontrada pela maioria de deputados na Assembleia da República.

A CGTP-IN saúda os trabalhadores e o povo português e exorta-os a prosseguir e intensificar a luta por uma verdadeira mudança de política.

Intervenção de Arménio Carlos na Concentração no Largo de Camões em Lisboa | 28-11-2015

Intervenção de Arménio Carlos, secretário-geral da CGTP-IN, 
na Concentração no Largo de Camões, em Lisboa, 28 de Novembro de 2015

Camaradas, amigos e amigas,

Saudamos todos os que hoje, em Lisboa, Braga e no Porto, dizem basta à política de direita, e aos muitos mais que com a sua luta mostraram o cartão vermelho a quatro anos de acelerada degradação das condições de trabalho, de destruição de empregos e das vidas que deles dependem, do desemprego em massa e sem qualquer protecção, da emigração forçada e das pensões que atiram os reformados para a pobreza.

Foram quatro anos de resistência e de uma luta persistente, tenaz e prolongada, contra as falsas inevitabilidades, contra uma campanha monumental que tentou justificar o injustificável e tornar natural o que é anormal e imoral, ou seja, o aumento das desigualdades, da exploração e do empobrecimento. Em nome da estabilidade dos mercados, puseram em causa a estabilidade das nossas condições de trabalho e de vida e a pretexto da obsessão da consolidação orçamental sempre prometida e nunca atingida, impuseram cortes sem precedentes em áreas vitais como a educação, a saúde e a segurança social.

Todos à Arcada em Braga | 28 Novembro | 15H00

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

 

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